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	<title>Igreja Batista do Jequiezinho &#187; Juliano Almeida</title>
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		<title>Segunda no Alto</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda é um dia que se pudéssemos tiraríamos da semana. Depois do domingo com seu marasmo, vem a segunda com suas atividades, trabalhos e obrigações. Mas as segundas ficaram melhores depois que uma turma começou a se reunir no alto. Do alto da prefeitura, posição geográfica privilegiada, eles tem uma visão maravilhosa da sua cidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda é um dia que se pudéssemos tiraríamos da semana. Depois do domingo com seu marasmo, vem a segunda com suas atividades, trabalhos e obrigações. Mas as segundas ficaram melhores depois que uma turma começou a se reunir no alto. Do alto da prefeitura, posição geográfica privilegiada, eles tem uma visão maravilhosa da sua cidade. A altitude do local aponta para outra altitude. Eles pensam nas coisas do alto, buscam as coisas do alto (Colossenses 3:1-2). Não são alienados, posto que do <strong>ALTO</strong> recebem  inspiração, discernimento e coragem para agir nas realidades que são da história, da vida. Portanto, na informalidade do bate-papo, no diálogo aberto e respeitoso, na reflexão dos temas que os incomodam e desafiam, no partilhar da palavra, na comunhão e oração coletiva, os Jovens da <strong>IGREJA BATISTA DO JEQUIEZINHO</strong>, vão para o alto, buscar do<strong> ALTO</strong>, construir uma juventude cristã engajada nas questões pertinentes da terra.</p>
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		<title>Em Nome da Justiça &#8211; João Alexandre</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 04:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<title>Grupos de Convivência</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você deseja mais integração no corpo de Cristo, espaço para acolher e ser acolhido, oportunidade de serviço, comunhão e mutualidade, então faça parte de um dos nossos grupos de convivência. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você deseja mais integração no corpo de Cristo, espaço para acolher e ser acolhido, oportunidade de serviço, comunhão e mutualidade, então faça parte de um dos nossos grupos de convivência.</p>
<p>Para maiores informações, sugerimos que você entre em contato com os respectivos lideres dos grupos.</p>

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			<li><a href='#'>
			Grupo I
		</a></li> 
		<li><a href='#'>
			Grupo II
		</a></li>
		</ul> <!-- .et-tabs-control --> 
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			<div class='et_slidecontent'>
			<strong>Líderes:</strong> Jonas e Nanai. Dia de reunião: sábado. Contato: (73) 3525-2013
		</div> 
		<div class='et_slidecontent'>
			<strong>Líderes:</strong> Sérgio e Vanessa. Dia de reunião: quarta. Contato: (73) 8855-0528
		</div>
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		<title>Jorge Camargo &#8211; Imensidão</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 03:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Testando este texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Testando este texto.</p>
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		<title>Oração: a arma da revolução cristã.  Dia 06 de março, na IBJ</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 03:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[“Unir as mãos em oração é o começo de um motim contra a desordem do mundo” Karl Barth. No dia 06 de março teremos o início da série de reflexões, Oração: a arma da revolução cristã. Venha também orar conosco, pois o Pai está pronto a nos ouvir com carinho. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[“Unir as mãos em oração é o começo de um motim contra a desordem do mundo” Karl Barth. No dia 06 de março teremos o início da série de reflexões, Oração: a arma da revolução cristã. Venha também orar conosco, pois o Pai está pronto a nos ouvir com carinho. ]]></content:encoded>
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		<title>Escola Bíblica Dominical</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 03:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[A EBD é um espaço de formação e transformação. Na EBD nos apropriamos da Bíblia para interpretar a nossa vida hoje. A partir dessa aproximação (a Bíblia da vida) buscamos viver de acordo com os princípios e valores do Reino de Deus. Esperamos você para aprendermos juntos sobre e com o Pai, 
todos os domingos a partir das 9h
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A EBD é um espaço de formação e transformação. Na EBD nos apropriamos da Bíblia para interpretar a nossa vida hoje. A partir dessa aproximação (a Bíblia da vida) buscamos viver de acordo com os princípios e valores do Reino de Deus. Esperamos você para aprendermos juntos sobre e com o Pai, 
todos os domingos a partir das 9h
]]></content:encoded>
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		<title>Ano do Discipulado</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 03:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabemos que o discipulado acontece todo dia na vida daquele que caminha com Jesus. Entretanto, em 2012 nos debruçaremos em reflexão com mais intensidade sobre este tema. Todas as nossas atividades, projetos e ações terão o discipulado como tema norteador. O nosso desejo é ser, efetivamente, em Jequié, uma comunidade de discípulos e discípulas que abraçam diariamente o desafio de ser gente em Deus]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Sabemos que o discipulado acontece todo dia na vida daquele que caminha com Jesus. Entretanto, em 2012 nos debruçaremos em reflexão com mais intensidade sobre este tema. Todas as nossas atividades, projetos e ações terão o discipulado como tema norteador. O nosso desejo é ser, efetivamente, em Jequié, uma comunidade de discípulos e discípulas que abraçam diariamente o desafio de ser gente em Deus]]></content:encoded>
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		<title>Do eterno retorno à casa do Pai</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 14:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[(à luz da parábola do filho pródigo) Gostaria de fazer uso deste espaço para partilhar com os irmãos um pouco do que experienciamos em nossas andanças pelo Rio de Janeiro.  Estivemos durante três dias imersos numa atmosfera de investimento na espiritualidade cristã que foi mediado por um discernimento: o de que todo dia é dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(à luz da parábola do filho pródigo)</p>
<p>Gostaria de fazer uso deste espaço para partilhar com os irmãos um pouco do que experienciamos em nossas andanças pelo Rio de Janeiro.  Estivemos durante três dias imersos numa atmosfera de investimento na espiritualidade cristã que foi mediado por um discernimento: o de que <strong>todo dia é dia de retorno à casa do Pai.</strong></p>
<p>Assim como o filho pródigo, somos convidados pelas distrações diárias (ansiedades, temores, excesso de atividades) a achar que um contato íntimo e contínuo com o Pai só será possível na eternidade. Nesses dias que nos retiramos para cuidar da alma e, a partir do discernimento da palavra de Deus, fomos atraídos à compreensão de que o Pai deseja receber-nos, diariamente, em Sua casa.</p>
<p>É preciso que entendamos que não se trata de um retorno geográfico, ou de nos dirigirmos à igreja nos dias de culto. Antes somos desafiados a um retorno existencial, a uma rendição que põe a nossa alma de joelhos ante ao Pai que nos acolhe em seus braços vigorosos e, também, ternos. Seu abraço nos convida ainda a abrirmos mão da velha arrogância que supunha, erroneamente, conhecer todos os caminhos. Precisamos, portanto, ter o coração aberto para receber as novas sandálias do Pai que prenunciam a liberdade Nele e reconhecer a situação de escravos que nos impúnhamos em nossa incircuncisa humanidade.</p>
<p>A casa do Pai é uma realidade que aguarda a cada um de nós agora mesmo. Basta que nos voltemos para Ele com o coração de filho, contrito, deslumbrado com o Seu <strong>amor</strong> teimoso, com o Seu <strong>cuidado</strong> ininterrupto, com o Seu <strong>abraço</strong> que lança fora todo o nosso medo. Que seja nosso desejo o retorno diário a esse Abraço do Pai. Ao contrário do irmão mais velho, sigamos o exemplo de Jesus Cristo que ao se fazer irmão nosso, mostrou o caminho para que todos nós tivéssemos acesso à graciosa casa do Pai.</p>
<p><strong>Fannie Novais</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Cheios de força e plenos de vida na pós-modernidade</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2011/05/25/cheios-de-forca-e-plenos-de-vida-na-pos-modernidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 19:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[“Eu quero Te conhecer, ó Desconhecido! Tu que me penetras a alma E qual turbilhão invades minha vida. Tu, o Incompreensível, meu Semelhante. Quero Te conhecer e a Ti servir”. (“Oração ao Deus Desconhecido”, Friedrich Nietzsche). Ela “seduz nossos sentidos, mexe com nossos desejos, revolve nossas aspirações, fala com nosso inconsciente, nos propõe novas experiências, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“Eu quero Te conhecer, ó Desconhecido! </em><em>Tu que me penetras a alma </em></strong></p>
<p><strong><em></em><em>E qual turbilhão invades minha vida.</em></strong></p>
<p><em><strong> Tu, o Incompreensível, meu Semelhante.</strong></em></p>
<p><em><strong>Quero Te conhecer e a Ti servir”.</strong></em></p>
<p><strong><em></em>(“Oração ao Deus Desconhecido”, Friedrich Nietzsche).</strong></p>
<p>Ela “seduz nossos sentidos, mexe com nossos desejos, revolve nossas aspirações, fala com nosso inconsciente, nos propõe novas experiências, novas atitudes, novas ações<em>”</em>, isto é a propaganda<em>. </em>Todos nós já fomos levados para um mundo aparentemente perfeito e encantado por uma propaganda e já não mais podemos fugir dela. Dizem os estudiosos que “ela se fundamenta no desejo subconsciente de um mundo melhor”, é, pois, no seio dessa sociedade propagandista de consumo que as pessoas buscam o seu <em>estilo de vida</em> ou, se preferir, <em>lifestyle, </em>e a expressão nasce como um conceito.</p>
<p>Essa expressão diz mais sobre a época em que estamos vivendo do que imaginamos, ela nos diz que cada um tem o direito de ter seu estilo próprio, ser diferente, formar sua identidade, que pressupõe escolhas a serem feitas nesse infindável mercado em que “a embalagem é o produto”, e que tudo se tornou mercadoria. E se se pode escolher até o <em>estilo de vida</em>, então se fala de liberdade. Eis a pós-modernidade.</p>
<p>O que marca a pós-modernidade é a vontade de liberdade, perdemos nossa segurança, mas nossa vontade de liberdade parece ter ampliado, assegura o filósofo Zygmunt Bauman.  Os homens dessa época já não têm mais onde se segurar, porque na pós-modernidade cada um cria o seu sentido, outros dizem que não existe mais sentido algum. Já não há mais uma única razão, há razões; não há verdade absoluta, há verdades e a Ciência não é mais a única detentora dessas; não há mais fixidez, o presente é eternizado, alargado, pois “tudo é, ao mesmo tempo, agora”. Enfim, vivemos no tempo em que “tudo que é sólido se desmancha no ar”, da diferença, do pluralismo, do relativismo, da arte de esquecer, da suposta liberdade &#8211; e ser livre hoje não significa não acreditar em nada, pelo contrário é acreditar em muitas coisas, pois não existe um único Deus, há vários deuses, e todos são de igual importância, dizem os pós-modernos. Nós estamos no Panteão pós-modernista semelhante ao que Paulo encontrou em Atenas (Atos 17, 16-34).</p>
<p>Aí cabe o questionamento, como ter um estilo de vida que nos permita gozar da vida plena oferecida por Cristo Jesus? Como viver cheio de força sem ser engolido pelo mal-estar de nosso século?</p>
<p>Aprendamos então com Paulo, apóstolo. Ele teve atitudes pós-modernas sem, no entanto, relativizar a sua fé, isso significa dizer que a fé é o meio pelo qual nos mantemos fortes, firmes, sem a qual não podemos agradar a Deus. Paulo ao se deparar com diversos ídolos em Atenas não ousou em dizer “estou certo e vocês errados”, mas, ao ser interrogado na Câmara Municipal, disse: “vejo que em todas as coisas vocês são religiosos”. Isso pressupõe que eles são preocupados com assuntos eternos, ele não depreciou os atenienses, buscou o que era comum para, a partir daí, desenvolver sua argumentação.</p>
<p>Nós, cristãos, vamos a cada dia ter de viver com pessoas que acreditam que “Deus morreu” e outras tantas que têm fé em tudo, menos num Deus pessoal revelado por meio de Cristo Jesus, porquanto precisamos aprender com o apóstolo dos gentios a não querer empurrar goela abaixo a nossa verdade e nem, necessariamente, querer ser dono da mesma, mas entender que Deus não está longe de cada um deles, porque “Nele [todos nós] vivemos, nos movemos e existimos” (At 17. 27,28). Por outro lado, é preciso compreender, como o apóstolo, que em Cristo, apresentado como o “DEUS DESCONHECIDO” no Areópago, está a plenitude do conhecimento, da vida (Colossenses 2. 2,3). Ou seja, precisamos aprender a conviver com o pluralismo, com a relatividade sem relativizar nossa confiança, e é por meio dessa confiança na plenitude revelada em Cristo que escolhemos nosso <em>estilo de vida</em> nos mantendo cheios de força na pós-modernidade.</p>
<p>Não é difícil perceber que umas das consequências dessa liberdade/libertinagem de nosso tempo é um mal-estar generalizado, por falta de sentido, de certezas, por incidência de catástrofes e, também, porque, assim como afirma Bauman, “os homens e mulheres pós-modernos trocaram um quinhão de suas possibilidades de segurança por um quinhão de felicidade”, essa suposta “felicidade” é conquistada por uma liberdade que só a sociedade de consumo pode trazer. O que resta então são incertezas e ambivalências, o que traz um mal-estar diante de um mundo caótico. Por isso vemos pessoas que se escondem atrás de estilos de vida consumista e customizado, tentam preencher um vazio com essa liberdade de consumir a tudo que se tornou mercadológico, inclusive a religião. Isso é fruto de uma “cultura que já não pode mais proporcionar uma explicação adequada do mundo que nos permita construir ou ordenar nossas vidas” [Mike Featherstone]. Eis a <em>nova desordem do mundo</em>.</p>
<p>É nesse cenário de caoticidade que nós já nos encontramos. Portanto nós, os cristãos, precisamos saber que a Bíblia é a Verdade revelada, mas nem toda “verdade” está contida nela; entender que existem muitas verdades, contudo a plenitude do conhecimento e da verdade está no <em>Logos</em>, encarnado e ressurreto, Jesus Cristo. Ele quem traz sentido à vida de quem com ele se relaciona, por isso que precisamos viver com ele e por meio dele o nosso <em>estilo de vida</em>.</p>
<p>Um <em>estilo de vida</em> nos limites da plenitude só é possível atendendo ao convite de Jesus, o <em>Logos</em> que ordena e dá sentido à vida: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11. 28-30). Para aplicarmos o que o Mestre nazareno está propondo é preciso compreendê-lo em seu contexto.</p>
<p>A espiritualidade judaica é de ação, portanto um rabino, que é essencialmente o interprete da Lei de Moisés, deve interpretá-la para discernir como os seguidores da <em>Torah</em> deveriam agir, ou não. A preocupação dele era dizer “o que pode e o que não pode” no intento de tentar interpreta a intenção original de Deus ao proferir o mandamento.</p>
<p>Cada rabino tem sua lista de proibições e permissões, fruto da interpretação da <em>Torah</em>, é a essa lista que se chama de o jugo do rabino, ao passo que cada discípulo deste deve obedecer a esse jugo. Um discípulo para ser rabino precisava do testemunho de, no mínimo, dois outros rabinos, ao que analisavam a interpretação deste da Lei para conferir se ele cumpria ou abolia a Lei. Se a interpretação cumprisse a Lei, ele estava hábil para ter seu próprio jugo e discípulos, tendo a chave do reino, do contrário era considerado abolidor da Lei e não aceito como mestre.</p>
<p>É nesse contexto que Jesus, tendo o testemunho de João Batista e da voz do próprio Deus (Mateus 4. 13-17), afirma: “não pensem que vim abolir a Lei e os Profetas; não vim abolir, mas cumprir” (5.17); “Tomem sobre vocês o meu jugo aprendam de mim, (&#8230;), e vocês encontrarão descanso para suas almas.” (11. 28-30). Esse descanso é porque Jesus não veio nos dá um amontoado de regrinhas de ação ou, simplesmente, mais uma nova interpretação da Lei, mas veio nos mostrar e dar o princípio da própria vida, porque ele é a fonte da mesma e a verdade encarnada (João 14.6), com quem precisamos nos relacionar.</p>
<p>Eis uma liberdade que verdadeiramente liberta (João 8, 32, 36), Jesus &#8211; verdade e vida &#8211; que traz descanso para a nossa pseudoliberdade e mal-estar pós-modernos. Relacionar-se com Jesus não é ser meramente religioso, é relacionamento com o Divino; é <em>estilo de vida</em> sob influência da eternidade; é espiritualidade inteligente e libertação da propagandagem pós-moderna de vida plena aqui e agora, mas é vida plena aqui e além nos limites do Reino de Deus. Porquanto, assim podemos dizer, como o pai da pós-modernidade Nietzsche, em algum raro momento de fé fez sua oração “Ao Deus Desconhecido”: Q<em>uero Te conhecer e a Ti servir./ Tu que me penetras a alma/ E qual turbilhão invades minha vida.</em></p>
<p style="text-align: left;">Lucas Nascimento</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A linguagem da esperança</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/12/02/a-linguagem-da-esperanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 13:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova e antiga linguagem Vivemos em um mundo de muitos pronunciamentos e falas. Quase sempre nos reduzimos ou nos guiamos por aquilo que chamamos linguagem lógica, racional, cartesiana*. Mas outras linguagens preenchem o nosso mundo, clamando por atenção. O livro de Apocalipse é escrito nessa outra linguagem, a linguagem dos símbolos que ocupa um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li><strong>Uma nova e antiga linguagem</strong></li>
</ol>
<p>Vivemos em um mundo de muitos pronunciamentos e falas. Quase sempre nos reduzimos ou nos guiamos por aquilo que chamamos linguagem lógica, racional, cartesiana*. Mas outras linguagens preenchem o nosso mundo, clamando por atenção. O livro de Apocalipse é escrito nessa outra linguagem, a linguagem dos símbolos que ocupa um outro tipo de lugar e revela um outro tipo de lógica na nossa maneira de viver.</p>
<p>As experiências místicas, a vivência erótica, o deslumbramento estético, a paixão artística, o arrebatamento quase descontrolado diante de um jogo de futebol, apontam para elementos que chamamos de arquetípicos* e que precisam de uma outra linguagem, mais simbólica, ou mítica, para expressão.</p>
<p>Diante da intensidade apaixonada da vida, diante dos cumes e abismos das relações humanas, é preciso outra linguagem. Essa linguagem nós não escolhemos, ela nos escolhe. Nos vem através de sonhos, de imagens multicoloridas, em que as construções não obedecem regras. Essa linguagem tem sido discriminada e desprezada pela civilização ocidental, mas clama por atenção, nesses momentos de desespero e de crise.</p>
<p>Se existe uma linguagem da esperança, a esperança é dessa nova e antiga linguagem que fala à profundeza de nossas interrogações.</p>
<p>Determinado pastor afirmou que “sonhos e visões são a linguagem do Espírito”. De certo modo, podemos sonhar de olhos abertos e aprender com os nossos sonhos. Mas a linguagem dos sonhos, a linguagem do corpo, a linguagem do coração invade a nossa lógica, desmontando preconceitos, mas criando libertações mais profundas do que estamos afeitos a encontrar.</p>
<p>Essa é a linguagem dos céus, mas dialeticamente linguagem da terra, quando vivida de modo radical, ou pela raiz, como a palavra “radical” nos lembra.</p>
<ol>
<li><strong>O que revela o Apocalipse?</strong></li>
</ol>
<p>A palavra revelação (Ap. 1,1) aponta para uma realidade escondida, “entre véus” que precisa ser demonstrada, “tirado o véu”. Aquilo que está acima da compreensão, da linguagem objetiva, além da capacidade de nossa visão ou de nossa audição, está sendo visto e ouvido agora.</p>
<p>Ver, ouvir, escrever e ler, são verbos que estão na estrutura lingüística de todo o livro. A cultura do tempo de Apocalipse é predominantemente oral, e a palavra falada é sempre a palavra do cotidiano. O texto escrito servia de apoio para o ouvir e o falar. E João vai escrever o que viu e ouviu.</p>
<p>Como o visto e o ouvido vem dessa outra linguagem, ela precisa ser descrita muito mais através de imagens do que de frases argumentativas. Vozes, “como de trombeta” (Ap 1,10), como “o som de muitas águas” (Ap 1,15), são as vozes que revelam o segredo oculto do olhar e do ouvir comuns.</p>
<p>Esse João, que tem de escrever o que tem o privilégio de ver e de ouvir, está preso na ilha de Patmos por causa do testemunho e da palavra.</p>
<p>Dificilmente seria um desses João, com quem estamos familiarizados de outros textos bíblicos, mas algum líder influente da Ásia Menor, que vive de modo radical o que ele considera a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus. Não podemos confundir Palavra de Deus com a nossa Bíblia de hoje, porque não existia ainda, mas com a totalidade das vivências em torno da pessoa e palavras de Jesus de Nazaré.</p>
<p>João parece ser um desses discípulos com o qual o Império Romano tem dificuldades, porque ele não faz concessões. Ao mesmo tempo, sendo influente e respeitado, não tiveram a coragem de aplicar-lhe a pena de morte, mas o exílio.</p>
<p>Na Ilha de Patmos, no exílio da poderosa proposta de globalização perpetrada pelo Império Romano, a revelação vem ao exilado, ao que está do outro lado. Somente há clareza e lucidez nas margens e nos interstícios do poder; somente ali o Espírito pode desvendar o mistério de uma história que se encontra acima e além do trivial.</p>
<p>A revelação apresenta algumas faces e conteúdos que podem ser resumidos da seguinte maneira. Há mais força e esperança para a vida de um desconhecido João, exilado por causa da sua integridade radical, transgressor e opositor da lei romana, do que para aqueles que seguem cegamente a ideologia vigente, o discurso do Império.</p>
<p>Essa esperança é devida ao fato de que o Reino de Deus é maior do que qualquer outro poder estabelecido na face da terra, e Jesus, o crucificado, tem uma face mais luminosa do que toda a luz que Roma possa reunir. Jesus é a fiel testemunha e o principal dos mortos, aquele que vive sempre e que é soberano sobre todos os reinos da terra. O seu reino é reino de amor e de liberdade. (Ap 1,5).</p>
<p>João, portanto, testemunha radical de Jesus e como Jesus, é colocado por ele no seu reino (Ap 1,6). Há, portanto, uma política de Deus e de Jesus Cristo que não pode ser apagada ou destruída por nenhum poder vigente.</p>
<p>As comunidades de Jesus devem ser comunidades de inúmeros Joãos e Joanas dispostas a não negociar os seus valores, mas a vivê-los mesmo que sejam ameaçadas de exílio ou de morte. Para isso, precisam conhecer a revelação de que, enquanto testemunhas de uma nova linguagem, são mais fortes do que o Império ameaçador (Ap 1,11).</p>
<ol>
<li><strong>Comunidades iluminadas e iluminadoras</strong></li>
</ol>
<p>As comunidades são vistas como luminares e sua luz vem do centro. Elas são como astros em torno do sol e o sol é Jesus. Mas um Jesus igual e diferente ao mesmo tempo. Semelhante a um homem, ou “filho do homem”, mas com o rosto brilhante como a luz do sol no momento mais quente do dia (Ap 1, 16). Se quisermos comparar com a mulher do capítulo 17, a Grande Meretriz, ela está vestida luxuosamente, mas não tem luz própria. A luz está nas comunidades de Jesus (vinda do fato de que o próprio Jesus as ilumina) e não no Império Romano.</p>
<p>A luz da comunidade vem da impressão causada pelas palavras de Jesus que são como uma espada afiada de dois gumes que sai de sua boca, e pelo olhar chamejante do próprio Jesus. Ele é aquele que vive, esteve morto, mas se encontra vivo novamente, pelos séculos dos séculos, e tem as chaves da morte e do inferno (Ap 1, 9-18)..</p>
<p>Na administração do direito, nos limites do seu Império, Roma retinha para si o poder da morte. A pena capital somente ela podia decretar e decretava quando se sentia ameaçada em seus valores e em seu poder. Jesus era aquele que cumprira a pena de morte, como uma ameaça ao Império, mas que a morte não conseguira destruir. Mostrara-se mais poderoso do que Roma e mais poderoso ainda do que a própria morte.</p>
<p>As comunidades de Jesus poderiam viver um novo tipo de vida, novas relações políticas, econômicas e afetivas. Poderiam ser comunidades de iguais e comunidades de acolhimento e solidariedade em um mundo que privilegiava o direito do mais forte e que cultuava a riqueza, o poder (enquanto capacidade de infligir dor) e o prazer individualista e ególatra.</p>
<p>O tempo do Apocalipse não é o mesmo tempo histórico, a que estamos acostumados. Essas coisas acontecerão “breve”, mas precisam ser aguardadas com cuidado. O que podemos notar é que o Apocalipse foi e é, como o próprio Jesus. Ou repetindo as palavras sobre Deus, “era, é e há de vir” (Ap 1, 8). Serviu para os tempos de Jesus, serve para o tempo de hoje, e servirá sempre que houver propostas globalizantes de poderes imperiais e comunidades de valores semelhantes aos valores de Jesus.</p>
<p>A história seria a história de poderes bestiais e a besta do nosso século seria o capital, o novo nome para Mamom, que ergue os seus altares e que exige sacrifícios, especialmente sacrifícios humanos.</p>
<p>Aparentemente, é um sistema bondoso e humano, mas, quando confrontado, mostra sua face bestial e maléfica. É um sistema perseguidor, produtor de guerras, mas especialmente sedutor e, quando menos esperamos, estamos repetindo o seu discurso e vivendo os seus valores.</p>
<p>O desafio do Apocalipse é aprendermos a ser radicalmente diferentes, como o João, ou a vivermos mesmo que apenas de modo simbólico o seu exílio.</p>
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		<title>Estrutura da esperança em Apocalipse</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 18:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[1.Um antigo projeto de globalização Falamos muito de globalização nos dias de hoje e isso tem um aspecto político e econômico de muita amplitude que nos atinge a todos. Mas projetos de globalização não são novos. Na época do Apocalipse, o mundo vivia um projeto de globalização política e econômica em que o centro era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.Um antigo projeto de globalização</strong></p>
<p>Falamos muito de globalização nos dias de hoje e isso tem um aspecto político e econômico de muita amplitude que nos atinge a todos. Mas projetos de globalização não são novos. Na época do Apocalipse, o mundo vivia um projeto de globalização política e econômica em que o centro era a cidade de Roma. O Império Romano ocupava quase todo o mundo conhecido e parecia ser forte e indestrutível. Aparentemente era vantajoso existir esse império, mas havia conseqüências terríveis, especialmente para os pequenos países e para as pessoas mais pobres. Ap. 17, 1-5.</p>
<p>Espalhadas pelo mundo todo, as comunidades de Jesus viviam dilemas diversos, entre acomodações, cooperações e oposições radicais. Começara como um movimento de pobres, mas a essa altura já havia ricos nas pequenas igrejas. Com isso, as questões de poder e as questões econômicas ficavam mais confusas e algumas pessoas participantes das igrejas eram fascinados pelo poder do Império Romano. As primeiras palavras do livro são dirigidas exatamente as comunidades que vivem na Ásia Menor esses dilemas e que estão tendentes a viverem um processo de acomodação e mais ainda de sedução diante do fulgurante poder do Império.</p>
<p>Para muitos estudiosos, o livro não tenha sido escrito em época de perseguição, mas em época que cooperar com o sistema trazia vantagens. Para essas pequenas comunidades, portanto, o perigo maior não seria a ameaça de morte, mas a oferta de um estilo de vida que repetiria a ideologia e a injustiça subjacente perpetrada pelas estruturas. Participar de um projeto de poder é muito sedutor e é difícil manter a coerência diante da propaganda e das facilidades oferecidas para aqueles e aquelas que cooperam. As pequenas comunidades de seguidores e seguidoras de Jesus, especialmente essas da Ásia Menor, tinham de se deparar com questões bem práticas que a situação da época oferecia.</p>
<p>Por exemplo, o Império Romano oferecia paz e prosperidade para toda a humanidade, o que parecia ser uma oferta irresistível em um mundo de muita miséria e muita violência. Qual o preço a ser pago? O preço da liberdade e da consciência individual. Oferecia até mesmo liberdade religiosa, desde que se submetessem à religião oficial e ao culto ao imperador.</p>
<p>No mundo cotidiano, essa estrutura se refletia nas relações de favores e de proteção que os mais pobres necessitavam. Patronos beneficentes se cercavam de clientes que dependiam de sua boa vontade para viverem. Eram fonte de provisão alimentar, em sua pobreza, e representantes diante dos dilemas da vida. Somente um patrono poderia representá-los diante de demandas jurídicas. Fora desse tipo de relação, aparentemente benévola, eles não eram realmente cidadãos.</p>
<p>O sistema, portanto, fornecia vantagens gerais e provisão cotidiana para os mais necessitados. Essa oferta maravilhosa somente era desmascarada quando alguém se opunha à força e à política romana. Nesse momento, o Estado mostrava a sua face mais cruel e totalmente desumana. Por isso, o Estado é descrito com imagens de animais e não de qualquer animal. O Estado não é humano, é bestial; o poder constituído age com a força instintiva de um predador que espreita a sua presa à espera do momento adequado para o bote. Ap. 17,6-8.</p>
<p>A águia, um dos símbolos do Império Romano, não é somente beleza, imponência, vigor, e capacidade de voar acima de todas as coisas, é também ave de rapina que se lança subitamente sobre pequenos pássaros e outros animais. As pequenas nações subjugadas e exploradas, e os inúmeros rebeldes crucificados, eram o atestado da face bestial do sistema. Roma se gabava de carrear todas as riquezas do mundo para o seu próprio proveito. De certo modo, para alimentar o estilo de vida dos principais cidadãos romanos, porque o povo, de um modo geral, nunca participava das benesses de um sistema que tinha como marca principal a exclusão.</p>
<p>Talvez o principal dano causado pelo sistema, fosse a sensação difusa de que não havia nenhuma outra alternativa. A burocracia romana, o tribunal romano e o exército romano ocupavam praticamente o mundo conhecido, em uma embalagem de ostentação de poder e glória que fascinava e assustava ao mesmo tempo. O poder político era religioso. O imperador era ao mesmo tempo governador e sacerdote, oficiante dos cultos públicos. Ainda mais, ele era um deus, o filho de Deus, principal divindade viva, repetindo uma idéia que se reportava aos faraós egípcios, nessa mistura entre poder político e poder religioso que gera em todos um misto de admiração e impotência.</p>
<p><strong>2. </strong><strong>Pequenas comunidades de esperança</strong></p>
<p>Nesse imenso arcabouço, as comunidades de Jesus, apesar de pequenas, seriam comunidades de esperança, apontando para uma outra lógica, diferente da lógica imperial. Em vez do poder, o amor; em vez da ganância, a partilha; em vez da hierarquia, a mutualidade. Ap. 3,7-8. Trocar a ansiedade da competição pela alegria da cooperação, o servir à disciplina pela disciplina de servir, o amor ao poder pelo poder do amor, não seria tarefa fácil diante das gigantescas forças de conformação existentes. Então, como manter a esperança?</p>
<p>O livro de Apocalipse, dentro de uma tradição complexa, trabalha com uma abundância de imagens, dentro delas, as principais que apontam o desafio maior de todos. Jesus Cristo, aquele que ainda morto vive, é o filho de Deus que está derrubando Roma, a cidade imperial, e construindo uma nova cidade celestial. Esta nova cidade é imensa, é a nova Jerusalém, construída na terra, mas descida do céu. Dentro da linguagem dos símbolos, é uma nova ordem, baseada no modo de Deus governar, não o Deus do poder, mas o Deus do amor, não o Deus de Roma, mas o Deus de Jesus, o carpinteiro de Nazaré, que tendo aparência de cordeiro, realmente é o Senhor de toda a terra.</p>
<p>Jesus Cristo, o leão de Judá, a raiz de Davi, o vencedor de todos os impérios, inclusive o império da morte, Aquele que vive eternamente estava atuando nas suas comunidades para lhes dar a vitória final. Essa é a estrutura da esperança em Apocalipse. Jesus, e não o imperador romano, é o verdadeiro Filho de Deus, o poder de Deus para derrotar todos os poderes que impedem a vida de se organizar justa, alegre e amorosamente. Jesus não é um animal, mas um ser humano concreto, vindo do povo simples, com ele haverá a humanização do poder político e do poder econômico. Ap. 1,13.</p>
<p>Quem anuncia tudo isso é um certo João, que muitos pensam que seja o João irmão de Tiago, mas não há muita certeza disso. De todo o jeito é um conhecido João das igrejas da Ásia Menor que não aceita de modo algum participar do sistema e, por isso, é banido. Exilado para uma ilha, onde tem visões da terra e do céu, em uma linguagem que não é nova, cheia de imagens, que precisam ser interpretadas, mas onde mesmo sozinho, abandonado, sem terra e sem família, escreve uma mensagem de esperança para as comunidades e para toda a humanidade. Ap. 1,4.</p>
<p><strong>3. </strong><strong>Viver a esperança apocalíptica hoje.</strong></p>
<p>Hoje também participamos de um projeto de globalização, dentro de um sistema que seria talvez a besta predadora de hoje em dia: o sistema capitalista. Carreando riquezas do mundo todo para um pequeno grupo de nações e de pessoas privilegiadas, esse animal maligno mostra sua face bestial em forma de um sistema de exclusão e competição que cria uma crescente espiral de violência. Os valores desse sistema, competitividade, lucro, poder, geram um excesso de egoísmo e de individualismo que ameaçam as comunidades de Jesus.</p>
<p>Tendemos a repetir no cotidiano aquilo que as estruturas trazem embutidas. Viver uma lógica diferente da lógica geral não é tarefa fácil, nem mesmo para quem vive dentro de comunidades de fé em Jesus Cristo. Mas Jesus precisa ser o nosso modelo e a nossa garantia de poder para vencer a influência da besta apocalíptica do nosso mundo de hoje, vivendo a esperança apocalíptica de um mundo radicalmente melhor do que este. Ap. 21,1-2</p>
<p style="text-align: right;">Pr. Marcos Monteiro</p>
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		<title>Criança Campestre &#8211; Também Criança!</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 13:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês de outubro chega com toda graça! Neste mês todos os olhares se volvem para os encantos da infância e para a magia da inocência. Recebo este espaço como uma oportunidade de dizer a palavra que, por vezes, tem paralisado meus movimentos; a palavra que mesmo em alto tom ainda é silenciosa porque é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de outubro chega com toda graça! Neste mês todos os olhares se volvem para os encantos da infância e para a magia da inocência.</p>
<p>Recebo este espaço como uma oportunidade de dizer a palavra que, por vezes, tem paralisado meus movimentos; a palavra que mesmo em alto tom ainda é silenciosa porque é a palavra do excluído e do excluído infantil, inocente.</p>
<p>Minha palavra é no sentido de dar visibilidade a <strong>um ser criança</strong> que acontece no cotidiano rural. <strong>Um ser criança</strong> que, livre do peso e das ordens capitalistas, está ávido por abraço, beijo, cafuné, confiança, cumplicidade e colo.</p>
<p>É este ser criança que a Escola Estadual Rural Taylor-Egídio, em Jaguaquara, reconhece como o “pequenino” que Jesus Cristo chamou de MEU quando disse: <strong>“O que você fizer a um dos meus pequeninos, a MIM o fez” </strong>(Mateus 25:40).</p>
<p>Nesta perspectiva, animo seu coração a pensar um <strong>outro ser criança</strong> que você pode (e deve) convidar para ser seu próximo – a criança campestre.</p>
<p>Testemunho que, mesmo enfrentando as limitações de minha humanidade tenho, durante dez anos, convidado meninas e meninos da zona rural para serem meus próximos. Grandes companheiros de viagem! Honestos amigos que têm tornado meus dias calorosos no frio jaguaquarense.</p>
<p>Que, para tão grande salto qualitativo, o PAI nos ajude!</p>
<p style="text-align: right;"><strong> Sonilda Sampaio</strong></p>
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		<title>Mais que palavras</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 11:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vivemos numa sociedade de discursos. São discursos políticos, discursos religiosos etc. Vários estudiosos têm se debruçado sobre esse tema, que se tornou objeto de investigação de uma disciplina chamada análise do discurso. A proposta de um novo objeto chamado &#8220;discurso&#8221; surgiu com Michel Pêcheux na França, em sua tese &#8220;Analyse Automatique du Discours&#8221; em 1969. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa sociedade de discursos. São discursos políticos, discursos religiosos etc. Vários estudiosos têm se debruçado sobre esse tema, que se tornou objeto de investigação de uma disciplina chamada <em>análise do discurso</em>. A proposta de um novo objeto chamado &#8220;<strong>discurso</strong>&#8221; surgiu com <a title="Michel Pêcheux" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_P%C3%AAcheux">Michel Pêcheux</a> na França, em sua tese &#8220;<em>Analyse Automatique du Discours</em>&#8221; em 1969.</p>
<p>Esta breve contextualização a título de introdução, tem como objetivo chamar a atenção para a palavra “discurso” que se encontra imbricada no tema escolhido pelos jovens de  nossa igreja para nortear as discussões desta semana. O termo “palavras” presente no tema em questão não deve ser e não o é, de fato, tomado em seu sentido literal, antes nos remonta ao cançaso experimentado por muitos de nós em relação aos muitos discursos que ouvimos cotidianamente e que encontram pouca ou nenhuma implicação em nossas práticas diárias.</p>
<p>Frequentemente nos deparamos com verdadeiras enxurradas de palavras que não mais nos comunicam, devido a já tão conhecida dicotomia <em>“teoria X prática”.</em> É muito comum ouvir no meio evangélico o clichê: <em>“Ele se diz cristão, mas&#8230;”</em> Essa afirmação aponta para, pelo menos, duas possibilidades de interpretação: ou a expectativa do falante é exarcerbada e desumanizadora em relação a nós cristãos, ou, de fato, nossa conduta tem se distanciado daquilo que foi proposto e vivenciado pelo Cristo de Deus.</p>
<p>Acreditamos que essa conduta, fruto de uma experiência de conversão e fé, precisa desembocar no compromentimento de cuidado com o outro, no zelar da criação  de Deus, no desafio constante de uma vida mais amorosa, mais bondosa, menos malediscente, menos egoísta, mais engajada com o que se diz crer, mais encorajadora das práticas que estão a serviço dos valores do evangelho que pretendemos anunciar.</p>
<p>Como jovens cristãos comprometidos com o plano salvífico de Jesus Cristo, precisamos nos angustiar diante das palavras vazias, sem interferência nas vivências em sociedade. Precisamos nos comprometer com uma indissociável conexão entre a verdade do nosso coração e o que sai da nossa boca. Precisamos ainda aprender a nos calar quando não houver em nós essa verdade, visto que as muitas palavras poderão convencer o ouvido do homem, mas não tocarão o coração d’Aquele que é O Todo – Sabedor. Com isso não estamos dizendo que tudo o que considerarmos verdade deveremos proferir, afinal, o convite do evangelho é para uma prudência no dizer.</p>
<p>Prossigamos pois, amparados por Aquele que fez do que anunciava a mais pura verdade de Sua existencia. Não nos conformemos, até que olhemos para nós mesmos, e testificados pelo Espirito Santo, possamos dizer: vivo o que creio e o que anuncio, na minha vida é possível que outros sejam testemunhas de “<strong><em>mais que palavras.”</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em> </em><strong>Fannie S. P. Novais</strong></p>
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		<title>Canção &#8211; 3º Convida &#8211; Jardim de Deus</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 04:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[convida]]></category>
		<category><![CDATA[música oficial]]></category>
		<category><![CDATA[sizinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouça aqui o Hino Oficial do Convida 2010 – Jardim de Deus Letra e música de Sizinho Reis. Esta música foi produzida no Yahveh Studio. Jardim de Deus Não é porque vamos pro céu Que temos que desprezar O mundo que Deus nos deu A terra onde é nosso Lar Enquanto aqui morar E vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui o Hino Oficial do Convida 2010 – Jardim de Deus<br />
Letra e música de Sizinho Reis. Esta música foi produzida no Yahveh Studio.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Jardim de Deus</strong></p>
<p>Não é porque vamos pro céu<br />
Que temos que desprezar<br />
O mundo que Deus nos deu<br />
A terra onde é nosso Lar</p>
<p>Enquanto aqui morar<br />
E vida o Senhor me der<br />
Que venha o que vier<br />
Assim eu quero adorar</p>
<p>Vou cuidar do Jardim de Deus<br />
Vou cuidar do que Deus criou<br />
Vou louvar a meu criador<br />
Cuidando desse lugar</p>
<p>Vou amar a meu Deus e ao meu irmão<br />
Vou compartilhar esse chão<br />
Semeando amor e paz<br />
Agredir a terra não quero mais</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entre Esperança e Edificação</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 16:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o ano que finda, dedicamo-nos a examinar os mais diversos assuntos relacionados ao nosso tema gerador: a ESPERANÇA. Pensamos sobre os fundamentos da Esperança que há em nós, nas formas em que o nosso Deus a alimenta cotidianamente e também na necessidade de nos retroalimentarmos enquanto corpo de Cristo. Certamente são inúmeros os desafios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o ano que finda, dedicamo-nos a examinar os mais diversos assuntos relacionados ao nosso tema gerador: <strong>a ESPERANÇA</strong>. Pensamos sobre os fundamentos da Esperança que há em nós, nas formas em que o nosso Deus a alimenta cotidianamente e também na necessidade de nos retroalimentarmos enquanto corpo de Cristo. Certamente são inúmeros os desafios que trazemos no peito e é pulsante o nosso desejo de sermos presença esperançosa num mundo de tanto desalento.</p>
<p>Entretanto os nossos desafios enquanto Igreja de Cristo não findam por aí. O tema proposto para a nossa reflexão durante o ano que se inicia traz consigo o desafio da <strong>EDIFICAÇÃO.</strong> Este termo traz para nós, pelo menos, duas vertentes do edificar (poderíamos ainda utilizar os sinônimos: erguer, levantar, construir):</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>1)Edificação do espaço, sentido físico</strong>: sabemos que, à luz do novo testamento, o ser humano é o templo do Espirito Santo. O Espírito de Deus, portanto, não habita mais em templos feitos por mãos humanas (mentalidade que vigorava no antigo testamento). Entretanto, essa consciência não nos habilita a descuidarmos do nosso espaço físico, da nossa casa de oração, espaço no qual o povo de Deus se reúne para a adoração em comunhão. <strong><em>&#8220;Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me deleitarei, e serei glorificado, diz o Senhor&#8221;. Ageu 8:1</em></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>2)Edificação do corpo de Cristo, sentido existencial</strong>: a nossa natureza caída tende ao movimento oposto àquele sugerido pelo verbo &#8211; levantar, erguer – constantemente nos pegamos em atitudes pertencentes ao velho homem, àquele que não teve um profundo e real encontro com o Cristo de Deus. Assim, levantamos falsos contra os nossos irmãos, somos egoístas em nossas atitudes e não nutrimos um coração puro. Muitos de nós imaginamos que, por estarmos constantemente na igreja, já estamos com a nossa alma plenamente edificada. Edificação é um projeto que levaremos conosco enquanto durar a nossa existência. Aqueles que andam com o Senhor precisam revelar a imagem d’Ele, para que o Seu nome seja glorificado em nós!</p>
<p>Para que possamos prosseguir com o projeto de edificação ao qual estamos nos propondo na orientação do Espírito de Deus, não poderemos abrir mão dos preciosos ensinamentos sobre a Esperança que tivemos neste ano, visto que precisaremos ser diariamente revisitados pela esperança em Cristo, em nosso próximo e em nós mesmos. Precisamos crer que juntos somos capazes de construir uma realidade física e existencial melhor do que esta que hoje temos. Precisamos ainda pedir discernimento do Espírito de Deus para percebermos o papel que podemos desempenhar em nossa igreja, a fim de colaborarmos em amor para que os planos de Deus se efetivem entre nós, e para que se cumpra o que o apóstolo Paulo sugere em Efésios 3:17-19 “&#8230; <strong><em>que Cristo habite pela fé em vossos corações, a fim de que, arraigados e fundados em amor, sejais plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede a todo conhecimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus&#8221;.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p align="right">
<p align="right"><strong>Fannie S. Novais<em> </em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>&#8220;Esperar contra a Esperança&#8221;</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/08/19/esperar-contra-a-esperanca/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com quase meio século de vida aprendemos algumas coisas significativas que sustentam o restante da vida que teremos. Estou me aproximando do meio século de minha vida. São muitas e preciosas as aprendizagens. Dentre as mais importantes destaco: A FELICIDADE NÃO SE FAZ PELO QUE CONQUISTAMOS, MAS PELO QUE ESPERAMOS. Sim! É a esperança que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com quase meio século de vida aprendemos algumas coisas significativas que sustentam o restante da vida que teremos.</p>
<p>Estou me aproximando do meio século de minha vida. São muitas e preciosas as aprendizagens. Dentre as mais importantes destaco: <strong>A FELICIDADE NÃO SE FAZ PELO QUE CONQUISTAMOS, MAS PELO QUE ESPERAMOS. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Sim! É a esperança que nos move e que faz feliz o movimento. É a esperança que nos motiva a fazer da cotidianidade uma experiência emocionante;</p>
<p>É a esperança que nos faz perdoar e acreditar novamente nas pessoas que teimam em minimizar nossa criatividade;</p>
<p>É a esperança que nos tira da cama a cada manhã e nos conduz aos mais variados espaços de serviço;</p>
<p>É a esperança que nos faz repetir os mesmos ensinamentos às mesmas pessoas, nos mesmos espaços;</p>
<p>É a esperança que nos faz investir na vida e no sonho de seres humanos pequeninos;</p>
<p>É a esperança que nos faz enfrentar <strong><em>um leão por dia</em></strong> para não desistirmos dos ideais divinos fixados e enrijecido em nosso coração;</p>
<p>É a esperança que segura nossos impulsos quando a opção humana, mais coerente com o desencantamento, é a desistência;</p>
<p>É a esperança que nos dá força de gigante quando, parecendo sozinhos, temos que fazer frente ao rolo compressor dos sistemas;</p>
<p>É a esperança que nos faz sorrir quando tudo nos falta e, paradoxalmente, de tudo estamos fartos;</p>
<p>É a esperança que nos possibilita a experiência da felicidade, não pelo que temos ou conquistamos, mas pelo que esperamos.</p>
<p>“Esperando contra a esperança”, na contramão dos caminhos, fazendo dos descaminhos possibilidades, esperemos. Esperemos em nós mesmos, na melhora do nosso interior, esperemos o crescimento do irmão e, sobretudo, esperemos no Deus que pode todas as coisas, inclusive, renovar em nós a esperança.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;">Profª. Sonilda Sampaio</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Informações do Retirão 2009</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/05/24/informacoes-do-retirao-2009/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/05/24/informacoes-do-retirao-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 00:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ASPECTOS GERAIS CLÁUSULA 1.ª &#8211; VALOR POR PARTICIPANTE Adulto 170,00 Criança até 3 anos FREE Criança de 4 a 8 anos &#8211; $0,00 Criança de 9 a 11 anos &#8211; $ 0,00 CLÁUSULA 2.ª &#8211; DO PRAZO PARA PAGAMENTO O prazo final para quitação é até o dia 15.10.2009, podendo o PARTICIPANTE quitar integral ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>ASPECTOS GERAIS</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>CLÁUSULA 1.ª &#8211; VALOR POR PARTICIPANTE</strong></p>
<p>Adulto 170,00</p>
<p>Criança até 3 anos FREE</p>
<p>Criança de 4 a 8 anos &#8211; $0,00</p>
<p>Criança de 9 a 11 anos &#8211; $ 0,00</p>
<p><strong>CLÁUSULA 2.ª &#8211; DO PRAZO PARA PAGAMENTO</strong></p>
<p>O prazo final para quitação é até o dia 15.10.2009, podendo o PARTICIPANTE quitar integral ou parcialmente seu valor devido. O PARTICIPANTE poderá parcelar o valor em até 6 parcelas a contar de 30. 05.2009 a 29.10.2009</p>
<p><strong>CLÁUSULA 3.ª &#8211; DO PRAZO PARA DESISTÊNCIA E DEVOLUÇÃO DE VALORES PAGOS</strong></p>
<p>Comunicar no prazo mínimo de 30 dias anterior a data da viagem que estou desistindo da minha participação do retiro, não havendo devolução dos valores pagos, sendo que, fica estabelecido a devolução de 50% do valor pago à comissão do retiro se a desistência for comunicada em até 60 dias da data do evento.</p>
<p><strong>CLÁUSULA 4.ª &#8211; DAS ACOMODAÇÕES</strong></p>
<p>Os quartos não serão individuais, podendo ser compartilhados com outra família.</p>
<p><strong>CLÁUSULA 5.ª &#8211; TRANSPORTE</strong></p>
<p>O transporte deverá ser de acordo com a opção assinalada abaixo.</p>
<p>Transporte Próprio</p>
<p>Ônibus do Retiro</p>
<p><strong>CLÁUSULA 6.ª &#8211; DAS DISPOSIÇÕES GERAIS</strong></p>
<ul class="unIndentedList">
<li> O retiro se realizará no período de 30/10/2009 a 02/11/2009</li>
<li> Saída da Sede da Igreja Batista de Jequizinho às 20h e retorno dia 02.11.2009 às 17h</li>
<li> Nos valores da Cláusula 1ª já estão incluídas 3 refeições sendo CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTAR;</li>
<li> O PARTICIPANTE deverá levar roupa de cama e de banho;</li>
</ul>
<p><strong>*O valor de 170,00 deverá ser reduzido, para todos os participantes, em razão das campanhas que serão realizadas pela equipe do Retirão 2009.</strong></p>
<p><strong>*Os valores relativos às crianças, descritos na cláusula 1ª, serão postados em breve.</strong></p>
<p><strong>Informações &#8211; (73) 3525-3089<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>21º CONJUBAJA</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2008/02/20/21%c2%ba-conjubaja/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste CONJUBAJA estaremos nos debruçando em reflexão sobre o tema: o que é ser cristão? Na verdade esta pergunta revela o nosso inquietante anseio: não queremos respostas prontas e superficiais, desejamos encontrar o sentido profundo de nossa fé pelo viés do questionamento reflexivo. O orador oficial será o Pr. Judiclay Silva da Igreja Batista Betel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste <strong>CONJUBAJA </strong>estaremos nos debruçando em reflexão sobre o tema: o que é ser cristão? Na verdade esta pergunta revela o nosso inquietante anseio: não queremos respostas prontas e superficiais, desejamos encontrar o sentido profundo de nossa fé pelo viés do questionamento reflexivo.<br />
O orador oficial será o <strong>Pr. Judiclay Silva </strong>da Igreja Batista Betel de Mesquita – Rio de Janeiro. O <strong>Pr. Josias Novais</strong> da Igreja Batista de Jequiezinho, será o responsável pelas oficinas. No campo musical e coreográfico, contaremos com a participação dos seguintes ministérios: <strong>Banda Reino, Promessa d, Min. de louvor Gênesis, Min. El Ray, Min. de louvor Kirios, Min. Adorai, Min. Kairós. </strong>Maiores informações pelo tel.<strong> (73) 3525-6820. </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Canção &#8211; Ministério Celebrart &#8211; Cura-me</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2008/02/07/cura-me/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 05:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cura-me e curado eu serei. Sara-me com o toque da Tua mão. Põe o Teu óleo que é Tua unção. Meu coração limpo será. Quero sentir, Senhor, Teu toque de paz E nada vai ficar Sem o Teu Espírito tocar. Cura-me, sara-me, Senhor! Põe Teu óleo em minha dor. Põe Tua sombra sobre mim. Me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Cura-me e curado eu serei.<br />
Sara-me com o toque da Tua mão.<br />
Põe o Teu óleo que é Tua unção.<br />
Meu coração limpo será.<br />
Quero sentir, Senhor,<br />
Teu toque de paz<br />
E nada vai ficar<br />
Sem o Teu Espírito tocar.</p></blockquote>
<blockquote><p>Cura-me, sara-me, Senhor!<br />
Põe Teu óleo em minha dor.<br />
Põe Tua sombra sobre mim.<br />
Me renova, me ampara,<br />
Vem me quebrantar.<br />
Sim! Vem restaurar<br />
Tua morada em mim.</p></blockquote>
<blockquote><p>Eu acredito em Tí,<br />
Eu preciso de Tí,<br />
Vem, Senhor Jesus&#8230;</p></blockquote>
<p>Letra e Música: Cizinho Reis<br />
Arranjos: Adson Sodré<br />
Solo Vocal: Oziel Santos<br />
Vocais: Wanessa Santos, Ruan Carlos, Cintia Karina, Rose Bulhões, Vando Pereira, Jeise Nunes, Gi Brandão, Cid Ferreira, Evania Maia<br />
Produzida pelo Ministério Celebrart</p>
<p>Ouça aqui esta canção:</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Canção &#8211; Ministério Celebrart &#8211; O Alvo</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2008/02/07/oalvo/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 05:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/08/oalvo/</guid>
		<description><![CDATA[Eu sei que não vou parar de caminhar. Sei aonde vou chegar e me alegrar. Prossigo pra o alvo da soberana vocação Que é Cristo Jesus. No céu é onde eu quero morar, É onde eu quero cantar, É onde eu vou pular, É onde eu vou dançar e me alegrar As ondas se agitam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eu sei que não vou parar de caminhar.<br />
Sei aonde vou chegar e me alegrar.<br />
Prossigo pra o alvo da soberana vocação<br />
Que é Cristo Jesus.</p></blockquote>
<blockquote><p>No céu é onde eu quero morar,<br />
É onde eu quero cantar,<br />
É onde eu vou pular,<br />
É onde eu vou dançar e me alegrar</p>
<p>As ondas se agitam tentando me afogar<br />
Mas Cristo está no barco e não vou me assutar</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p><em>Letra, Música e Arranjos: Adson Sodré<br />
Solo: Oziel Santos<br />
Backs Vocais: Ruan Carlos, Cintia Karina</em></p>
<p>Ouça aqui esta canção produzida pelo Ministério Celebrart.</p>
<p>[display_podcast]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>40 Dias de Propósitos</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2008/01/20/114/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 21:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual o sentido da vida? Essa é a pergunta que esta campanha pretende elucidar. &#8220;Você não está vivo por acaso! Muito antes que o universo fosse criado, Deus já tinha um plano para você e os propósitos que ele tem para nossa vida vão muito além dos poucos anos que passamos neste mundo&#8221;. Você foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Qual o sentido da vida?</strong> Essa é a pergunta que esta campanha pretende elucidar. <strong>&#8220;Você não está vivo por acaso! Muito antes que o universo fosse criado, Deus já tinha um plano para você e os propósitos que ele tem para nossa vida vão muito além dos poucos anos que passamos neste mundo&#8221;. </strong>Você foi criado para viver eternamente!</p>
<p>Segundo, Rick Warren, encontramos nas Escrituras cinco propósitos eternos de Deus para nossa vida, a saber:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Adoração-</strong> Você foi planejado para agradar a Deus! Adorar deve ser para nós um estilo de vida.</p>
<p>2 &#8211; <strong>Comunhão-</strong> Você foi formado para fazer parte da família de Deus. Não existe vida cristã genuína desconectada da comunidade de fé!</p>
<p>3 &#8211; <strong>Discipulado-</strong> Você foi criado para se tornar semelhante a Cristo. Jesus é o modelo de filho que Deus deseja!</p>
<p>4 &#8211; <strong>Serviço-</strong> Você foi moldado para servir a Deus servindo aos outros. Quem não vive pra servir não serve pra viver! Serviço &#8220;é o amor com trajes de trabalho&#8221;.</p>
<p>5 &#8211; <strong>Missões-</strong> Você foi feito com uma missão. Nossa missão é anunciar a boa notícia de Deus ao mundo. No noticiário da história humana a boa notícia de Deus é Jesus!</p>
<p>Nossa campanha iniciará no dia 30/03 com o término previsto para o dia 11/05. Para participar da campanha é só se inscrever no stand que estará montado no hall de entrada da nossa igreja a partir do dia 18/02. <strong>(Obs.: O stand funcionará sempre aos domingos pela manhã-10:00h e a noite- 19:30h). </strong>Faça já a sua inscrição e venha descobrir conosco o propósito de sua vida!</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="right">Por: Rogério Ferreira</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mensageiras do Rei em foco</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/11/22/mensageiras-do-rei-em-foco/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 20:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De 25 a 29 de novembro acontecerá a semana em foco das Mensageiras do Rei. Na ocasião estaremos refletindo sobre o seguinte tema: &#8220;O desafio de permanecermos fiéis num mundo em crise&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De <strong>25 a 29 de novembro</strong> acontecerá a semana em foco das <strong>Mensageiras do Rei</strong>. Na ocasião estaremos refletindo sobre o seguinte tema: <em>&#8220;O desafio de permanecermos fiéis num mundo em crise&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ADORAI Comemora mais um aniversário</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/11/22/82/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 16:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não perca! Dia 08 de dezembro às 19:00h no templo da IBJ o 4º aniversário do Ministério de Dança ADORAI. Celebraremos a Deus com danças e júbilos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não perca! <strong>Dia 08 de dezembro às 19:00h</strong> no templo da IBJ <strong>o 4º aniversário do Ministério de Dança ADORAI.</strong> Celebraremos a Deus com danças e júbilos.</p>
]]></content:encoded>
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