<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Igreja Batista do Jequiezinho &#187; Estudos Bíblicos</title>
	<atom:link href="http://www.ibjequiezinho.com/site/category/estudos-biblicos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ibjequiezinho.com/site</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 18:12:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>A linguagem da esperança</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/12/02/a-linguagem-da-esperanca/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/12/02/a-linguagem-da-esperanca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 13:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/?p=575</guid>
		<description><![CDATA[Uma nova e antiga linguagem Vivemos em um mundo de muitos pronunciamentos e falas. Quase sempre nos reduzimos ou nos guiamos por aquilo que chamamos linguagem lógica, racional, cartesiana*. Mas outras linguagens preenchem o nosso mundo, clamando por atenção. O livro de Apocalipse é escrito nessa outra linguagem, a linguagem dos símbolos que ocupa um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li><strong>Uma nova e antiga linguagem</strong></li>
</ol>
<p>Vivemos em um mundo de muitos pronunciamentos e falas. Quase sempre nos reduzimos ou nos guiamos por aquilo que chamamos linguagem lógica, racional, cartesiana*. Mas outras linguagens preenchem o nosso mundo, clamando por atenção. O livro de Apocalipse é escrito nessa outra linguagem, a linguagem dos símbolos que ocupa um outro tipo de lugar e revela um outro tipo de lógica na nossa maneira de viver.</p>
<p>As experiências místicas, a vivência erótica, o deslumbramento estético, a paixão artística, o arrebatamento quase descontrolado diante de um jogo de futebol, apontam para elementos que chamamos de arquetípicos* e que precisam de uma outra linguagem, mais simbólica, ou mítica, para expressão.</p>
<p>Diante da intensidade apaixonada da vida, diante dos cumes e abismos das relações humanas, é preciso outra linguagem. Essa linguagem nós não escolhemos, ela nos escolhe. Nos vem através de sonhos, de imagens multicoloridas, em que as construções não obedecem regras. Essa linguagem tem sido discriminada e desprezada pela civilização ocidental, mas clama por atenção, nesses momentos de desespero e de crise.</p>
<p>Se existe uma linguagem da esperança, a esperança é dessa nova e antiga linguagem que fala à profundeza de nossas interrogações.</p>
<p>Determinado pastor afirmou que “sonhos e visões são a linguagem do Espírito”. De certo modo, podemos sonhar de olhos abertos e aprender com os nossos sonhos. Mas a linguagem dos sonhos, a linguagem do corpo, a linguagem do coração invade a nossa lógica, desmontando preconceitos, mas criando libertações mais profundas do que estamos afeitos a encontrar.</p>
<p>Essa é a linguagem dos céus, mas dialeticamente linguagem da terra, quando vivida de modo radical, ou pela raiz, como a palavra “radical” nos lembra.</p>
<ol>
<li><strong>O que revela o Apocalipse?</strong></li>
</ol>
<p>A palavra revelação (Ap. 1,1) aponta para uma realidade escondida, “entre véus” que precisa ser demonstrada, “tirado o véu”. Aquilo que está acima da compreensão, da linguagem objetiva, além da capacidade de nossa visão ou de nossa audição, está sendo visto e ouvido agora.</p>
<p>Ver, ouvir, escrever e ler, são verbos que estão na estrutura lingüística de todo o livro. A cultura do tempo de Apocalipse é predominantemente oral, e a palavra falada é sempre a palavra do cotidiano. O texto escrito servia de apoio para o ouvir e o falar. E João vai escrever o que viu e ouviu.</p>
<p>Como o visto e o ouvido vem dessa outra linguagem, ela precisa ser descrita muito mais através de imagens do que de frases argumentativas. Vozes, “como de trombeta” (Ap 1,10), como “o som de muitas águas” (Ap 1,15), são as vozes que revelam o segredo oculto do olhar e do ouvir comuns.</p>
<p>Esse João, que tem de escrever o que tem o privilégio de ver e de ouvir, está preso na ilha de Patmos por causa do testemunho e da palavra.</p>
<p>Dificilmente seria um desses João, com quem estamos familiarizados de outros textos bíblicos, mas algum líder influente da Ásia Menor, que vive de modo radical o que ele considera a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus. Não podemos confundir Palavra de Deus com a nossa Bíblia de hoje, porque não existia ainda, mas com a totalidade das vivências em torno da pessoa e palavras de Jesus de Nazaré.</p>
<p>João parece ser um desses discípulos com o qual o Império Romano tem dificuldades, porque ele não faz concessões. Ao mesmo tempo, sendo influente e respeitado, não tiveram a coragem de aplicar-lhe a pena de morte, mas o exílio.</p>
<p>Na Ilha de Patmos, no exílio da poderosa proposta de globalização perpetrada pelo Império Romano, a revelação vem ao exilado, ao que está do outro lado. Somente há clareza e lucidez nas margens e nos interstícios do poder; somente ali o Espírito pode desvendar o mistério de uma história que se encontra acima e além do trivial.</p>
<p>A revelação apresenta algumas faces e conteúdos que podem ser resumidos da seguinte maneira. Há mais força e esperança para a vida de um desconhecido João, exilado por causa da sua integridade radical, transgressor e opositor da lei romana, do que para aqueles que seguem cegamente a ideologia vigente, o discurso do Império.</p>
<p>Essa esperança é devida ao fato de que o Reino de Deus é maior do que qualquer outro poder estabelecido na face da terra, e Jesus, o crucificado, tem uma face mais luminosa do que toda a luz que Roma possa reunir. Jesus é a fiel testemunha e o principal dos mortos, aquele que vive sempre e que é soberano sobre todos os reinos da terra. O seu reino é reino de amor e de liberdade. (Ap 1,5).</p>
<p>João, portanto, testemunha radical de Jesus e como Jesus, é colocado por ele no seu reino (Ap 1,6). Há, portanto, uma política de Deus e de Jesus Cristo que não pode ser apagada ou destruída por nenhum poder vigente.</p>
<p>As comunidades de Jesus devem ser comunidades de inúmeros Joãos e Joanas dispostas a não negociar os seus valores, mas a vivê-los mesmo que sejam ameaçadas de exílio ou de morte. Para isso, precisam conhecer a revelação de que, enquanto testemunhas de uma nova linguagem, são mais fortes do que o Império ameaçador (Ap 1,11).</p>
<ol>
<li><strong>Comunidades iluminadas e iluminadoras</strong></li>
</ol>
<p>As comunidades são vistas como luminares e sua luz vem do centro. Elas são como astros em torno do sol e o sol é Jesus. Mas um Jesus igual e diferente ao mesmo tempo. Semelhante a um homem, ou “filho do homem”, mas com o rosto brilhante como a luz do sol no momento mais quente do dia (Ap 1, 16). Se quisermos comparar com a mulher do capítulo 17, a Grande Meretriz, ela está vestida luxuosamente, mas não tem luz própria. A luz está nas comunidades de Jesus (vinda do fato de que o próprio Jesus as ilumina) e não no Império Romano.</p>
<p>A luz da comunidade vem da impressão causada pelas palavras de Jesus que são como uma espada afiada de dois gumes que sai de sua boca, e pelo olhar chamejante do próprio Jesus. Ele é aquele que vive, esteve morto, mas se encontra vivo novamente, pelos séculos dos séculos, e tem as chaves da morte e do inferno (Ap 1, 9-18)..</p>
<p>Na administração do direito, nos limites do seu Império, Roma retinha para si o poder da morte. A pena capital somente ela podia decretar e decretava quando se sentia ameaçada em seus valores e em seu poder. Jesus era aquele que cumprira a pena de morte, como uma ameaça ao Império, mas que a morte não conseguira destruir. Mostrara-se mais poderoso do que Roma e mais poderoso ainda do que a própria morte.</p>
<p>As comunidades de Jesus poderiam viver um novo tipo de vida, novas relações políticas, econômicas e afetivas. Poderiam ser comunidades de iguais e comunidades de acolhimento e solidariedade em um mundo que privilegiava o direito do mais forte e que cultuava a riqueza, o poder (enquanto capacidade de infligir dor) e o prazer individualista e ególatra.</p>
<p>O tempo do Apocalipse não é o mesmo tempo histórico, a que estamos acostumados. Essas coisas acontecerão “breve”, mas precisam ser aguardadas com cuidado. O que podemos notar é que o Apocalipse foi e é, como o próprio Jesus. Ou repetindo as palavras sobre Deus, “era, é e há de vir” (Ap 1, 8). Serviu para os tempos de Jesus, serve para o tempo de hoje, e servirá sempre que houver propostas globalizantes de poderes imperiais e comunidades de valores semelhantes aos valores de Jesus.</p>
<p>A história seria a história de poderes bestiais e a besta do nosso século seria o capital, o novo nome para Mamom, que ergue os seus altares e que exige sacrifícios, especialmente sacrifícios humanos.</p>
<p>Aparentemente, é um sistema bondoso e humano, mas, quando confrontado, mostra sua face bestial e maléfica. É um sistema perseguidor, produtor de guerras, mas especialmente sedutor e, quando menos esperamos, estamos repetindo o seu discurso e vivendo os seus valores.</p>
<p>O desafio do Apocalipse é aprendermos a ser radicalmente diferentes, como o João, ou a vivermos mesmo que apenas de modo simbólico o seu exílio.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/12/02/a-linguagem-da-esperanca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estrutura da esperança em Apocalipse</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/11/11/estrutura-da-esperanca-em-apocalipse/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/11/11/estrutura-da-esperanca-em-apocalipse/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 18:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/?p=569</guid>
		<description><![CDATA[1.Um antigo projeto de globalização Falamos muito de globalização nos dias de hoje e isso tem um aspecto político e econômico de muita amplitude que nos atinge a todos. Mas projetos de globalização não são novos. Na época do Apocalipse, o mundo vivia um projeto de globalização política e econômica em que o centro era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.Um antigo projeto de globalização</strong></p>
<p>Falamos muito de globalização nos dias de hoje e isso tem um aspecto político e econômico de muita amplitude que nos atinge a todos. Mas projetos de globalização não são novos. Na época do Apocalipse, o mundo vivia um projeto de globalização política e econômica em que o centro era a cidade de Roma. O Império Romano ocupava quase todo o mundo conhecido e parecia ser forte e indestrutível. Aparentemente era vantajoso existir esse império, mas havia conseqüências terríveis, especialmente para os pequenos países e para as pessoas mais pobres. Ap. 17, 1-5.</p>
<p>Espalhadas pelo mundo todo, as comunidades de Jesus viviam dilemas diversos, entre acomodações, cooperações e oposições radicais. Começara como um movimento de pobres, mas a essa altura já havia ricos nas pequenas igrejas. Com isso, as questões de poder e as questões econômicas ficavam mais confusas e algumas pessoas participantes das igrejas eram fascinados pelo poder do Império Romano. As primeiras palavras do livro são dirigidas exatamente as comunidades que vivem na Ásia Menor esses dilemas e que estão tendentes a viverem um processo de acomodação e mais ainda de sedução diante do fulgurante poder do Império.</p>
<p>Para muitos estudiosos, o livro não tenha sido escrito em época de perseguição, mas em época que cooperar com o sistema trazia vantagens. Para essas pequenas comunidades, portanto, o perigo maior não seria a ameaça de morte, mas a oferta de um estilo de vida que repetiria a ideologia e a injustiça subjacente perpetrada pelas estruturas. Participar de um projeto de poder é muito sedutor e é difícil manter a coerência diante da propaganda e das facilidades oferecidas para aqueles e aquelas que cooperam. As pequenas comunidades de seguidores e seguidoras de Jesus, especialmente essas da Ásia Menor, tinham de se deparar com questões bem práticas que a situação da época oferecia.</p>
<p>Por exemplo, o Império Romano oferecia paz e prosperidade para toda a humanidade, o que parecia ser uma oferta irresistível em um mundo de muita miséria e muita violência. Qual o preço a ser pago? O preço da liberdade e da consciência individual. Oferecia até mesmo liberdade religiosa, desde que se submetessem à religião oficial e ao culto ao imperador.</p>
<p>No mundo cotidiano, essa estrutura se refletia nas relações de favores e de proteção que os mais pobres necessitavam. Patronos beneficentes se cercavam de clientes que dependiam de sua boa vontade para viverem. Eram fonte de provisão alimentar, em sua pobreza, e representantes diante dos dilemas da vida. Somente um patrono poderia representá-los diante de demandas jurídicas. Fora desse tipo de relação, aparentemente benévola, eles não eram realmente cidadãos.</p>
<p>O sistema, portanto, fornecia vantagens gerais e provisão cotidiana para os mais necessitados. Essa oferta maravilhosa somente era desmascarada quando alguém se opunha à força e à política romana. Nesse momento, o Estado mostrava a sua face mais cruel e totalmente desumana. Por isso, o Estado é descrito com imagens de animais e não de qualquer animal. O Estado não é humano, é bestial; o poder constituído age com a força instintiva de um predador que espreita a sua presa à espera do momento adequado para o bote. Ap. 17,6-8.</p>
<p>A águia, um dos símbolos do Império Romano, não é somente beleza, imponência, vigor, e capacidade de voar acima de todas as coisas, é também ave de rapina que se lança subitamente sobre pequenos pássaros e outros animais. As pequenas nações subjugadas e exploradas, e os inúmeros rebeldes crucificados, eram o atestado da face bestial do sistema. Roma se gabava de carrear todas as riquezas do mundo para o seu próprio proveito. De certo modo, para alimentar o estilo de vida dos principais cidadãos romanos, porque o povo, de um modo geral, nunca participava das benesses de um sistema que tinha como marca principal a exclusão.</p>
<p>Talvez o principal dano causado pelo sistema, fosse a sensação difusa de que não havia nenhuma outra alternativa. A burocracia romana, o tribunal romano e o exército romano ocupavam praticamente o mundo conhecido, em uma embalagem de ostentação de poder e glória que fascinava e assustava ao mesmo tempo. O poder político era religioso. O imperador era ao mesmo tempo governador e sacerdote, oficiante dos cultos públicos. Ainda mais, ele era um deus, o filho de Deus, principal divindade viva, repetindo uma idéia que se reportava aos faraós egípcios, nessa mistura entre poder político e poder religioso que gera em todos um misto de admiração e impotência.</p>
<p><strong>2. </strong><strong>Pequenas comunidades de esperança</strong></p>
<p>Nesse imenso arcabouço, as comunidades de Jesus, apesar de pequenas, seriam comunidades de esperança, apontando para uma outra lógica, diferente da lógica imperial. Em vez do poder, o amor; em vez da ganância, a partilha; em vez da hierarquia, a mutualidade. Ap. 3,7-8. Trocar a ansiedade da competição pela alegria da cooperação, o servir à disciplina pela disciplina de servir, o amor ao poder pelo poder do amor, não seria tarefa fácil diante das gigantescas forças de conformação existentes. Então, como manter a esperança?</p>
<p>O livro de Apocalipse, dentro de uma tradição complexa, trabalha com uma abundância de imagens, dentro delas, as principais que apontam o desafio maior de todos. Jesus Cristo, aquele que ainda morto vive, é o filho de Deus que está derrubando Roma, a cidade imperial, e construindo uma nova cidade celestial. Esta nova cidade é imensa, é a nova Jerusalém, construída na terra, mas descida do céu. Dentro da linguagem dos símbolos, é uma nova ordem, baseada no modo de Deus governar, não o Deus do poder, mas o Deus do amor, não o Deus de Roma, mas o Deus de Jesus, o carpinteiro de Nazaré, que tendo aparência de cordeiro, realmente é o Senhor de toda a terra.</p>
<p>Jesus Cristo, o leão de Judá, a raiz de Davi, o vencedor de todos os impérios, inclusive o império da morte, Aquele que vive eternamente estava atuando nas suas comunidades para lhes dar a vitória final. Essa é a estrutura da esperança em Apocalipse. Jesus, e não o imperador romano, é o verdadeiro Filho de Deus, o poder de Deus para derrotar todos os poderes que impedem a vida de se organizar justa, alegre e amorosamente. Jesus não é um animal, mas um ser humano concreto, vindo do povo simples, com ele haverá a humanização do poder político e do poder econômico. Ap. 1,13.</p>
<p>Quem anuncia tudo isso é um certo João, que muitos pensam que seja o João irmão de Tiago, mas não há muita certeza disso. De todo o jeito é um conhecido João das igrejas da Ásia Menor que não aceita de modo algum participar do sistema e, por isso, é banido. Exilado para uma ilha, onde tem visões da terra e do céu, em uma linguagem que não é nova, cheia de imagens, que precisam ser interpretadas, mas onde mesmo sozinho, abandonado, sem terra e sem família, escreve uma mensagem de esperança para as comunidades e para toda a humanidade. Ap. 1,4.</p>
<p><strong>3. </strong><strong>Viver a esperança apocalíptica hoje.</strong></p>
<p>Hoje também participamos de um projeto de globalização, dentro de um sistema que seria talvez a besta predadora de hoje em dia: o sistema capitalista. Carreando riquezas do mundo todo para um pequeno grupo de nações e de pessoas privilegiadas, esse animal maligno mostra sua face bestial em forma de um sistema de exclusão e competição que cria uma crescente espiral de violência. Os valores desse sistema, competitividade, lucro, poder, geram um excesso de egoísmo e de individualismo que ameaçam as comunidades de Jesus.</p>
<p>Tendemos a repetir no cotidiano aquilo que as estruturas trazem embutidas. Viver uma lógica diferente da lógica geral não é tarefa fácil, nem mesmo para quem vive dentro de comunidades de fé em Jesus Cristo. Mas Jesus precisa ser o nosso modelo e a nossa garantia de poder para vencer a influência da besta apocalíptica do nosso mundo de hoje, vivendo a esperança apocalíptica de um mundo radicalmente melhor do que este. Ap. 21,1-2</p>
<p style="text-align: right;">Pr. Marcos Monteiro</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/11/11/estrutura-da-esperanca-em-apocalipse/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Teologia Doméstica: Jesus em nossa casa</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/11/10/teologia-domestica-jesus-em-nossa-casa/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/11/10/teologia-domestica-jesus-em-nossa-casa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 02:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/?p=562</guid>
		<description><![CDATA[Observações importantes: 1) As referências deste estudo têm como base a edição contemporânea de Almeida da bíblia do ministro. Logo, pode haver pequenas diferenças de acordo com a versão que você adotar. 2) Os espaços não foram preenchidos propositalmente, a fim de estimulá-lo à leitura e discernimento dos textos. No evangelho de Marcos encontramos Jesus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Observações importantes:<span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong>1) As referências deste estudo têm como base a edição contemporânea de Almeida da bíblia do ministro. Logo, pode haver pequenas diferenças de acordo com a versão que você adotar.</strong><strong> </strong><strong>2) Os espaços não foram preenchidos propositalmente, a fim de estimulá-lo à leitura e discernimento dos textos.</strong></p>
<p>No evangelho de Marcos encontramos Jesus em constante movimentação. Entrava e saia de aldeias e povoados, entrava e saia na sinagoga dos judeus (na sinagoga deles), entravava e saia das casas. Este último espaço foi visitado pelo Filho de Deus não raras vezes. São pelo menos onze vezes em que o mestre esteve no espaço doméstico curando, celebrando e ensinando. A farta ocorrência dessas visitas confirmou em meu coração a verdade de que a nossa família é um espaço privilegiado da ação e vivência da Graça de Deus. A partir de agora vamos passear com Jesus nas casas por ele freqüentadas (algumas vezes na sua própria casa) para meditarmos nas lições ali enunciadas.</p>
<p>A primeira casa mencionada é a de Simão e André <strong>(1.29).</strong> Jesus cura a sogra de Simão de uma febre e logo em seguida ela passou a servi-los. A mulher foi libertada do mal que a impossibilitava de servir. Minha casa será um espaço de _________________amoroso; Jesus agora aparece em sua casa e cura um paralítico conduzido por quatro amigos <strong>(2.1).</strong> Antes da cura física, Jesus o chama de filho e diz que os pecados dele estavam perdoados. É a primeira e única vez no evangelho de marcos que se fala de perdão de pecados. Minha casa será um espaço do _________________restaurador; Depois vai a casa de Levi para jantar <strong>(2.15).</strong> Foi acusado de comer com cobradores de impostos e pecadores. Diante das acusações afirma que os doentes é que precisam de médicos e não os sãos. Minha casa será um espaço de __________________; Jesus entra numa casa (o dono não é mencionado, <strong>3.20</strong>). Foi acusado de estar possesso por belzebu e em nome dele expulsar demônios. Jesus anuncia que a blasfêmia contra o Espírito Santo é imperdoável. Minha casa será um espaço de __________________; Jesus vai a casa de Jairo <strong>(5.37).</strong> Sua filha estava enferma. Antes de Jesus chegar a casa dele, os seus servos trouxeram uma notícia desesperadora: “sua filha está morta”. Jesus, porém disse: “Não temas, crê somente”. Minha casa será um espaço de __________________nas possibilidades divinas; Nas quatro menções seguintes: <strong>7.17, 9.28, 9.33, 10.10 </strong>Jesus encontra-se em sua casa. Nela Jesus ensinou lições preciosas para seus discípulos. Na perspectiva dos textos mencionados, minha casa será um espaço de: __________________, ___________________, ________________, __________________. Na penúltima ocorrência Jesus está na casa de Simão, o leproso <strong>(14.3).</strong> Subitamente uma mulher derrama um perfume muito caro sobre Jesus. Minha casa será um espaço de _____________________. A última casa serviu para a celebração da ceia (páscoa) de Jesus com seus discípulos <strong>(14.13-16).</strong> Minha casa será um espaço de pessoas ____________________pela ação transformadora do amor de Deus.</p>
<p>Por conseguinte, em Jesus sabemos que Deus habita não apenas nos céus, mas que Ele é presença viva em cada casa que lhe abre a porta. Abra as portas da sua casa e da sua vida e deixe a luz do céu entrar. Amém!</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2010/11/10/teologia-domestica-jesus-em-nossa-casa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Anúncio do Nascimento e da Infância de Cristo &#8211; Lucas 1 e 2</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/08/06/o-anuncio-do-nascimento-e-da-infancia-de-cristo-lucas-1-e-2-2/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/08/06/o-anuncio-do-nascimento-e-da-infancia-de-cristo-lucas-1-e-2-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 19:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/?p=311</guid>
		<description><![CDATA[Introdução Desejo examinar minuciosamente com vocês o capítulo 1 e 2 do evangelho Lucano. Para facilitar a nossa análise vou dividi-la em blocos. Nosso texto nos anuncia algumas lições. Quem tem ouvidos para ouvir ouça o que o Espírito tem a nos ensinar nesta manhã! (tem pessoas que ouvem mas não escutam) Prefácio Lucas dirige [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Introdução</span></strong></p>
<p>Desejo examinar minuciosamente com vocês o capítulo 1 e 2 do evangelho Lucano. Para facilitar a nossa análise vou dividi-la em blocos.</p>
<p>Nosso texto nos anuncia algumas lições. Quem tem ouvidos para ouvir ouça o que o Espírito tem a nos ensinar nesta manhã! (tem pessoas que ouvem mas não escutam)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Prefácio</span></strong></p>
<p>Lucas dirige o seu evangelho a Teófilo, que significa “amigo de Deus”. O evangelho de Lucas foi escrito para os amigos de Deus. Segundo os historiadores, Teófilo era um oficial romano que havia aceitado a Cristo e que precisava ser fortalecido em sua fé. Teófilo era um homem em busca da verdade. Assim sendo, Lucas escreve o seu evangelho a fim de instruir, de ensinar os fundamentos da fé cristã ao neófito Teófilo.</p>
<p>Conforme esta informação, somos desafiados pelo texto a instruir, a consolidar as pessoas na sua fé em Cristo. A Escola bíblica deve ser esse espaço de consolidação, de instrução, de aprendizado.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">1-João- preparando o caminho (Vv. 5-25)</span></strong></p>
<p>1.1  Nada pode frustrar (impedir, obstaculizar) os planos do Senhor! Zacarias já era um ancião e sua esposa estéril e também já avançada em idade. A efetivação dos planos de Deus (a efetivação dos planos de Deus na história não dependem necessariamente da nossa participação, embora Deus não a exclua. Deus é soberano!) não são paralisados por conta das nossas impossibilidades, mas ultrapassa e vence todas elas. Em vez de olhar para Deus pela fé, o sacerdote olhou para si mesmo e sua esposa e resolveu que o nascimento de um filho era um acontecimento impossível. Zacarias havia se esquecido do que Deus havia feito por Abraão e Sara (Gn. 18:9-15; Rm 4:18-25). Zacarias significa “Deus lembra”. Deus se lembrou dele mas ele se esqueceu de que “para Deus nada é impossível” (1:37). Será que as nossas limitações são empecilhos para o Todo-Poderoso? Agindo Deus quem impedirá? Ex: Multiplicação dos pães . O milagre sempre acontece quando depositamos nas mãos de Deus o que temos. Milagre é manifestação autêntica da graça de Deus!</p>
<p>1.2  Quem não acredita no que Deus pode fazer deve ficar de boca calada. A incredulidade gera surdez, cegueira e mudez espiritual. Inicialmente o texto deseja apresentar um contraste entre a atitude de um velho sacerdote e de uma jovem diante dos mistérios de Deus. O que os diferencia é a sensibilidade. Não quero dizer com isso que os jovens são mais sensíveis que os anciãos. A questão aqui não é cronológica. O que está em pauta nessa discussão é a sensibilidade do coração, que conforme o nosso texto independe da idade!</p>
<p><strong>2-Maria (26-56)</strong></p>
<p>2.1 “O Espírito Santo descerá sobre ti”. No Gênesis, o Espírito de Deus pairava (equiv. ave chocando os ovos) sobre as águas. Em outras palavras, é o Espírito que dá luz ao universo. É esse mesmo Espírito que participará agora da re-criação do mundo. Em Jesus, Deus estava re-criando e re-conciliando consigo todas as coisas. O Ventre de Maria tornou-se o santo dos santos para o Filho de Deus!</p>
<p>2.2 O texto não fala que Jesus foi criado pelo Espírito. Se Jesus é Deus logo não pode ser criado. Jesus foi gerado pelo Espírito e por Maria. Jesus, é Deus gerado no útero da humanidade. “Jesus é a imagem daquilo que Deus é e do que os homens deveriam ser” L. Boff</p>
<p>2.3 O útero de Maria tornou-se um altar de adoração. Assim, a partir do exemplo de Maria somos desafiados a fazer da nossa vida um altar de adoração a Deus.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">3-Nascimento de Jesus</span></strong></p>
<p>3.1 O nascimento de Jesus nos fornece a chave para decifrar os mistérios profundos da existência. Em Jesus, Deus estava entrando na nossa história.</p>
<p>3.2 “Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher&#8230;” Gl. 4.4 Quando Jesus foi crucificado, segundo o evangelho de Lucas, foi colocada uma placa no topo da cruz com a frase (em letras gregas, romanas e hebraicas- INRI) irreverente e sarcástica: Jesus, o rei dos judeus!</p>
<p>3.2.1 Jesus veio na plenitude econômica dos tempos (Romanas). Roma pretendia ser a regente de todo mundo habitado. O Império Romano estava no seu auge econômico e político.</p>
<p>3.2.2 Jesus veio na plenitude intelectual dos tempos (Gregas). A filosofia grega circulava por todo mundo.</p>
<p>3.2.3 Jesus veio na plenitude religiosa dos tempos (hebraicas). O judaísmo pretendia ser a religião oficial de todo mundo.</p>
<p>3.3 Segundo os cânticos de Maria e de Zacarias, em Jesus, Deus estava visitando seu povo para redimi-lo, para salvá-lo. O termo redimir significa libertar mediante o pagamento de um resgate. Redimir é cancelar, desconsiderar uma divida. Jesus cravou na cruz a cédula de divida que era contra nós, e sobre o inferno e a morte triunfou! Já o termo salvação, transmite a idéia de saúde, sanidade. A salvação do Senhor é um convite de uma vida saudável para este mundo doente.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">4-Belém (casa do pão)</span></strong></p>
<p>4.1 O Pão da vida nasce na casa do pão. Jesus: o alimento de Deus para o mundo. Em Jesus, somos alimentados e desafiados a alimentar. “A falta de pão na mesa do pobre denuncia a ausência de espiritualidade no altar do cristão” Carlos Queiroz.</p>
<p>4.2 “porque<span style="text-decoration: underline;"> não havia lugar para eles</span> na hospedaria” (2.7c). Comumente se fala que a hospedaria estava cheia por isso não havia lugar para Jesus nascer. Essa é uma possibilidade. A outra possibilidade é que não havia lugar apenas para eles, pois Maria segundo o costume e tradições da época estava imunda, por conta do parto recente.</p>
<p>4.3 Nossa igreja precisa ser uma Belém. Lugar aonde o pão da vida é encontrado. Lugar aonde as pessoas são alimentadas com perdão, com misericórdia, com graça, com amor.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">5-Pastores</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>5.1 A expressão “até Belém” (2.15) indica que aqueles homens estavam a uma certa distância da cidade, mas se dispuseram a fazer a viagem para ver o Cristo de Deus! Para buscar a Deus é preciso disposição. É preciso sair da sua zona de conforto. Nenhum esforço é grande demais quando a minha meta é encontrar a Deus! No versículo 16 aparece o verbo “acharam”, que significa que eles encontraram o menino depois de investigar. Quem procura a Deus o encontra. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo coração” (Jr. 29:13)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">6-Circuncisão </span></strong></p>
<p>6.1 Jesus era um nome popular (José, Maria, João, Antonio Etc). Jesus vem da mesma raiz de Josué, que significa “Deus é meu libertador, Deus é minha salvação”. Em outras palavras, Deus pediu a Maria que o batizasse com um nome do povo. A sua identidade estava ligada as camadas populares.</p>
<p>6.2 Maria e José ofereceram a Deus um par de rolas ou dois pombinhos pois eram pobres, conforme levitico 12:2,6,8.</p>
<p>6.3 A circuncisão hoje é no coração. Não é mais uma prática externa, mas interna, existencial. O profeta Jeremias explicita isso muito bem no seu livro: “Assim diz o senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração”. É a nova aliança!</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">7-Simeão e Ana</span></strong></p>
<p>7.1 Em Simeão aprendemos que é pura enrascada morrer sem conhecer (ver) o Cristo de Deus. Quem se encontra com o Cristo de Deus faz da morte uma amiga. Conhecer a Jesus é tudo! Espantosa é a sensibilidade deste ancião diante de uma criança sem poder e dependente.</p>
<p>7.2 Simeão foi conduzido ao Templo pelo Espírito Santo. O Espírito foi o cupido deste encontro de amor. O Espírito continua conduzindo pessoas para um encontro com Jesus.</p>
<p>7.2 Aparece em cena também a anciã Ana. Nunca é tarde para se encontrar com o Cristo. Ele passou a anunciar <span style="text-decoration: underline;">a todos sobre o menino. </span>Devemos anunciar a todos a redenção de Jequié, do mundo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">8-Menino em meio aos doutores</span></strong></p>
<p>8.1 Enchendo-se (crescia) de sabedoria. O texto não fala de inteligência. Inteligência é capacidade de compreender conteúdos lógicos e racionais. Sabedoria como capacidade de compreender a ação paradoxal de Deus na história.</p>
<p>8.2 Maria e José se perderam do caminho. Nos perdemos de Jesus quando os nossos interesses mais profundos não estão vinculados ao Reino de Deus. Jesus sempre estará aonde o reino de Deus estiver sendo pregado e vivido. “aonde estiverem dois ou três reunidos em meu nome ali eu estarei” (MT. 18.20). Dois ou três, a questão não é quantidade. O texto evoca a idéia de comunhão. Só há presença de Cristo quando existe comunhão. É na comunhão (partilhar de pão e vida) que ele se revela. Em meu nome, o nome dele evoca libertação, partilha, misericórdia, perdão. Aonde estiverem, ele não condiciona a sua presença a um lugar. Logo, aonde existe comunhão celebrada no nome de Jesus, ali ele está.</p>
<p>8.3 “e era-lhes sujeito”. Aqui faço uma recomendação a todos os filhos, principalmente aos mais jovens, nessa geração rebelde e insubmissa, Jesus se nos apresenta como um modelo de filho a seguir; Sigamos seu exemplo!</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CONCLUSÃO</span></strong></p>
<p>Quero concluir destacando o tema da alegria tão presente nos capítulos que estudamos.  A idéia de regozijo ou alegria aparece pelo menos 19 vezes. Maria se alegrou, Simeão se alegrou, Ana se alegrou, Zacarias também se alegrou, os pastores enfim. Boas-novas trazem alegria! Jesus é a boa noticia de Deus ao mundo, Vamos anunciá-lo. Nossa igreja deve ser uma comunidade alegre, simpática, feliz, bonita. A alegria do senhor é a nossa força. Hoje é dia de alegria, é dia de celebração: Deus entrou definitivamente em nossa história!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/08/06/o-anuncio-do-nascimento-e-da-infancia-de-cristo-lucas-1-e-2-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Discipulado: Um convite radical!</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/31/discipulado-um-convite-radical/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/31/discipulado-um-convite-radical/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 17:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/31/discipulado-um-convite-radical/</guid>
		<description><![CDATA[“E disse a todos: Aquele que quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:21) 1-    O discipulado de Jesus é um projeto para todos; 1.1    Não é uma proposta sectarista, tribal nem tampouco seletiva. Aquele que quiser&#8230; O único requisito para ser discípulo é querer. O convite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“E disse a todos: Aquele que quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:21)</strong></p>
<p><strong>1-    O discipulado de Jesus é um projeto para todos;</p>
<p></strong>1.1    Não é uma proposta sectarista, tribal nem tampouco seletiva. Aquele que quiser&#8230; O único requisito para ser discípulo é querer. O convite ao discipulado não é um forçoso, violento. Não somos marionetes controladas por Deus. Quem quiser venha a mim e beba, disse Jesus. Ser discípulo de Jesus é um convite também para você!!!!! Não fique de fora! Basta querer!</p>
<p>1.2    “vinde todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei&#8230;”Mateus 11:28. O discipulado é uma proposta holística que envolve o ser humano totalmente.</p>
<p><strong>2-    A adesão ao discipulado de Jesus é um ato de liberdade;</strong></p>
<p>2.1 Após Jesus&#8230; É Jesus quem nos faz seus discípulos. O discipulado é um desafio de seguir a Jesus. Ele é o modelo de filho ideal que Deus deseja. Ser como Jesus, é o grande desafio do discípulo!</p>
<p>2.2 Jesus não suprime a liberdade humana ao apresentar-lhe o projeto de Deus. Quem algema, oprime e rouba é o diabo. Jesus liberta. (leia Marcos 5: 1-20)</p>
<p>2.3 “Se, pois o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. A liberdade é uma vocação humana. Preso, o ser humano perde o brilho da vida. Ao devolver-nos a liberdade, Jesus nos reconcilia com Deus e nos aproxima da nossa vocação primordial. (Leia Gálatas 5:1)</p>
<p><strong>3-Discipulado envolve a negação de si mesmo;</strong></p>
<p>3.1 Quem segue a Cristo não se perde, pelo contrário se encontra, se acha. Devemos negar a centralidade do nosso eu com relação ao governo da nossa própria vida. Cristo, através do seu Espírito, é quem deve governar e orientar a vida do discípulo.</p>
<p>3.2 Negar a si mesmo e assumir a cruz são os fundamentos do discipulado. Ninguém pode seguir a cristo sem antes, crucificar o seu eu e abraçar o compromisso apresentando na cruz.</p>
<p><strong>4-Discipulado é convite de desafios.</strong></p>
<p>4.1 Cruz é símbolo de radicalidade, de compromisso. Na cruz Jesus se compromete conosco. Na Cruz o amor se revela em sua forma plena!</p>
<p>4.2Tomar a cruz é se solidarizar com a dor do outro. Ao assumir com Cristo “A cruz” estou me comprometendo com o projeto de Deus (vida e liberdade para todos). Carregando a cruz eu me identifico com as mesmas paixões do meu Senhor!</p>
<p>4.3 “Para os que perecem a palavra da cruz é loucura, mas para nós que somos salvos, é o poder de Deus.” (1Co. 1:18)</p>
<p>Em suma: Para ser discípulo, segundo o nosso texto básico, é preciso querer, negar a centralidade do nosso eu com relação ao governo da nossa própria vida e se identificar, carregando a cruz, com as mesmas paixões do Cristo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/31/discipulado-um-convite-radical/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Igreja: Comunidade do Serviço</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/14/igreja-comunidade-do-servico/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/14/igreja-comunidade-do-servico/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 18:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/14/igreja-comunidade-do-servico/</guid>
		<description><![CDATA[Texto: Lucas 10:25-37 Nesta parábola, Jesus apresenta três modos de Ser e de Viver: o dos assaltantes, o do sacerdote e levita e o do samaritano. Contudo, nesta oportunidade, o modo de SER e VIVER que nos interessa é o do Bom Samaritano. Com ele vamos aprender algumas lições sobre o serviço. Esse será o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto: Lucas 10:25-37</p>
<p>Nesta parábola, Jesus apresenta três modos de Ser e de Viver: o dos assaltantes, o do sacerdote e levita e o do samaritano. Contudo, nesta oportunidade, o modo de SER e VIVER que nos interessa é o do Bom Samaritano. Com ele vamos aprender algumas lições sobre o serviço. Esse será o pão nosso de hoje!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1-      </strong><strong><u>Servir é a ter a visão da compaixão;</u></strong></p>
<p>Por três vezes o verbo ver aparece no texto. Sinalizando a importância da visão.O assaltante tem os olhos da ambição, o sacerdote e levita os olhos da exclusão. Os olhos do samaritano são os da compaixão. O texto nos diz que ele moveu-se de intima compaixão. A sua visão era a da compaixão. Jamais serviremos se não tivermos o olhar da compaixão.  Contudo, o ato de ver do samaritano não se reduz apenas à uma constatação do assalto e espancamento que acontecera ali. A visão não tem valor sem a ação. Não basta apenas ver (analisar, constatar, perceber, contemplar) é fundamental agir (interferir, cuidar, servir, amar). Em suma: Aqueles que tem os olhos da compaixão se mobilizam para servir.</p>
<p><strong>2-      </strong><strong><u>Servir é estar disposto a correr riscos;</u></strong></p>
<p>O trecho que ligava Jerusalém a Jericó era muito perigoso. Tanto é que ali os assaltos eram freqüentes. Parar ali para ajudar um estranho era uma enrascada. Todavia, o samaritano não se importa com isso. Ele corre o risco. Ele não pensa em si, pensa no outro. Servir é dar de si antes de pensar e si. Não há nada melhor do que correr riscos em nome do amor!</p>
<p><strong>3-      </strong><strong><u>Servir &#8220;é fazer o bem sem olhar a quem&#8221;</u></strong></p>
<p>Na época de Jesus existia uma grande e acirrada discussão sobre a questão do próximo. Para o judeu o próximo era o seu conterrâneo. Ao contar a parábola Jesus amplia e inverte o conceito do próximo. A grande questão não é quem é o meu próximo, mas de quem eu estou sendo próximo (Vv. 36,37). Logo, devemos ser próximo de todo aquele que nós encontrarmos nos caminhos da vida. O samaritano não fez perguntas sobre a nacionalidade, condição financeira ou posição social daquele que estava caído. Essas questões eram secundárias. O importante era a vida. Ao servir vamos esquecer os rótulos, os títulos, pois devemos fazer o bem a todos, até mesmo ao nosso inimigo (Romanos 12: 20,21).</p>
<p><strong>Conclusão: </strong>&#8220;Vai e faze da mesma maneira&#8221;. Serviço é o amor em prática, em atos concretos. Portanto, vamos servir com o olhar da compaixão; servir, mesmo que isto coloque em risco a nossa vida; servir a todos sem distinção. Que o Senhor tenha misericórdia de nós!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/14/igreja-comunidade-do-servico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Desafios do Discipulado</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/desafios-do-discipulado/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/desafios-do-discipulado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 21:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/o-desafio-de-ser-discipulo-de-jesus/</guid>
		<description><![CDATA[Tema: O desafio de ser discípulo de Jesus &#8211; Marcos 1:14-20 - Seguir a Jesus requer rompimento total (Eles estavam concertando as redes v.19) 1.1 &#8211; Simbolicamente podemos afirmar que o ato de concertar as redes refere-se a um velho modo de se viver. Eles estavam remendando o que já não prestava. 1.2 &#8211; A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tema: O desafio de ser discípulo de Jesus &#8211; <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mc/1/14-20+">Marcos 1:14-20</a></strong></p>
<p>- <strong><u>Seguir a Jesus requer rompimento total (Eles estavam concertando as redes <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mc/1/19+">v.19</a>)</u></strong></p>
<p>1.1 &#8211; Simbolicamente podemos afirmar que o ato de concertar as redes refere-se a um velho modo de se viver. Eles estavam remendando o que já não prestava.</p>
<p>1.2 &#8211; A proposta do discipulado cristão não é um remendamento de vida. Em Cristo, o discípulo tem vida nova. Jesus não quer remendar as nossas vidas, Ele deseja fazer tudo novo! Discipulado: é Deus através do seu Espírito reconstruindo em nós a imagem de Cristo, isto é, a imagem de filho que Ele (Deus) deseja.</p>
<p>1.3 &#8211; Assim sendo, para ser discípulo de Jesus é preciso ter coragem para abandonar a velha vida e os seus feitos, e, abraçar comprometidamente a nova vida que Deus nos propõe em Cristo.</p>
<p>- <strong><u>A convocação para o discipulado tem caráter de urgência (O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mc/1/14-15+">Vv.14,15</a>)</u></strong></p>
<p>2.1 &#8211; O Reino de Deus é um hoje já dado e não o futuro a ser esperado (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/lc/17/20-21+">Lucas 17:20,21</a>). Deus não quer reinar amanhã, Ele deseja reinar agora, imediatamente.</p>
<p>2.2 &#8211; Precisamos romper com a comodidade. Devemos sair da nossa zona de conforto. O mundo está contaminado pelo pecado (faces do pecado: individualismo, egoísmo, violência, desigualdade social, fome, injustiça, competição etc). Eis aí a justificativa para a urgência do anúncio do evangelho do Reino de Deus. Deus quer inaugurar novos céus e nova terra. A implantação do Reino de Deus na história depende também de mim.  O Reino de Deus é o único remédio para este mundo enfermo!</p>
<p>- <strong><u>O Discipulado de Jesus apresenta um novo estilo de vida ( eu vos farei pescadores de homens <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mc/1/17-18+">Vv.17,18</a>)</u></strong></p>
<p>3.1 &#8211; É Jesus quem nos torna seus discípulos. Não nos tornamos discípulos porque somos bonzinhos, e, sim, porque a vida e prática de Jesus nos converte, nos transforma e nos desafia.</p>
<p>3.2 &#8211; Jesus utiliza a profissão daqueles homens para indicar qual seria a função deles no seu Reino. O mar na simbologia bíblica representa o mal. O pescador é aquele que enfrenta constantemente os desafios do mar. A missão dos discípulos tinha como alvo o resgate das pessoas da realidade do mal e da opressão para introduzi-las na comunidade dos discípulos do Cristo de Deus.</p>
<p>3.3 &#8211; Deste modo, nos tornamos discípulos para anunciar e promover libertação. O discípulo é um agente de libertação! O Discípulo entra em combate com o mal e a realidade de opressão a fim de resgatar vidas.</p>
<p>- <strong><u>Perguntas para reflexão</u></strong></p>
<ol>
<li>O que significa para nós &#8220;deixar as redes&#8221; a fim de seguir a Jesus?</li>
<li>Como podemos ser discípulos de Jesus e, portanto, &#8220;pescadores de homens&#8221;?</li>
</ol>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/desafios-do-discipulado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Igreja: Comunidade do Testemunho II</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-ii/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 21:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-2/</guid>
		<description><![CDATA[Texto: João 20: 19-23 Neste estudo refletiremos sobre alguns aspectos da missão da igreja. A missão está relacionada a finalidade da igreja. A igreja não existe para si mesma. Logo, quando a igreja vive para si mesma ela perde a sua finalidade. A função principal da igreja é anunciar o Reino de Deus que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto: <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/20/19-23+">João 20: 19-23</a></strong></p>
<p>Neste estudo refletiremos sobre alguns aspectos da missão da igreja. A missão está relacionada a finalidade da   igreja. A igreja não existe para si mesma. Logo, quando a igreja vive para si   mesma ela perde a sua finalidade. A função principal da igreja é anunciar o   Reino de Deus que se revelou plenamente na vida e na prática de Jesus.</p>
<p>Conforme   o texto básico, vejamos algumas facetas da missão da igreja:</p>
<p><strong>1 &#8211;   Missão de Paz</strong><br />
A   igreja deve proclamar o SHALOM (=Paz, bem -estar, prosperidade etc.) de Deus.   Essa paz trás harmonia para o nosso ser mesmo quando estamos cercados por   problemas. Como vimos, shalom é um termo abrangente, que contempla todos os   aspectos da existência humana. Portanto, a luz da palavra shalom, devemos   entender a missão da igreja a partir da totalidade da vida humana. Os   discípulos estavam atemorizados. Logo, a saudação de Jesus &#8220;paz seja   convosco&#8221; pretendia derrotar o medo e instaurar a confiança irrestrita em   Deus e no seu projeto. Jesus está vivo não precisamos temer. A vida venceu!</p>
<p><strong>2 &#8211;   Missão No Espírito</strong><br />
A   igreja não pode cumprir a sua missão sem o Espírito. O Espírito é a presença   do próprio Jesus na Igreja e no mundo. Jesus sopra o seu espírito sobre os   seus discípulos. Jesus repete a cena do Gênesis quando Deus sopra o fôlego da   vida no ser humano. O Espírito é a própria vida de Deus em Nós. Jesus sopra a   sua vida nós seus discípulos! O Espírito os animaria, os encorajaria no   cumprimento da missão. Com o espírito jamais perderemos o fôlego, o ânimo no   cumprimento da nossa missão.</p>
<p><strong>3 &#8211; Missão de Perdão</strong><br />
Atemorizados   e com um latente sentimento de culpa pela morte do mestre, os discípulos se   enclausuram numa casa. Essa cena nos leva ao seguinte entendimento: Quando   estamos possuídos pelo medo e tomados por um sentimento de culpa, a nossa   tendência é para o auto-isolamento. A culpa enjaula, prende o ser humano.   Todavia, o perdão de Jesus liberta. Devemos anunciar o perdão que liberta,   que encoraja e instrumentaliza para a vida. A igreja deve anunciar o perdão   restaurador de Deus! Estamos num mundo repleto de pessoas feridas, magoadas,   complexadas. O perdão de Deus é o remédio para a cura da nossa alma ferida.</p>
<p><strong>4 &#8211;   Missão do Juízo</strong><br />
O   Juízo está ligado a profecia. A igreja deve profetizar o juízo de Deus para   este mundo injusto. O juízo de Deus desmascarará toda a podridão que está   escondida nas vidas e nos sistemas desumanos. Devemos, portanto, denunciar o   pecado e anunciar a vida.</p>
<p>Vivemos num mundo violento, injusto,   desigual. Com certeza esse não é o mundo que Deus sonhou para nós! Quando a   igreja anuncia o Juízo de Deus ele questiona e denuncia esse mundo.</p>
<p>Conclusão:   Que Possuídos pelo Espírito de Jesus anunciemos a paz para os atemorizados, o   perdão para os que estão enjaulados na culpa e o juízo de Deus para os   sistemas injustos. Eis a nossa tarefa! Eis a nossa missão!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-ii/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Igreja: Comunidade do Testemunho I</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-i/</link>
		<comments>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-i/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 21:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho/</guid>
		<description><![CDATA[Texto: João 12: 1-11 Idéias introdutórias: Eles estavam reunidos em casa. Casa é espaço de intimidade e comunhão; Refeição- Espaço de fraternidade e partilha. A casa dos irmãos lazaro, marta e Maria representa o modelo de comunidade que Jesus deseja. 1 &#8211; Marta servia. Igreja é comunidade do serviço. 1.1 &#8211; Naquele tempo só as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto: <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/12/1-11+">João 12: 1-11</a></strong></p>
<p><strong>Idéias introdutórias:</strong></p>
<ol>
<li>Eles estavam reunidos em casa. Casa é espaço de intimidade e comunhão;</li>
<li>Refeição- Espaço de fraternidade e partilha.</li>
</ol>
<p>A casa dos irmãos lazaro, marta e Maria representa o modelo de comunidade que Jesus deseja.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>1 &#8211;      </em></strong><strong><em><u>Marta servia. Igreja é comunidade do serviço. </u></em></strong></p>
<p>1.1 &#8211; Naquele tempo só as pessoas livres se sentavam à mesa para tomar as refeições. Servir a mesa era tarefa destinada aos escravos e as mulheres.</p>
<p>1.2 &#8211; Jesus faz o mesmo que Marta, serve. No <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/13">capítulo 13</a>, ele mesmo serve a refeição e lava os pés dos discípulos. ( adesão a espiritualidade do serviço apresentada por Marta)</p>
<p>1.3 &#8211; O exemplo de Marta nos apresenta a contra-lógica do poder no Reino de Deus. Livre não é aquele que é servido, mas, antes, aquele que se dispõe para servir.</p>
<p>1.4 &#8211; A virtude não está em quem é amado ou servido, mas em quem ama e serve. Consoante o Pr. Adelson, &#8220;serviço é o amor com trajes de trabalho&#8221;.</p>
<p><strong><em>2 &#8211;      </em></strong><strong><em><u>Maria Adorava. Igreja é comunidade de adoração.  </u></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>2.1 &#8211; Maria adora a Jesus. Ele é o foco, o alvo da sua adoração inusitada, criativa e provocante. A adoração de Maria não era xerocada, não era mimética (imitação) era genuína, uma flor que brotara no solo do seu coração.</p>
<p>2.2 &#8211; Maria nos ensina que adoração é essência e não forma.</p>
<p>2.3 &#8211; Adoração é atitude de entrega total. (tudo que temos e somos)</p>
<p>2.4 &#8211; Maria é criticada. Judas representa aqueles que não conseguem adorar, nem mesmo entender seu sentido pois seus interesses mesquinhos não permitem.</p>
<p>2.5 &#8211; A adoração contagia todo o ambiente. A fragrância da adoração deve envolver a casa de Deus.</p>
<p><strong><em>3 &#8211;      </em></strong><strong><em><u>Lázaro testemunhava. Igreja é comunidade do testemunho. </u></em></strong></p>
<p>3.1 &#8211; Lázaro representa aqueles que testemunham com a vida. As palavras são dispensáveis quando a vida fala mais alto.</p>
<p>3.2 &#8211; O testemunho de Lázaro irrita os religiosos, pois através dele as pessoas estavam se encontrando com Jesus. Testemunhar é isso, promover encontro das pessoas com o Cristo de Deus.</p>
<p>3.3 &#8211; Nossa vida deve ser caminho para conduzir as pessoas para O CAMINHO. Nossa vida deve ser manifestação nítida da ação revitalizadora do ressurreto.</p>
<p><strong><u>Conclusão:</u></strong> Que a nossa igreja seja parecida com a casa de Maria, Marta e Lázaro. Espaço de serviço, adoração e testemunho, levando todos a um encontro transformador com o Cristo de Deus.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ibjequiezinho.com/site/2007/10/05/igreja-comunidade-do-testemunho-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

