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	<title>Igreja Batista de Jequiezinho</title>
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			<title>Igreja Batista de Jequiezinho</title>
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		<title>Quando o demolir é necessário ao edificar</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 22:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Em algumas situações torna-se impossível edificar se não estivermos dispostos a demolir. Não conseguiremos edificar uma nova realidade na nossa igreja se não tivermos a coragem de demolir velhos conceitos, posicionamentos e atitudes. O “Eu, porém vos digo” de Jesus como contraponto à espiritualidade dos fariseus e saduceus tinha como seu fundamento “o que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong>Em algumas situações torna-se impossível edificar se não estivermos dispostos a demolir. Não conseguiremos edificar uma nova realidade na nossa igreja se não tivermos a coragem de demolir velhos conceitos, posicionamentos e atitudes. O “Eu, porém vos digo” de Jesus como contraponto à espiritualidade dos fariseus e saduceus tinha como seu fundamento “o que foi dito pelos antigos” ou Moisés como sinônimo da torah (lei) nos remete inevitavelmente a essa idéia.</p>
<p>Assim sendo, temos de um lado a interpretação farisaicamente hipócrita da Lei, sua rigorosidade, seu literalismo, seu zelo pela exterioridade. Do outro, Jesus e sua ética centrada na vida, sua proposta libertadora, sua compreensão do ‘espírito’ da lei, a verdade que liberta. Os antigos disseram: <strong>“não cometerás adultério”</strong>, Jesus, porém diz: <strong>“Se você olhar para uma mulher com intenção impura no coração já cometeu adultério”</strong>. A interpretação de Jesus do sétimo mandamento é, por assim dizer, demolidora. Desmascara a hipocrisia daqueles que não necessariamente levavam uma mulher, que não a sua, para a cama, mas cujo coração era um prostíbulo de malícias e perversidades. Neste prisma, a verdade do evangelho só é edificada em nós, quando demolimos a presunção de viver a partir da lei. O nosso apego ao “que foi dito pelos antigos”, não permite que ocorra em nós uma legítima experiência com o “Eu, porém vos digo” que liberta para a vida plena.</p>
<p>O apóstolo Paulo escrevendo aos gálatas parece concordar com a minha tese. Ao longo da sua carta, Paulo exorta a igreja da Galácia a demolir o ‘prédio’ da circuncisão (Gl. 6:15), a ‘torre’ da dissimulação que tinha em Pedro sua referência, posto que ele se ‘comportava como camaleão’, mudando de ‘cor’ a depender da situação e ambiente (Gl. 2:7-16). O apelo paulino é enfático, não podemos caminhar na Graça, se estivermos apoiados nas muletas da lei e seus derivados. O fruto do Espírito (Amor) só pode ser edificado na vida daquele que confia que pela Graça de Deus é possível demolir as obras da carne (Gl. 6:16-26). Na perspectiva de Paulo, o que somos, somos pela Graça!</p>
<p>Pensando na nossa realidade, o que precisamos demolir para edificarmos uma nova realidade em nossa igreja? Vamos demolir a indiferença com o amor, vamos demolir o ódio com o perdão, vamos demolir o individualismo com a comunhão, vamos demolir o egoísmo com a generosidade&#8230; Acrescente a lista o que precisa ser demolido e edificado! A edificação de uma nova comunidade de fé depende também de você! E então? Qual a sua resposta?</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Tristeza que edifica</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo que provém de Deus é tão benéfico à nossa vida que até a tristeza segundo Ele nos é saudável e necessária. Pelo menos é o que foi dito pelo apóstolo Paulo na segunda carta dirigida a igreja de Corinto. Diz ele: “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo que provém de Deus é tão benéfico à nossa vida que até a tristeza segundo Ele nos é saudável e necessária. Pelo menos é o que foi dito pelo apóstolo Paulo na segunda carta dirigida a igreja de Corinto. Diz ele: <strong><em>“Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte” (2 Co. 7:10). </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>A lembrança deste texto me ocorreu quando lia o segundo capítulo do livro de Neemias para meditação do culto de terça (16/02/10). Neemias estava muito triste por causa da situação caótica de Jerusalém e do seu povo. Neemias (copeiro), que sempre se apresentava ao Rei Artaxerxes com a alegria no rosto, não pôde disfarçar a tristeza que tomava conta do seu coração.</p>
<p>Depois desta leitura fiquei a pensar num tipo de tristeza que faz bem a nossa alma, que nos devolve a sobriedade, que não permite que fiquemos alienados ante ao caos que está a nossa volta. Tristeza semelhante a de Neemias que se instala em nós como fruto da compaixão, capacidade de sentir a dor do outro como se fosse nossa. Tristeza divina na perspectiva de Paulo que produz arrependimento, isto é, expansão da consciência, coragem para refazer a vida e repensar valores.</p>
<p>Prosseguindo na leitura do capítulo dois de Neemias cheguei ao versículo dez que registra a revolta e o descontentamento (tristeza diabólica<em>) </em>de Tobias e Sambalate por causa dos planos de Neemias que objetivavam a reconstrução das muralhas de Jerusalém, bem como a reconstrução da vida do povo de Israel. A tristeza dos opositores de Neemias é o ápice da maldade e perversidade humana, posto que pior do que não ter compaixão de ninguém, é se entristecer com a compaixão dos outros.</p>
<p>Assim como o rei viu a tristeza do rosto de Neemias por causa do seu povo, que se veja no nosso rosto a tristeza pela destruição do planeta; que se veja no nosso rosto a tristeza pela vida humana que tornou-se descartável; que se veja no nosso rosto a tristeza pelos jovens destruídos pelo crack; que se veja no nosso rosto a tristeza pela espiritualidade consumista e individualista que ganha notoriedade em nossas igrejas&#8230; Que se veja tristeza em nós, posto que a tristeza como sinônimo de lucidez e como convite ao arrependimento faz um bem imensurável à nossa vida!</p>
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		<title>Palavras que Edificam</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 13:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nada é onde falta a palavra” essa assertiva aponta para a importância da  palavra. A Bíblia também confirma isso quando relata que o mundo veio a existir a partir da palavra criadora e criativa de Deus (“E disse Deus: haja luz. E houve Luz” Gn. 1:3) ou quando Deus dá ordem ao homem para criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“Nada é onde falta a palavra”</em></strong> essa assertiva aponta para a importância da  palavra. A Bíblia também confirma isso quando relata que o mundo veio a existir a partir da palavra criadora e criativa de Deus (<strong><em>“E disse Deus: haja luz. E houve Luz” Gn. 1:3</em></strong>) ou quando Deus dá ordem ao homem para criar o mundo conceitual, dando nome às coisas (<strong><em>“&#8230;e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo&#8230;” </em></strong>Gn. 2:19,20).</p>
<p>Nesta pastoral, entretanto, quero sublinhar uma palavra que não deve fazer parte da nossa vida. O apóstolo Paulo escrevendo aos efésios nos diz qual é: “<strong><em>Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”</em></strong> (Ef. 4:29). Numa leitura imediata pensamos que palavra torpe refere-se a palavras de baixo calão, palavrão ou de cunho chulo. A palavra grega para torpe é <em>saprós</em> que significa ‘podre’. Neste versículo o apóstolo destaca o uso formativo da palavra já que no versículo 25 do mesmo capítulo ele havia apresentado o caráter informativo da mesma. Nesta perspectiva, as nossas palavras podem formar ou deformar, podem ser canal da graça ou instrumento da desgraça, podem ser caminho do crescimento ou porta da corrupção.</p>
<p>A palavra torpe está num contexto de relacionamento. Logo, a palavra podre pode destruir a vida do outro, estraçalhar seus sonhos, esmagar seus sentimentos. O que me espanta é que muita gente, supostamente piedosa, é incapaz de pronunciar um palavrão, mas é capaz de proferir contra o seu irmão palavras tão duras e impiedosas a ponto de arrasar uma vida por muito tempo. Não seria a palavra que destrói o outro o pior de todos os palavrões?</p>
<p>Destarte, somos desafiados pelo apóstolo Paulo a pronunciar palavras graciosas, palavras que edificam, que constroem no outro realidades de paz, de esperança, de justiça e de amor.</p>
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		<title>Encontros e Despedidas</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 18:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ Esta semana tive uma experiência que marcou profundamente a minha vida ministerial. As experiências, quando discernidas, nos ajudam na edificação da nossa história, nos permitem revisar e repensar a nossa vida e nossa postura diante dela, promovem maturidade e inevitavelmente se desdobra em riqueza de aprendizados.
Estive quarta-feira (03/02/10) na casa do Pr. Júlio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong>Esta semana tive uma experiência que marcou profundamente a minha vida ministerial. As experiências, quando discernidas, nos ajudam na edificação da nossa história, nos permitem revisar e repensar a nossa vida e nossa postura diante dela, promovem maturidade e inevitavelmente se desdobra em riqueza de aprendizados.</p>
<p>Estive quarta-feira (03/02/10) na casa do Pr. Júlio de Santana e Enildes a fim de revê-los depois do mês de férias. Ocasionalmente apareceu Wilma que também passou a comungar do nosso diálogo. Depois de horas de conversa tive que retornar para casa a fim de levar Fannie ao trabalho. Deixei programada para o dia seguinte uma visita a ir. Maria Marcelo, sogra de Wilma, que estava enferma e muito debilitada. No outro dia pela manhã (04/02/10), ao chegar ao gabinete pastoral, recebi a notícia do seu falecimento. Confesso que se eu soubesse que o dia da despedida estava tão perto, não teria adiado o nosso encontro. Na quinta-feira a tarde despedimo-nos da irmã Maria. Ela, por sua vez, foi ao encontro do seu Senhor. A imprevisibilidade da despedida nos desafia a valorizar cada possibilidade de encontro com o outro. A partir dessa experiência, sinto-me desafiado por Deus a valorizar nesta vida cada possibilidade de encontro.</p>
<p>A vivência na igreja e também fora dela nos possibilita muitos encontros. Na igreja, em destaque, encontramos pessoas com suas debilidades e potencialidades (como é próprio de todo ser humano). A peculiaridade de cada irmão enriquece a nossa capacidade de estabelecer relações fraternas. Sendo assim, crescemos a cada encontro, pois recebemos um pouco de alguém e damos um pouco de nós; é como se nos multiplicássemos nas pessoas e elas em nós. A Bíblia, em geral e os Evangelhos, em particular nos apresentam essa idéia quando narra os encontros de Deus com o seu povo e de Jesus com diversas pessoas (Samaritana, Zaqueu, Bartimeu etc.), especialmente com indivíduos rejeitados pela religião oficial e pela sociedade de então.</p>
<p>Destarte, cada encontro trás consigo também a possibilidade de desencontros. Oremos ao Senhor para que pelo poder da Sua graça e do Seu amor possamos construir uma igreja que saiba lidar com os desencontros e que não perca a oportunidade de ser espaço de encontro com Deus e de encontro com o outro.</p>
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		<title>Entre Esperança e Edificação</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 16:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o ano que finda, dedicamo-nos a examinar os mais diversos assuntos relacionados ao nosso tema gerador: a ESPERANÇA. Pensamos sobre os fundamentos da Esperança que há em nós, nas formas em que o nosso Deus a alimenta cotidianamente e também na necessidade de nos retroalimentarmos enquanto corpo de Cristo. Certamente são inúmeros os desafios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o ano que finda, dedicamo-nos a examinar os mais diversos assuntos relacionados ao nosso tema gerador: <strong>a ESPERANÇA</strong>. Pensamos sobre os fundamentos da Esperança que há em nós, nas formas em que o nosso Deus a alimenta cotidianamente e também na necessidade de nos retroalimentarmos enquanto corpo de Cristo. Certamente são inúmeros os desafios que trazemos no peito e é pulsante o nosso desejo de sermos presença esperançosa num mundo de tanto desalento.</p>
<p>Entretanto os nossos desafios enquanto Igreja de Cristo não findam por aí. O tema proposto para a nossa reflexão durante o ano que se inicia traz consigo o desafio da <strong>EDIFICAÇÃO.</strong> Este termo traz para nós, pelo menos, duas vertentes do edificar (poderíamos ainda utilizar os sinônimos: erguer, levantar, construir):</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>1)Edificação do espaço, sentido físico</strong>: sabemos que, à luz do novo testamento, o ser humano é o templo do Espirito Santo. O Espírito de Deus, portanto, não habita mais em templos feitos por mãos humanas (mentalidade que vigorava no antigo testamento). Entretanto, essa consciência não nos habilita a descuidarmos do nosso espaço físico, da nossa casa de oração, espaço no qual o povo de Deus se reúne para a adoração em comunhão. <strong><em>&#8220;Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me deleitarei, e serei glorificado, diz o Senhor&#8221;. Ageu 8:1</em></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>2)Edificação do corpo de Cristo, sentido existencial</strong>: a nossa natureza caída tende ao movimento oposto àquele sugerido pelo verbo &#8211; levantar, erguer – constantemente nos pegamos em atitudes pertencentes ao velho homem, àquele que não teve um profundo e real encontro com o Cristo de Deus. Assim, levantamos falsos contra os nossos irmãos, somos egoístas em nossas atitudes e não nutrimos um coração puro. Muitos de nós imaginamos que, por estarmos constantemente na igreja, já estamos com a nossa alma plenamente edificada. Edificação é um projeto que levaremos conosco enquanto durar a nossa existência. Aqueles que andam com o Senhor precisam revelar a imagem d’Ele, para que o Seu nome seja glorificado em nós!</p>
<p>Para que possamos prosseguir com o projeto de edificação ao qual estamos nos propondo na orientação do Espírito de Deus, não poderemos abrir mão dos preciosos ensinamentos sobre a Esperança que tivemos neste ano, visto que precisaremos ser diariamente revisitados pela esperança em Cristo, em nosso próximo e em nós mesmos. Precisamos crer que juntos somos capazes de construir uma realidade física e existencial melhor do que esta que hoje temos. Precisamos ainda pedir discernimento do Espírito de Deus para percebermos o papel que podemos desempenhar em nossa igreja, a fim de colaborarmos em amor para que os planos de Deus se efetivem entre nós, e para que se cumpra o que o apóstolo Paulo sugere em Efésios 3:17-19 “&#8230; <strong><em>que Cristo habite pela fé em vossos corações, a fim de que, arraigados e fundados em amor, sejais plenamente capazes de compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede a todo conhecimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus&#8221;.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p align="right">
<p align="right"><strong>Fannie S. Novais<em> </em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esperança Cósmica</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 17:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[A igreja e as mudanças climáticas
Temos assistido e ouvido nos noticiários televisivos o drama do nosso planeta com relação às mudanças climáticas. Mais do que nunca a questão ambiental deve ser inserida na agenda da igreja protestante contemporânea.  Infelizmente, a semelhança do ex-presidente dos EUA, George W. Bush, muitas pessoas (cristãos até) acreditam que “o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>A igreja e as mudanças climáticas</strong></p>
<p>Temos assistido e ouvido nos noticiários televisivos o drama do nosso planeta com relação às mudanças climáticas. Mais do que nunca a questão ambiental deve ser inserida na agenda da igreja protestante contemporânea.  Infelizmente, a semelhança do ex-presidente dos EUA, George W. Bush, muitas pessoas (cristãos até) acreditam que <em>“o efeito estufa é conversa de cientistas que não acreditam em Deus”<strong>.</strong></em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>A conferência em Copenhaga/Dinamarca (07/12/09) aponta para o fato que <em>“devemos reconhecer que as mudanças climáticas podem causar sofrimentos e danos indizíveis, podem cortar o desenvolvimento humano integral e prejudicar a criação. Devemos apoiar, portanto, o desenvolvimento de novos instrumentos financeiros, que permitam enfrentar estes problemas. Precisamos de compromisso na oração comum, na solidariedade com quem sofre os efeitos negativos das mudanças climáticas, numa busca comum de sabedoria e perseverança para mudar os nossos estilos de vida desadequados”.</em></p>
<p>Diante de tudo isso, indago-me: É possível sonhar com um mundo melhor? Creio que sim!  Entretanto, precisamos resgatar alguns valores, a saber:<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1) </strong><strong>PRECISAMOS RESGATAR A ESPIRITUALIDADE DO CUIDADO.</strong> Cuidado com o nosso semelhante e também com o mundo que Deus nos deu. Segundo Boff,<em> “o cuidado é mais fundamental que a razão e a vontade. Se não colocamos cuidado naquilo que fazemos, as coisas se desmantelam e desaparecem”.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>2) </strong><strong>PRECISAMOS RESGATAR O SENTIMENTO DA COMPAIXÃO.</strong> Compaixão pelo planeta, pois na nossa estrutura consta o barro da ‘mãe-terra’! Conforme o apóstolo Paulo: <em>“a criação aguarda a manifestação dos filhos de Deus”</em>. Até quando ficaremos parados ante aos gemidos da criação?</p>
<p><strong>3) </strong><strong>PRECISAMOS RESGATAR A ARTE DE AMAR. </strong>No mundo do interesse pelo lucro, precisamos de pessoas que sejam cultivadoras da arte quase extinta de amar. Afinal de contas, <em>“Deus amou o mundo” e </em>isso significa que Ele não amou apenas o ser humano, mas toda a realidade criacional.</p>
<p><strong>4) </strong><strong>PRECISAMOS RESGATAR A LUZ  DA ESPERANÇA. </strong>A esperança pode vencer o medo, mobilizando-nos pela transformação do nosso mundo. Mas de onde ela virá? Virá de Deus que é o Senhor da história e a governa segundo seu projeto. Atinemos para as palavras de Rubem Alves: <em>“Não lutamos para ter esperança, temos esperança por isso lutamos”. </em>Saíamos, pois, da nossa postura passiva e indiferente à realidade circulante e façamos a diferença hoje, transformando o planeta em que vivemos e, sobretudo, mudando radicalmente o nosso jeito consumista e egoísta de viver neste mundo.</p>
<p>Por conseguinte, a nossa teimosa esperança nos impulsiona a lutar pelas transformações do nosso mundo mesmo sabendo que o fim é inevitável! Esse é o nosso apocalipse!</p>
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		<title>Esperança e Apocalipse</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/12/11/esperanca-e-apocalipse/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 17:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o mês de dezembro nos debruçaremos em reflexão sobre o livro do apocalipse na perspectiva da esperança. O autor das lições é o Pr. Marcos Monteiro. Deste modo, cumpriremos a nossa agenda no que diz respeito ao estudo do tema proposto para este ano. Esperança ficará como a palavra-chave de 2009 e como desafio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o mês de dezembro nos debruçaremos em reflexão sobre o livro do apocalipse na perspectiva da esperança. O autor das lições é o Pr. Marcos Monteiro. Deste modo, cumpriremos a nossa agenda no que diz respeito ao estudo do tema proposto para este ano. Esperança ficará como a palavra-chave de 2009 e como desafio permanente para todos os anos de existência da nossa igreja.</p>
<p>O apocalipse dos livros do NT, quiçá, de toda a Bíblia, é o que mais instiga os leitores, talvez por causa da sua linguagem simbólica, bem como por conta das interpretações equivocadas que fizeram dele ao longo da história do cristianismo.</p>
<p><em> </em></p>
<p>Consoante o teólogo José Bortolini, para abrirmos as portas de compreensão deste livro aparentemente difícil, faz-se necessário usar as chaves certas. No seu livro <strong><em>‘Como ler o apocalipse’</em></strong> ele apresenta sete chaves-interpretativas. A saber:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> 1) Resistência.</span></strong> Era tempo de perseguição religiosa, opressão política e exploração econômica.  Confiando no Deus da liberdade e da vida, o povo explorado se organizou a fim de resistir o Império violento e tirânico.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> 2) Denúncia.</span></strong> Na força da palavra profética as comunidades de Jesus denunciavam o arranjo social proposto por Roma, bem como as diversas formas de idolatria que sedimentavam uma sociedade injusta e perversa.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">3) Celebração.</span></strong> Apesar da perseguição, as comunidades iluminadas pelo poder do ressurreto não deixaram de celebrar a vitória do cordeiro de Deus.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">4) Testemunho. </span></strong>Os primeiros cristãos não abriram mão da sua fé em Jesus mesmo que isso implicasse na perda da própria vida.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">5) Felicidade. </span></strong>A felicidade manifestava-se na possibilidade de participar do banquete do cordeiro de Deus, ou seja, criando uma sociedade justa e fraterna.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">6) Urgência</span></strong><span style="text-decoration: underline;">.</span> O tempo está próximo. Enquanto a Nova Jerusalém não chega é necessário resistir, denunciar, celebrar&#8230;<strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">7) Esperança</span></strong>. O apocalipse não é o livro do medo, mas da esperança. Por quê? Em primeiro lugar, Deus é o Senhor da história e a governa segundo o seu projeto. Em segundo lugar, o cordeiro venceu para sempre a morte. Em terceiro lugar, a Nova Jerusalém desceu do céu para a terra. É possível viver em esperança neste mundo, pois a cidade de Deus está logo ali, no horizonte da nossa história!</p>
<p>Agora é só abrir as portas e vê na casa do apocalipse o que se parece com a nossa vida hoje!</p>
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		<title>O Mandamento do Senhor</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 17:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Encontramos em Deuteronômio 30:11-20 um dos mais belos textos do Antigo Testamento. Esta porção bíblica nos apresenta um projeto de vida fascinante e inigualável, bem como uma convocação para todos aqueles que desejam provar deste manancial de vida plena.
No verso 11 o texto diz: “Ora, este mandamento que hoje te ordeno, não te é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>Encontramos em Deuteronômio 30:11-20 um dos mais belos textos do Antigo Testamento. Esta porção bíblica nos apresenta um projeto de vida fascinante e inigualável, bem como uma convocação para todos aqueles que desejam provar deste manancial de vida plena.</p>
<p>No verso 11 o texto diz: <strong><em>“Ora, este mandamento que hoje te ordeno, não te é difícil demais, nem está longe de ti”.</em></strong> A palavra que na versão em português é traduzida por ‘hoje’, no hebraico é dia (Olam). Assim sendo, o mandamento do Senhor é para hoje, é para o dia. O mandamento é sempre atual, sempre novo. Outrossim, se o mandamento permanecer preso ao passado e não for correlacionado às necessidades e aspirações do homem contemporâneo, ele perde inevitavelmente a sua relevância e significação. A Bíblia é Palavra de Deus porque nos fala existencialmente, porque alcança o homem e a mulher no seu tempo, no seu dia, no seu hoje.</p>
<p>A segunda perspectiva que encontramos no texto supracitado é a proximidade do mandamento. Além de ser sempre atual, ele é também próximo da vida. Atinemos para as palavras dos versículos 12 e 13: <strong><em>“Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Nem está do outro lado do mar, para dizeres: Quem atravessará por nós o mar para que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos?”. </em></strong>O mandamento do Senhor não se separa da realidade concreta, isto é, o mandamento não está divorciado da vida, nem distante de nós. O mandamento não é uma palavra do além, mas, instrução para um viver pleno e livre.</p>
<p>A terceira perspectiva do mandamento do Senhor é o seu caráter existencial. No versículo 14 o texto nos apresenta a seguinte verdade:<strong><em> “Pois esta palavra está muito perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires”.</em></strong> Boca e coração fazem parte da simbologia do corpo. Corpo que é também lugar da Palavra. A palavra de Deus tornou-se corpo, nos diz o evangelho joanino. Corpo e palavra fazem parte da mística divina. Jesus, o Cristo, Palavra que se fez gente! O mandamento do Senhor não precisa mais de tábuas de pedra, posto que, definitivamente, a sua palavra está gravada em nossos corações (Jr. 31:33/II Co.3:3)!</p>
<p>Portanto, o mandamento do Senhor é para instruir o ser humano a uma vivência contínua da liberdade e não para burocratizar a vida com leis opressoras e preceitos alienadores.</p>
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		<title>Resiliência e Esperança</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. José Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo da Física e da Engenharia emprestou às Ciências Humanas uma palavra notavelmente significante: Resiliência. Ela é a capacidade dos materiais de resistirem aos choques. Também “de absorver energia sem sofrer deformações permanentes” (TAVARES, 2001) e de resistir a situações adversas, sem perder o brilho. “Resilientes” são pessoas capazes de resistir as piores crises [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo da Física e da Engenharia emprestou às Ciências Humanas uma palavra notavelmente significante: Resiliência. Ela é a capacidade dos materiais de resistirem aos choques. Também “de absorver energia sem sofrer deformações permanentes” (TAVARES, 2001) e de resistir a situações adversas, sem perder o brilho. “Resilientes” são pessoas capazes de resistir as piores crises sem sucumbir.</p>
<p>A esperança do crente tem esta marca. Falamos muito da paciência de Jó, mas esquecemos que no contexto de suas piores crises, disse: “Eu sei que o meu Redentor vive” (Jó 19:25). Isto é resiliência com esperança e com adoração: “Bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21).</p>
<p>O médico e psiquiatra austríaco Viktor Frankl (1905 – 1997) decidiu atribuir sentido a tudo o que acontecia e a não perder o horizonte da esperança. Preso no campo de concentração de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial descobriu que não eram os mais fortes e saudáveis que viviam mais. Os mais “resilientes” eram aqueles capazes de conferir “sentido à vida”. É de bom alvitre que confessemos Cristo como aquele que dá sentido à nossa vida. Ele é a nossa Rocha, sólida e inabalável, e Supridor fiel de todas as nossas necessidades. Alguém diante de quem pode o crente, com confiança, afirmar: “Senhor, a minha esperança está em Ti” (Sal. 39:7).</p>
<p>A esperança do ímpio morre com ele, na sua morte (Prov. 11:7), mas o crente tem uma esperança que lhe é âncora, segura e firme, nos vendavais da vida (Heb. 619), e por isso não sucumbe. Nos momentos escuros e sombrios da vida, ele sabe para quem voltar o olhar, e é iluminado (Sal. 34:5). O Senhor é a sua luz, a Palavra é lâmpada para os seus pés (Sal. 119:05) e Ele pode despertar em sua memória “o que lhe dar esperança” (Lam. 3:21) e, assim, o seu caminho, como a luz da aurora, vai brilhando mais e mais (Prov. 4:18) para a glória de Deus.</p>
<p>Você já tentou medir o tamanho de sua força? Eis aqui uma medida segura e infalível: “Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força é pequena” (Prov. 24:10).</p>
<p>As crises de nossa vida medem o tamanho de nossa força e a intensidade da esperança que há em nós!</p>
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		<title>A batalha pela fé</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ataíde Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[“Amados, procurando eu escrever-vos, com toda a diligência, acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 1:3)
Para que Jesus cumprisse o plano da salvação, foi preciso morrer. Cristo teve que sofrer como homem, injustamente, a fim de proporcionar a vida abundante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<strong>Amados, procurando eu escrever-vos, com toda a diligência, acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos</strong>” (Judas 1:3)</p>
<p>Para que Jesus cumprisse o plano da salvação, foi preciso morrer. Cristo teve que sofrer como homem, injustamente, a fim de proporcionar a vida abundante, esse foi o seu preço. Ninguém poderia pagá-lo a não ser o Messias, por isso podemos dizer que temos o Pai Eterno e não padroeiro! Quando você sentiu-se chamado para fazer parte da Igreja de Jesus, esse exército convocado para vencer, Deus colocou em seu coração uma arma capaz de vencer os adversários e derrubar os obstáculos: A NOSSA FÉ!</p>
<p>A vida é uma grande batalha, desigual e alguns estão enfrentando o perigo iminente de frente; pois se temerem, serão abatidos. Outros estão no meio do grupo, compondo o número, integrando as equipes que atuarão em diversas áreas. Outros, porém estão lá atrás, apenas esperando o que irá acontecer, sentindo-se protegidos por todos os companheiros que estão à frente. Foi entregue aos santos, a fé necessária para a vida eterna. Aquela que possibilita confiar em Jesus como caminho para Deus Pai, que acredita no Senhor como resgatador da sua alma, para estar com o Senhor para sempre. O Espírito Santo trouxe para você a fé capaz de manter a alegria, a paz, o poder que Jesus outorgou para que Deus te use, faça a diferença neste mundo.</p>
<p>Mas é preciso batalhar para que sejas rico para com Deus e um instrumento iluminado na terra. Há uma batalha na tua mente, onde o ego tenta resistir à vontade de Deus. Há uma batalha diante dos incrédulos, que procuram desanimar-te e colocar a dúvida em você. Há uma batalha contra as situações duras da vida, para que elas diminuam a sua alegria. Há uma batalha dura contra o adversário espiritual e seus comandados, pois que eles não dormirão na tarefa de intentar roubar-te a paz; a perseguição será grande para que o inferno não seja saqueado e eles estudarão até encontrar o ponto-fraco de cada um.</p>
<p>Porém, a nossa fé é o poder de Deus em nós, para vencermos toda e qualquer potestade. Em Cristo Jesus somos mais do que vencedores!</p>
<p align="right"><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Darei eu, por Ti, a minha vida?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 13:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[O questionamento que intitula esta pastoral inspira-se no tema da campanha de missões nacionais deste ano (POR TI DAREI MINHA VIDA). Confesso não poder assumir esta pergunta como afirmação na minha vida. Não sou corajoso a ponto de dar a vida por minha nação. E será necessário?
Quando vi este tema, lembrei-me de Pedro e suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O questionamento que intitula esta pastoral inspira-se no tema da campanha de missões nacionais deste ano <strong>(POR TI DAREI MINHA VIDA)</strong>. Confesso não poder assumir esta pergunta como afirmação na minha vida. Não sou corajoso a ponto de dar a vida por minha nação. E será necessário?</p>
<p>Quando vi este tema, lembrei-me de Pedro e suas afirmações auto-suficientes, quiçá, bem-intencionadas, mas sem uma boa dose de humildade e discernimento. Foi ele quem disse a Jesus: <strong><em>“Se for preciso darei a minha vida por ti”</em></strong> Àquele que conhecia o coração de Pedro retrucou alertando: <strong><em>“Antes que o galo cante, três vezes tu me negarás”</em></strong>. Deus conhece os limites das minhas declarações entusiasmadas!</p>
<p>Acho-me mais parecido com o pai do menino que vivia possesso por um espírito imundo e que diante da afirmação de Jesus: Tudo é possível ao que crê, respondeu com espantosa honestidade: Eu Creio. Ajuda-me na minha falta de fé (Marcos 9:17-27).</p>
<p>O pastor luterano e teólogo alemão, Dietrich Bonhoeffer- prisioneiro de Hitler na Alemanha nazista e morto a mando do próprio ditador sanguinário- pregando aos candidatos ao batismo (09 de abril de 1938) e tomando como base o texto do evangelho de Marcos acima citado, disse: <strong><em>“Eu creio. Ajuda-me na minha falta de fé. Essa é uma palavra muito sóbria. É bom que nos acostumemos desde o início a não usar grandes palavras para falar da nossa fé. Se cremos ou não, será revelado no dia-a-dia; com declarações solenes e juras nada se alcançará. Grandes promessas, ainda que sejam honestas e absolutamente sérias, são as que estão mais próximas da negação. Deus proteja a vocês e a todos nós de tal situação.”</em></strong></p>
<p>O meu questionamento inicial: “será necessário?” parte do princípio de que Deus já se antecipou nessa tarefa. Ainda que nos animemos a morrer por alguém, jamais atingiremos o nível de profundidade do amor divino que nos alcançou quando ainda éramos pecadores, como nos diz o apóstolo Paulo (Romanos 5:6-8).</p>
<p>Por conseguinte, talvez exista alguém disposto a dar sua vida pelo Brasil. Desejo, todavia, reconhecendo os limites do meu compromisso com o Reino de Deus e assumindo honestamente o andar cambaleante do meu discipulado, com a ajuda do Espírito Santo, anunciar Àquele que espontaneamente deu a sua vida por mim, por nós, pelo Brasil, por todas as nações! Amém!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Marco inicial dos Batistas no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 13:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Não é todo dia que uma denominação cristã completa 400 anos de história! Foi o Deus eterno que nos conduziu até aqui e continuará dirigindo a história da sua igreja! Nesta pastoral, apresento de forma sumariada, uma discussão sobre o marco inicial dos batistas no Brasil. Apropriei-me do livro de Marcelo Santos: O Marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Não é todo dia que uma denominação cristã completa 400 anos de história! Foi o Deus eterno que nos conduziu até aqui e continuará dirigindo a história da sua igreja! Nesta pastoral, apresento de forma sumariada, uma discussão sobre o marco inicial dos batistas no Brasil. Apropriei-me do livro de Marcelo Santos: O Marco Inicial Batista: História e Religião na América Latina à partir de Michel de Certeau, para partilhar com os irmãos e irmãs as raízes históricas dos batistas em solo tupiniquim.</p>
<p>A problemática do marco inicial dos batistas gira em torno das argumentações de José Reis Pereira e Betty Antunes de Oliveira. O Primeiro advoga que o marco inicial dos Batistas no Brasil tem como sede a cidade de Salvador-Ba em 1882. Pois, um trabalho religioso deve estar ligado a uma atividade missionária e com objetivos explicitamente conversionistas. Logo, o marco dos batistas não pode ser em Santa Bárbara, já que tal igreja surgiu com o intuito de atender as necessidades sentidas pelos batistas imigrantes. Em contraposição, Betty Antunes afirma que o marco do início do trabalho batista no Brasil encontra-se em  Santa Bárbara em 10 de setembro de 1871, visto que os próprios missionários que fundaram o trabalho em Salvador trouxeram cartas de transferência de Santa Bárbara. Assim sendo, notifica-se na escrita de Reis Pereira o lugar hermenêutico que busca a afirmação de uma ideologia de missão que está ligada ao protestantismo de missão. Já na escrita de Betty Antunes identifica-se o lugar hermenêutico interessado no resgate histórico-religioso ligado ao protestantismo de imigração, o que representa uma ameaça à afirmação de ideologia de missão proposta por Reis Pereira.  Mesmo tentando ser imparcial na definição do marco inicial batista, o autor Marcelo Santos deixa transparecer no seu texto, uma valorização maior a tese de Betty Antunes, levando em consideração desde seu lugar hermenêutico até a produção final do texto, passando por uma seleção mais abrangente de documentos e outras fontes históricas.   Entretanto, a perspectiva ideológica de missão proposta por José Reis tendo como marco inicial a cidade de Salvador -Ba, continua sendo a versão oficial para o marco do início do trabalho batista no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>VIVER: entre a crise e a esperança</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/09/10/viver-entre-a-crise-e-a-esperanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 16:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui impelido a pensar neste tema a partir do congresso da família promovido pela MCA da nossa associação. É exatamente nesta brecha, neste hiato que existimos. A nossa localização existencial se dá entre esses dois pólos que constituem a nossa estrutura antropo-psico-social.
Sim, somos ao mesmo tempo, crise e esperança. Somos crise porque a vida é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui impelido a pensar neste tema a partir do congresso da família promovido pela MCA da nossa associação. É exatamente nesta brecha, neste hiato que existimos. A nossa localização existencial se dá entre esses dois pólos que constituem a nossa estrutura antropo-psico-social.</p>
<p>Sim, somos ao mesmo tempo, crise e esperança. Somos crise porque a vida é uma crise permanente.  Somos esperança, porque somos um projeto voltado para o infinito, para o futuro. Somos crise porque imanência. Somos esperança porque transcendência. Somos crise porque carregamos a história nos pés, somos esperança porque transportamos a eternidade no coração.  Sirvo-me de exemplos bíblicos para fundamentar minha tese. Em suas histórias encontramos um misto incontestável de crise e esperança!</p>
<p>Somos crise porque ante ao caos social dizemos como Habacuque: <strong><em>“Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?”</em></strong> Nas catástrofes pessoais declaramos como Jó: <strong><em>“Pereça o dia em que nasci, e a noite em que se disse: foi concebido um homem”</em>.</strong> À semelhança de Jeremias nos revoltamos com os efeitos colaterais da nossa vocação: <strong><em>“Sempre que falo, grito proclamando violência e destruição. Pelo que se tornou a palavra do senhor um opróbrio para mim, e ludíbrio o dia todo&#8230;Porque não me matou na madre?”</em>.</strong> Identificamo-nos com Tomé que, embora crente, duvidou: <strong><em>“Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, de maneira nenhuma crerei”. </em></strong></p>
<p>Somos esperança porque como Habacuque, ousamos confiar:<strong> <em>“Ainda que a figueira não floresça e não haja fruto na vide, o produto da oliveira minta e não haja gado nos currais, todavia, eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação”.</em></strong> Porque como Jó, descobrimos que até na nossa desgraça Ele continua Senhor da história: <strong><em>“Eu te conhecia de ouvir falar, mas hoje meus olhos te vêem”</em></strong><em>.</em> Porque como Jeremias, apesar das dores da missão, somos profundamente abençoados: <strong><em>“Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor”</em>.</strong> Porque como Tomé, nossa dúvida esconde em si um paradoxal desejo de crer e adorar: <strong><em>“Senhor meu e Deus meu”. </em></strong></p>
<p>Nos abismos das crises somos desafiados pela vida a caminhar no fio da esperança. À guisa de João Bosco, uma tal de <strong>“esperança equilibrista”</strong>. Nessa esperança continuamos a celebrar o show da vida, a despeito dos choros, das dores pungentes e dos machucados a que estamos sujeitos nessa existência. Afinal de contas, a esperança não nos promete vida ilesa, mas uma teimosa coragem para caminhar e um fôlego misterioso para viver!</p>
<p>Portanto, se é próprio da vida as crises, é próprio do ser a esperança. Não deixaremos de vivenciar crises, mas teremos força suficiente para prosseguir se resolvermos viver com esperança!</p>
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		<title>Volta de Jesus: vencendo o cansaço através da esperança</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 20:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os capítulos 24 e 25 do evangelho de Mateus fazem parte de um discurso de Jesus totalmente voltado para o futuro, tanto próximo como remoto, indicando o fim dos tempos. Nestes capítulos temos uma saudável tensão. Em Mateus 24, Jesus conta como o mundo vai acabar, entretanto, não apresenta detalhes quanto a ordem dos acontecimentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os capítulos 24 e 25 do evangelho de Mateus fazem parte de um discurso de Jesus totalmente voltado para o futuro, tanto próximo como remoto, indicando o fim dos tempos. Nestes capítulos temos uma saudável tensão. Em Mateus 24, Jesus conta como o mundo vai acabar, entretanto, não apresenta detalhes quanto a ordem dos acontecimentos. Já no capítulo 25, Ele pede que a nossa esperança se traduza em pão, telhado, abrigo, solidariedade, a fim de que o mundo não se acabe. Nesta perspectiva, ser uma igreja da esperança significa lutar por um mundo melhor mesmo sabendo que o fim deste sistema vigente é inevitável.</p>
<p>Neste discurso Jesus conta uma parábola muito significativa para o discernimento escatológico da história e a vinda futura (embora já presente) do Reino de Deus. Estou me referindo a parábola das virgens prudentes e insensatas (Mateus 25:1-13).  Jesus recorreu a um costume bem conhecido na sua época: algumas jovens eram convidadas a acompanhar o noivo em sua chegada para a festa de casamento. Por não conhecerem com exatidão o tamanho do percurso era necessário levar mais azeite para abastecer as lâmpadas. Eis algumas considerações:</p>
<p><strong>1) A esperança não anula a possibilidade de cansaço enquanto aguardamos o noivo.</strong> O texto nos diz que todas as virgens dormiram. Cansar na espera é normal. Diante do atraso quem não se cansa? Anormal seria ficar acordado. Deus nunca nos pedirá algo sobre-humano. Ele respeita os limites da nossa humanidade. A questão da parábola não é o sono, mas a falta de azeite.</p>
<p><strong>2) Esperança: cansados, mas mantendo viva a chama do amor. </strong>A única coisa que se pede das virgens é que elas estejam preparadas, pois a demora do noivo já havia sido anunciada.  A ênfase da parábola é a vigilância. Quando vivemos como se o noivo não fosse voltar, corremos o risco de nos esfriar no amor. É por isso que devemos aguardar com mais azeite, isto é, alimentar o fogo da esperança com o azeite do amor!</p>
<p>Uma comunidade da esperança diante desses fatos deve fazer desta oração a sua maneira de viver: Senhor, não sei quando voltarás, nem preciso sabê-lo, sob pena de focar-me mais no quando, do que na certeza da tua volta. O que eu quero a partir de hoje enquanto te espero, é abastecer a minha vida com azeite para que não se apague em mim a chama do teu amor!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Esperar contra a Esperança&#8221;</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/08/19/esperar-contra-a-esperanca/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com quase meio século de vida aprendemos algumas coisas significativas que sustentam o restante da vida que teremos.
Estou me aproximando do meio século de minha vida. São muitas e preciosas as aprendizagens. Dentre as mais importantes destaco: A FELICIDADE NÃO SE FAZ PELO QUE CONQUISTAMOS, MAS PELO QUE ESPERAMOS. 
 
Sim! É a esperança que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com quase meio século de vida aprendemos algumas coisas significativas que sustentam o restante da vida que teremos.</p>
<p>Estou me aproximando do meio século de minha vida. São muitas e preciosas as aprendizagens. Dentre as mais importantes destaco: <strong>A FELICIDADE NÃO SE FAZ PELO QUE CONQUISTAMOS, MAS PELO QUE ESPERAMOS. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Sim! É a esperança que nos move e que faz feliz o movimento. É a esperança que nos motiva a fazer da cotidianidade uma experiência emocionante;</p>
<p>É a esperança que nos faz perdoar e acreditar novamente nas pessoas que teimam em minimizar nossa criatividade;</p>
<p>É a esperança que nos tira da cama a cada manhã e nos conduz aos mais variados espaços de serviço;</p>
<p>É a esperança que nos faz repetir os mesmos ensinamentos às mesmas pessoas, nos mesmos espaços;</p>
<p>É a esperança que nos faz investir na vida e no sonho de seres humanos pequeninos;</p>
<p>É a esperança que nos faz enfrentar <strong><em>um leão por dia</em></strong> para não desistirmos dos ideais divinos fixados e enrijecido em nosso coração;</p>
<p>É a esperança que segura nossos impulsos quando a opção humana, mais coerente com o desencantamento, é a desistência;</p>
<p>É a esperança que nos dá força de gigante quando, parecendo sozinhos, temos que fazer frente ao rolo compressor dos sistemas;</p>
<p>É a esperança que nos faz sorrir quando tudo nos falta e, paradoxalmente, de tudo estamos fartos;</p>
<p>É a esperança que nos possibilita a experiência da felicidade, não pelo que temos ou conquistamos, mas pelo que esperamos.</p>
<p>“Esperando contra a esperança”, na contramão dos caminhos, fazendo dos descaminhos possibilidades, esperemos. Esperemos em nós mesmos, na melhora do nosso interior, esperemos o crescimento do irmão e, sobretudo, esperemos no Deus que pode todas as coisas, inclusive, renovar em nós a esperança.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;">Profª. Sonilda Sampaio</p>
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		<title>Jovens: Semeadores de Esperança</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 12:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Semeadores de esperança é a proposta de reflexão da semana dos nossos jovens e o desafio permanente de cada um de nós. Pensando neste tema ocorreu-me a lembrança de algumas pessoas/projetos. Elas são inspiração constante pra minha vida e ministério. Por outro lado, pretendo através da minha vida e ministério plantar as esperanças do Reino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semeadores de esperança é a proposta de reflexão da semana dos nossos jovens e o desafio permanente de cada um de nós. Pensando neste tema ocorreu-me a lembrança de algumas pessoas/projetos. Elas são inspiração constante pra minha vida e ministério. Por outro lado, pretendo através da minha vida e ministério plantar as esperanças do Reino de Deus no coração daqueles a quem tem encontrado no caminho da existência.</p>
<p>Começo com um pastor batista, negro, norte-americano, chamado Martin Luther King Jr. que lutou contra a segregação racial no seu país. O seu discurso ‘I have a dream’ (Eu tenho um sonho) pronunciado em 28 de agosto de 1963 continua a ecoar na história. É impossível não transcrever as suas palavras. Disse ele: <strong><em>“Eu tenho um sonho de que meus quatro filhos irão um dia viver em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter&#8230; Esta é a nossa esperança! Com esta fé seremos capazes de transformar a dissonante discórdia de nossa nação em uma bonita sinfonia de fraternidade. Com esta fé, nós seremos capazes de trabalhar juntos, orar juntos, lutar juntos, sermos encarcerados juntos, defendermos a liberdade juntos, sabendo que um dia nós estaremos livres&#8230;”</em></strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Não poderíamos deixar de mencionar o educador, latino-americano, brasileiro, nordestino, exilado político no período da ditadura militar, Paulo Freire A sua pedagogia é uma abundante sementeira de esperança. Pedagogia da esperança é o título de uma das suas obras, que é fundamentalmente da esperança não por ter sido batizada com esse nome, <strong><em>“mas porque tem o oprimido como o seu sujeito; bem como por constituir-se uma denúncia das injustiças sociais e das opressões que se perpetuam ao longo da história. Ao mesmo tempo em que anuncia a possibilidade de um futuro eticamente mais justo, politicamente mais democrático, esteticamente mais irradiante e espiritualmente mais humanizador”</em></strong>, como prefacia Leonardo Boff no livro acima referido.</p>
<p>Bem próximo a nós temos um projeto de esperança chamado ERTE (Escola Rural Taylor Egidio) em Jaguaquara. Nas palavras do Pr. Marcos Monteiro <strong><em>“A Erte é uma fonte contínua de esperança”</em></strong>. E acrescenta: <strong><em>“Cada contato com a Erte, a certeza de que já existe um mundo melhor e que é em Jaguaquara&#8230;”. </em></strong></p>
<p>À luz destes exemplos que nos arrastam para um compromisso mais efetivo com a vida em sua plenitude/complexidade, sejamos, pois,<strong> SEMEADORES DE ESPERANÇA. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Minha Homenagem aos Pais</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 19:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto escrevia esta pastoral, fiquei a pensar no rostinho dos meus filhos/filhas que ainda não nasceram. Eles ainda não estão na nossa casa, mas oro como se já estivessem.  Espero que sejam parecidos com a mãe! Que Deus os presenteie com a beleza e inteligência dela! Nesta data tão especial para muitos homens da nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto escrevia esta pastoral, fiquei a pensar no rostinho dos meus filhos/filhas que ainda não nasceram. Eles ainda não estão na nossa casa, mas oro como se já estivessem.  Espero que sejam parecidos com a mãe! Que Deus os presenteie com a beleza e inteligência dela! Nesta data tão especial para muitos homens da nossa igreja, gostaria de apropriar-me da figura de José, como protótipo/exemplo de pai, de esposo e de cristão (Mt. 1:18-25). Essa reflexão será o pão nosso deste dia!</p>
<p><strong>1- Exemplo de Pai:</strong> É impossível falar de paternidade na Bíblia sem citarmos José, pai adotivo de Jesus. Mais que pai adotivo, José contraria a concepção tradicional de paternidade. Em José, a paternidade transcende os vínculos sanguíneos, biológicos. Pai é aquele que gera no coração, que acolhe uma criança como dádiva de Deus. Conheço muitos pais biológicos que não acolheram seus filhos no coração. Pensam que são pais, simplesmente porque participaram da concepção dos filhos, mas não fazem nenhuma diferença na vida deles.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>2- Exemplo de Esposo:</strong><span style="text-decoration: underline;"> </span>José era Justo, isto é, pessoa ajustada, equilibrada, na medida certa. José foi incapaz de difamar Maria. José tomou esta decisão antes do aparecimento do anjo, ratificando claramente a integridade do seu caráter (Mt.1:19). José era cuidadoso, fugiu para o Egito salvando sua família das mãos do sanguinário Herodes. Jesus, certamente foi influenciado, pelo amor que José dedicou a Maria, sua mãe. Um homem que ama e cuida da sua mulher está ensinando seus filhos e suas filhas a amar e cuidar dos seus futuros cônjuges.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3-Exemplo de Cristão:</strong><strong> </strong>José se mostrou sensível a ação misteriosa de Deus na história. José também era obediente. Não hesitou em cumprir a vontade de Deus, ainda que esta colocasse em risco a sua reputação/vida. Pais que vivem o evangelho marcam a vida de seus filhos. Conduzir os filhos à igreja não significa necessariamente conduzi-los à Cristo. Nossa maior mensagem é o nosso exemplo de fé, e que esta seja não fingida!</p>
<p>O nome José significa ‘Deus acrescentará’. O Meu desejo e esperança é que o nosso Pai acrescente mais amor ao coração dos pais da nossa igreja, a fim de que amem seus filhos e filhas, amem suas esposas, amem o Senhor e seu projeto para a história humana! Feliz dia dos Pais!</p>
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		<title>O Desafio de ser cristão numa cultura evangélica alienadora</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 19:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de introduzir esta reflexão, recuperando a conclusão (inconclusa) da minha fala no pré-conjubaja que ocorreu dia 10/02/2007 na Igreja Batista do jequiezinho. Aproveito o ensejo para pedir permissão a vocês, para que, quando necessário, eu me reporte ao que foi assinalado naquele dia. Tal necessidade se impõe pelo fato de muitos dos que aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de introduzir esta reflexão, recuperando a conclusão (inconclusa) da minha fala no pré-conjubaja que ocorreu dia 10/02/2007 na Igreja Batista do jequiezinho. Aproveito o ensejo para pedir permissão a vocês, para que, quando necessário, eu me reporte ao que foi assinalado naquele dia. Tal necessidade se impõe pelo fato de muitos dos que aqui estão não puderam participar daquele encontro.</p>
<p>Naquela ocasião refletimos sobre a incongruência que existe entre prática e discurso na nossa espiritualidade, ou seja, temos uma juventude religiosa no discurso, mas incrédula na prática, como sinaliza o Pastor Marcelo Gualberto (BOMILCAR, Nelson org. O melhor da espiritualidade Brasileira. Art. XII A espiritualidade e a juventude. P. 227-238).</p>
<p>Passo agora a citar sumariadamente os desafios que foram apontados naquela conclusão. Na verdade, tentei sinalizar apenas alguns desafios que se nos apresentam neste éon &#8211; momento histórico da juventude cristã brasileira.</p>
<p><strong>Primeiro, temos um desafio ideológico.</strong><strong> </strong>De não nos curvamos a ideologia neoliberal. Mesmo porque não anunciamos uma ideologia, mas uma utopia possível: O Reino de Deus. O Reino é um milagre histórico que Deus faz brotar das nossas mãos!</p>
<p>O protestantismo histórico por conta do seu espírito anti-católico tem preservado uma compreensão paupérrima quanto ao fenômeno da idolatria reduzindo-o as imagens dos santos adotados na religião católica. Não estou fazendo apologia as imagens, é idolatria também! Mas devemos abrir os nossos olhos para outros ídolos deste nosso tempo: A riqueza, o poder, o estado, o mercado, o sexo e a ideologia neoliberal.</p>
<p>Estamos inseridos numa sociedade pós-moderna que tem o neoliberalismo como ideologia norteadora. Essa ideologia neoliberal selvagem e sem regras, se impõe como um modelo de desenvolvimento radicalmente centrado sobre o secularismo, sobre a indiferença de Deus. Sendo assim, o neoliberalismo é a ideologia imperante neste momento no mundo e não é exagerado qualifica-la como uma nova religião: seu deus é o dinheiro, como único escopo de vida e de organização social. Uma nova religião que se autodoou seus mandamentos, em cujo vértice se põe a lei absoluta do mercado: “sem mercado não há salvação”. Ao querer constituir-se na realização plena das relações sociais, transformou-se numa ideologia tirana, ceifando a liberdade de bilhões de seres humanos, ao negar-lhes a possibilidade daquela vida em abundância de que falam os evangelhos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Carlinhos Brown</strong>: “Quem trouxe a fome foi a geladeira”.</p>
<p>O eletrodoméstico impôs as famílias à necessidade do supérfluo: refrigerantes, sorvete etc. A economia de mercado, centrada no lucro e não nos direitos da população, nos submete ao consumo de símbolos.</p>
<p><strong>Sócrates</strong>: filosofo grego que viveu séculos antes de Cristo, gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas. E assediado pelos vendedores respondia: “Estou apenas observando quanta coisa existe de que eu não preciso para ser Feliz”. Sugiro a vocês: façam passeios socráticos!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Segundo, temos um desafio identitário</strong><strong>. </strong>Devemos recuperar a beleza e o significado da palavra Cristão. O termo evangélico sofreu um desgaste semântico e prático. Ser evangélico hoje, é sinônimo de estar na moda, ser chique, estar na mídia, ser celebridade. Deveríamos desejar apenas o título de servo inútil. Não porque não prestamos, mas como uma confissão da nossa incapacidade em retribuir a graça que recebemos. Embora não precisamos, pois quem pagou a nossa dívida fez por amor! Não podemos esquecer que somos cristãos protestantes. Que não aceitamos que nenhuma realidade ou estrutura histórica condicional arrogue para si as prerrogativas da incondicionalidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Por conseguinte, temos um desafio ético.</strong><strong> </strong>De não barganharmos a nossa fé em troca de poder ou privilégios. Poder para nós deveria significar Servir e privilégio deveria significar a possibilidade de caminhar com Deus construindo a história!</p>
<p>Ainda a guisa de introdução, faz-se necessário examinar ligeiramente a pericope bíblica que pretendemos utilizar como fundamento objetivando a construção de uma reflexão lúcida e profunda.</p>
<p>A palavra mundo/século que aparece no versículo lido é palavra grega <span style="text-decoration: underline;">aioni</span>, que designa uma época, um tempo. O apostolo não está falando do mundo enquanto estrutura criacional <span style="text-decoration: underline;">(</span><span style="text-decoration: underline;">Kosmos</span><span style="text-decoration: underline;">), </span>mas de uma era, bem como tudo o que a envolve e caracteriza.</p>
<p><strong>Daí</strong> o alerta do aposto Paulo (Tércio) aos Irmãos de Roma. Eles não deveriam se conformar com a secularização e influências que afetavam Roma, devido a inserção de diversas culturas na mesma.</p>
<p>Qual é a nossa época? Uns caracterizam como pós-modernidade. E o que é isso? Segundo Leonardo Boff, a pós-modernidade é o último e mais refinado travestimento da cultura capitalista com sua ideologia consumista.  Para ele, há no projeto pós-moderno, uma pobreza humanística e espiritual clamorosa, caracterizada no auge do consumismo individualístico e autofinalizado.</p>
<p>Essa é uma radiografia sumariada da nossa época, pois não mencionamos todas as características deste momento conturbado que vivemos.</p>
<p>A pergunta que urge neste momento é: qual a radiografia da nossa igreja e juventude neste aioni?</p>
<p>Qual a radiografia da nossa juventude neste aioni? Conforme o Pr. Wanderley Rangel Filho, Vivemos numa época relativista jovens sem convicções; pluralista sem referencial; superficialista jovens sem raízes; imediatista jovens sem estrutura; individualista jovens ensimesmados; cientificista jovens racionalistas; materialista jovens sem o ser só com o ter; pragmatista jovens sem moral; hedonista jovens sem liberdade; reducionista jovens sem respeito; alienada jovens sem reflexão.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>1- Temos uma juventude religiosa no discurso, mas incrédula na prática.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A igreja evangélica brasileira é eminentemente jovem. O que nos espanta é que a igreja evangélica cresce, mas o Brasil não melhora! <strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2- Juventude conectada, mas imatura; </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Embora sejamos uma juventude conectada e bem-informada, já que o mundo está a distância de uma tecla, também se trata, sob a ótica espiritual, de uma geração sem conhecimento bíblico, imatura e vulnerável a qualquer “novo vento de doutrina”. E doutrina nova é o que não falta! Parte desse desinteresse pelo estudo sistemático da palavra deve-se ao surgimento da geração gospel e do culto-show.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3- Juventude sarada e talentosa, mas cansada e indisponível. </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>Mesmo sendo uma geração-saúde, que adora corpos bem cuidados, a juventude exibe um cansaço crônico. Poucos são os que se envolvem efetivamente, com determinação e garra, no serviço a Deus. A maioria prefere um evangelho light!</p>
<p>E qual é a fotografia (a nossa igreja está mal na foto) da nossa igreja neste aioni (momento histórico)? Segundo, Carlos Caldas no seu Livro o último missionário, a igreja evangélica brasileira possui o seguinte perfil:</p>
<p><em>Teologicamente é conservadora e fundamentalista, no conceito de missão é reducionista, no direcionamento político é direitista, no comprometimento social é alienada, na sua identidade cultural é refratária.</em></p>
<p>Consoante o Pr. Carlos Queiroz, a igreja brasileira também tem se distanciado da sua verdadeira missão no âmbito social e para ser mais especifico ela tem se esquecido do seu compromisso com os pobres. Nesta perspectiva ele lista alguns destes fatores que sorrateiramente tem contribuído para tamanho afastamento, são eles:</p>
<p><em>Mantemos atitudes egoístas e cômodas; sacralizamos a riqueza e profanamos o pobre; utilizamos mecanismos de seleção por exclusão; dicotomizamos devoção versus responsabilidade social; trocamos os desafios das boas novas do reino de Deus pela ameaçadora “evangelização pé-na-cova”; usamos uma escatologia escapista e alienante; temos uma visão distorcida da criação da queda e da redenção; reduzimos a proclamação comunitária a um apelo individualista. </em></p>
<p>Apresentei até aqui muitos descaminhos da nossa igreja, mas agora tentarei apresentar sugestivamente alguns caminhos segundo a nossa divisa bíblica:</p>
<p>I- Assumir uma postura radical, notoriamente inconformada com os valores desta época;</p>
<p>O texto diz não vos conformeis, ou seja, não permitam que esta época, este sistema, modele a vida de vocês. Conformados, são aqueles que se deixam manipular, formatar, domesticar pelos valores desta época.</p>
<p>João, o Batista e Daniel. Exemplos de que o avesso é o lado certo. Quem quer caminhar com Cristo deve andar na contramão do sistema. João a semelhança de Daniel não se contamina com os manjares do Rei.  Precisamos de Jovens com compromisso radical e espiritualidade total. Você deve influenciar e não ser influenciado. Você deve contagiar os demais com a ética do evangelho.</p>
<p>Ser radical não é ser vândalo, pelo contrario é ir às raízes das coisas. Num mundo onde reina a superficialidade nas relações humanas etc, precisamos de Jovens com um compromisso profundo com Deus.</p>
<p>Nesta perspectiva é apropriado citar uma bela frase de F. Nietzsche:</p>
<p>&#8220;Verdadeiro eu chamo aquele que entra nos desertos vazios de deuses&#8230; Nas areias amarelas queimadas de sol, sedento, ele vê as ilhas cheias de fontes, onde coisas vivas descansam debaixo de árvores. Não obstante, a sua sede não o convence a tornar-se como um destes, habitantes do conforto, pois onde há oásis aí também se encontram os ídolos”.</p>
<p><strong>II- </strong><strong>Uma revolução mental, Isto é, nossa racionalidade rendida à proposta exuberante e inigualável do evangelho. </strong></p>
<p>ü Não estou falando de ideologias (capitalista, marxista, nacionalista, neoliberal, a última por sinal, a imperante neste momento no mundo); mas de nossa racionalidade rendida, encantada, fascinada e comprometida com a ética do evangelho de Cristo;</p>
<p>ü  A palavra grega traduzida por transformação, é (metamorfouste), ou seja, metamorfose. Metamorfose é transformação. Ser mudado a semelhança e a imagem de outrem, neste caso, a imagem de Deus revelado em Cristo. Cristo é o EXEMPLO de filho ideal que Deus quer.</p>
<p>ü Ter a mente transformada, é ter modo de pensar e agir diferentes. (NOÓS)</p>
<p>ü Transformação também está ligada à idéia de conversão. Conversão (não é entrar no evangelho-igreja, mas acontece quando o evangelho de Jesus, entra em mim) é decorrência lógica de um fascínio. Conversão, a Cristo, é assimilação, é aceitação do projeto de Deus para a humanidade.</p>
<p>ü  Não podemos tomar a forma desta época (exterior), mas devemos a todo o momento ser transformados interiormente pelo Senhor. Temos que abrir as nossas vidas para que a graça de Deus a encharque, a inunde.</p>
<p>ü Em<strong> co 3:18 </strong>encontramos respaldo para nossa assertiva anterior: “Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo espírito do Senhor”.</p>
<p>ü “Precisamos contemplar o mundo com olhos de profeta, pensar o mundo com mente de filosofo e senti-lo com coração de poeta”. A idéia do texto é a seguinte: <strong>Em lugar de ficarmos satisfeitos, permitindo a si próprio, ser marcado e remodelado pelos valores desta época, devemos agora, através da mudança do nosso entendimento manifestar indícios e sinais da ordem futura de Deus, aquela ordem que já chegou no Cristo. </strong></p>
<p><strong>III- </strong><strong>Postura radical (intrinsecamente comprometida com o evangelho) e mente transformada experimentam a vontade plena de Deus. </strong></p>
<p>ü A nossa inconformação com a realidade circulante é a prova incontestável de que já estamos experimentando a vontade de Deus.</p>
<p>ü Para que&#8230;a preposição grega (trás a idéia de resultado, finalidade, propósito). A vontade de Deus é decorrência lógica de uma vida inconformada e transformada.</p>
<p>Neste aioni não podemos perder o Kairos de Deus (Oportunidade, momento imperdível)!</p>
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		<item>
		<title>O Anúncio do Nascimento e da Infância de Cristo &#8211; Lucas 1 e 2</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 19:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução
Desejo examinar minuciosamente com vocês o capítulo 1 e 2 do evangelho Lucano. Para facilitar a nossa análise vou dividi-la em blocos.
Nosso texto nos anuncia algumas lições. Quem tem ouvidos para ouvir ouça o que o Espírito tem a nos ensinar nesta manhã! (tem pessoas que ouvem mas não escutam)
Prefácio
Lucas dirige o seu evangelho a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Introdução</span></strong></p>
<p>Desejo examinar minuciosamente com vocês o capítulo 1 e 2 do evangelho Lucano. Para facilitar a nossa análise vou dividi-la em blocos.</p>
<p>Nosso texto nos anuncia algumas lições. Quem tem ouvidos para ouvir ouça o que o Espírito tem a nos ensinar nesta manhã! (tem pessoas que ouvem mas não escutam)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Prefácio</span></strong></p>
<p>Lucas dirige o seu evangelho a Teófilo, que significa “amigo de Deus”. O evangelho de Lucas foi escrito para os amigos de Deus. Segundo os historiadores, Teófilo era um oficial romano que havia aceitado a Cristo e que precisava ser fortalecido em sua fé. Teófilo era um homem em busca da verdade. Assim sendo, Lucas escreve o seu evangelho a fim de instruir, de ensinar os fundamentos da fé cristã ao neófito Teófilo.</p>
<p>Conforme esta informação, somos desafiados pelo texto a instruir, a consolidar as pessoas na sua fé em Cristo. A Escola bíblica deve ser esse espaço de consolidação, de instrução, de aprendizado.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">1-João- preparando o caminho (Vv. 5-25)</span></strong></p>
<p>1.1  Nada pode frustrar (impedir, obstaculizar) os planos do Senhor! Zacarias já era um ancião e sua esposa estéril e também já avançada em idade. A efetivação dos planos de Deus (a efetivação dos planos de Deus na história não dependem necessariamente da nossa participação, embora Deus não a exclua. Deus é soberano!) não são paralisados por conta das nossas impossibilidades, mas ultrapassa e vence todas elas. Em vez de olhar para Deus pela fé, o sacerdote olhou para si mesmo e sua esposa e resolveu que o nascimento de um filho era um acontecimento impossível. Zacarias havia se esquecido do que Deus havia feito por Abraão e Sara (Gn. 18:9-15; Rm 4:18-25). Zacarias significa “Deus lembra”. Deus se lembrou dele mas ele se esqueceu de que “para Deus nada é impossível” (1:37). Será que as nossas limitações são empecilhos para o Todo-Poderoso? Agindo Deus quem impedirá? Ex: Multiplicação dos pães . O milagre sempre acontece quando depositamos nas mãos de Deus o que temos. Milagre é manifestação autêntica da graça de Deus!</p>
<p>1.2  Quem não acredita no que Deus pode fazer deve ficar de boca calada. A incredulidade gera surdez, cegueira e mudez espiritual. Inicialmente o texto deseja apresentar um contraste entre a atitude de um velho sacerdote e de uma jovem diante dos mistérios de Deus. O que os diferencia é a sensibilidade. Não quero dizer com isso que os jovens são mais sensíveis que os anciãos. A questão aqui não é cronológica. O que está em pauta nessa discussão é a sensibilidade do coração, que conforme o nosso texto independe da idade!</p>
<p><strong>2-Maria (26-56)</strong></p>
<p>2.1 “O Espírito Santo descerá sobre ti”. No Gênesis, o Espírito de Deus pairava (equiv. ave chocando os ovos) sobre as águas. Em outras palavras, é o Espírito que dá luz ao universo. É esse mesmo Espírito que participará agora da re-criação do mundo. Em Jesus, Deus estava re-criando e re-conciliando consigo todas as coisas. O Ventre de Maria tornou-se o santo dos santos para o Filho de Deus!</p>
<p>2.2 O texto não fala que Jesus foi criado pelo Espírito. Se Jesus é Deus logo não pode ser criado. Jesus foi gerado pelo Espírito e por Maria. Jesus, é Deus gerado no útero da humanidade. “Jesus é a imagem daquilo que Deus é e do que os homens deveriam ser” L. Boff</p>
<p>2.3 O útero de Maria tornou-se um altar de adoração. Assim, a partir do exemplo de Maria somos desafiados a fazer da nossa vida um altar de adoração a Deus.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">3-Nascimento de Jesus</span></strong></p>
<p>3.1 O nascimento de Jesus nos fornece a chave para decifrar os mistérios profundos da existência. Em Jesus, Deus estava entrando na nossa história.</p>
<p>3.2 “Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher&#8230;” Gl. 4.4 Quando Jesus foi crucificado, segundo o evangelho de Lucas, foi colocada uma placa no topo da cruz com a frase (em letras gregas, romanas e hebraicas- INRI) irreverente e sarcástica: Jesus, o rei dos judeus!</p>
<p>3.2.1 Jesus veio na plenitude econômica dos tempos (Romanas). Roma pretendia ser a regente de todo mundo habitado. O Império Romano estava no seu auge econômico e político.</p>
<p>3.2.2 Jesus veio na plenitude intelectual dos tempos (Gregas). A filosofia grega circulava por todo mundo.</p>
<p>3.2.3 Jesus veio na plenitude religiosa dos tempos (hebraicas). O judaísmo pretendia ser a religião oficial de todo mundo.</p>
<p>3.3 Segundo os cânticos de Maria e de Zacarias, em Jesus, Deus estava visitando seu povo para redimi-lo, para salvá-lo. O termo redimir significa libertar mediante o pagamento de um resgate. Redimir é cancelar, desconsiderar uma divida. Jesus cravou na cruz a cédula de divida que era contra nós, e sobre o inferno e a morte triunfou! Já o termo salvação, transmite a idéia de saúde, sanidade. A salvação do Senhor é um convite de uma vida saudável para este mundo doente.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">4-Belém (casa do pão)</span></strong></p>
<p>4.1 O Pão da vida nasce na casa do pão. Jesus: o alimento de Deus para o mundo. Em Jesus, somos alimentados e desafiados a alimentar. “A falta de pão na mesa do pobre denuncia a ausência de espiritualidade no altar do cristão” Carlos Queiroz.</p>
<p>4.2 “porque<span style="text-decoration: underline;"> não havia lugar para eles</span> na hospedaria” (2.7c). Comumente se fala que a hospedaria estava cheia por isso não havia lugar para Jesus nascer. Essa é uma possibilidade. A outra possibilidade é que não havia lugar apenas para eles, pois Maria segundo o costume e tradições da época estava imunda, por conta do parto recente.</p>
<p>4.3 Nossa igreja precisa ser uma Belém. Lugar aonde o pão da vida é encontrado. Lugar aonde as pessoas são alimentadas com perdão, com misericórdia, com graça, com amor.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">5-Pastores</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>5.1 A expressão “até Belém” (2.15) indica que aqueles homens estavam a uma certa distância da cidade, mas se dispuseram a fazer a viagem para ver o Cristo de Deus! Para buscar a Deus é preciso disposição. É preciso sair da sua zona de conforto. Nenhum esforço é grande demais quando a minha meta é encontrar a Deus! No versículo 16 aparece o verbo “acharam”, que significa que eles encontraram o menino depois de investigar. Quem procura a Deus o encontra. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo coração” (Jr. 29:13)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">6-Circuncisão </span></strong></p>
<p>6.1 Jesus era um nome popular (José, Maria, João, Antonio Etc). Jesus vem da mesma raiz de Josué, que significa “Deus é meu libertador, Deus é minha salvação”. Em outras palavras, Deus pediu a Maria que o batizasse com um nome do povo. A sua identidade estava ligada as camadas populares.</p>
<p>6.2 Maria e José ofereceram a Deus um par de rolas ou dois pombinhos pois eram pobres, conforme levitico 12:2,6,8.</p>
<p>6.3 A circuncisão hoje é no coração. Não é mais uma prática externa, mas interna, existencial. O profeta Jeremias explicita isso muito bem no seu livro: “Assim diz o senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração”. É a nova aliança!</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">7-Simeão e Ana</span></strong></p>
<p>7.1 Em Simeão aprendemos que é pura enrascada morrer sem conhecer (ver) o Cristo de Deus. Quem se encontra com o Cristo de Deus faz da morte uma amiga. Conhecer a Jesus é tudo! Espantosa é a sensibilidade deste ancião diante de uma criança sem poder e dependente.</p>
<p>7.2 Simeão foi conduzido ao Templo pelo Espírito Santo. O Espírito foi o cupido deste encontro de amor. O Espírito continua conduzindo pessoas para um encontro com Jesus.</p>
<p>7.2 Aparece em cena também a anciã Ana. Nunca é tarde para se encontrar com o Cristo. Ele passou a anunciar <span style="text-decoration: underline;">a todos sobre o menino. </span>Devemos anunciar a todos a redenção de Jequié, do mundo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">8-Menino em meio aos doutores</span></strong></p>
<p>8.1 Enchendo-se (crescia) de sabedoria. O texto não fala de inteligência. Inteligência é capacidade de compreender conteúdos lógicos e racionais. Sabedoria como capacidade de compreender a ação paradoxal de Deus na história.</p>
<p>8.2 Maria e José se perderam do caminho. Nos perdemos de Jesus quando os nossos interesses mais profundos não estão vinculados ao Reino de Deus. Jesus sempre estará aonde o reino de Deus estiver sendo pregado e vivido. “aonde estiverem dois ou três reunidos em meu nome ali eu estarei” (MT. 18.20). Dois ou três, a questão não é quantidade. O texto evoca a idéia de comunhão. Só há presença de Cristo quando existe comunhão. É na comunhão (partilhar de pão e vida) que ele se revela. Em meu nome, o nome dele evoca libertação, partilha, misericórdia, perdão. Aonde estiverem, ele não condiciona a sua presença a um lugar. Logo, aonde existe comunhão celebrada no nome de Jesus, ali ele está.</p>
<p>8.3 “e era-lhes sujeito”. Aqui faço uma recomendação a todos os filhos, principalmente aos mais jovens, nessa geração rebelde e insubmissa, Jesus se nos apresenta como um modelo de filho a seguir; Sigamos seu exemplo!</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CONCLUSÃO</span></strong></p>
<p>Quero concluir destacando o tema da alegria tão presente nos capítulos que estudamos.  A idéia de regozijo ou alegria aparece pelo menos 19 vezes. Maria se alegrou, Simeão se alegrou, Ana se alegrou, Zacarias também se alegrou, os pastores enfim. Boas-novas trazem alegria! Jesus é a boa noticia de Deus ao mundo, Vamos anunciá-lo. Nossa igreja deve ser uma comunidade alegre, simpática, feliz, bonita. A alegria do senhor é a nossa força. Hoje é dia de alegria, é dia de celebração: Deus entrou definitivamente em nossa história!</p>
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		<title>Canção &#8211; 2º Convida &#8211; Tempo de Esperança</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 14:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
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		<category><![CDATA[hino oficial]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[sizinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouça aqui o Hino Oficial do Convida 2009 &#8211; Tempo de Esperança
Letra e música de Sizinho Reis. Esta música foi produzida no Yahveh Studio.
Tempo de Esperança
Eu não vou me desesperar
não vou murmurar no dia mau
eu não vou me deixar vencer
não vou, não vou!
Eu vou regar a minha terra
eu vou plantar minha semente
e vou acreditar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Ouça aqui o Hino Oficial do Convida 2009 &#8211; Tempo de Esperança</strong></p>
<p style="text-align: left;">Letra e música de Sizinho Reis. Esta música foi produzida no <a href="http://yahvehstudio.com/">Yahveh Studio</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Tempo de Esperança</strong><a href="http://www.tiagovianna.com/"></a></p>
<p>Eu não vou me desesperar<br />
não vou murmurar no dia mau<br />
eu não vou me deixar vencer<br />
não vou, não vou!</p>
<p>Eu vou regar a minha terra<br />
eu vou plantar minha semente<br />
e vou acreditar que a chuva virá, virá!</p>
<p>Eu vou viver a esperança que o Senhor<br />
com seu infinito amor<br />
cuida de mim<br />
por mais que digam que o mundo não tem jeito<br />
vou levar no meu peito<br />
a alegria de viver.</p>
<p>Deus, quantas lutas eu passei<br />
vidas secas carreguei dentro de mim<br />
agora, conheci a esperança<br />
que Jesus Cristo por herança veio me dar.</p>
<p>Choveu dentro do meu coração<br />
molhando a terra seca, o chão<br />
um mar de esperança surgiu<br />
quando a chuva de Deus caiu.<br />
Esperança que nasceu no coração<br />
quando a chuva de Deus<br />
caiu, molhou o chão.</p>
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<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Eu não vou me desesperar</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">não vou murmurar no dia mau</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">eu não vou me deixar vencer</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">não vou, não vou!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Eu vou regar a minha terra</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">eu vou plantar minha semente</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">e vou acreditar que a chuva virá, virá!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Eu vou viver a esperança que o Senhor</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">com seu infinito amor</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">cuida de mim</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">por mais que digam que o mundo não tem jeito</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">vou levar no meu peito</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">a alegria de viver.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Deus, quantas lutas eu passei</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">vidas secas carreguei dentro de mim</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">agora, conheci a esperança</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">que Jesus Cristo por herança veio me dar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Choveu dentro do meu coração</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">molhando a terra seca, o chão</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Um mar de esperança surgiu</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">quando a chuva de Deus caiu.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Esperança que nasceu no coração</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Quando a chuva de Deus</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;">Caiu, molhou o chão.</p>
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		<itunes:subtitle>Ouccedil;a aqui o Hino Oficial do Convida 2009 - Tempo de Esperanccedil;a
Letra e muacute;sica de Sizinho Reis. Esta muacute;sica foi produzida no Yahveh Studio.
Tempo de ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Ouccedil;a aqui o Hino Oficial do Convida 2009 - Tempo de Esperanccedil;a
Letra e muacute;sica de Sizinho Reis. Esta muacute;sica foi produzida no Yahveh Studio.
Tempo de Esperanccedil;a

Eu natilde;o vou me desesperar
natilde;o vou murmurar no dia mau
eu natilde;o vou me deixar vencer
natilde;o vou, natilde;o vou!

Eu vou regar a minha terra
eu vou plantar minha semente
e vou acreditar que a chuva viraacute;, viraacute;!

Eu vou viver a esperanccedil;a que o Senhor
com seu infinito amor
cuida de mim
por mais que digam que o mundo natilde;o tem jeito
vou levar no meu peito
a alegria de viver.

Deus, quantas lutas eu passei
vidas secas carreguei dentro de mim
agora, conheci a esperanccedil;a
que Jesus Cristo por heranccedil;a veio me dar.

Choveu dentro do meu coraccedil;atilde;o
molhando a terra seca, o chatilde;o
um mar de esperanccedil;a surgiu
quando a chuva de Deus caiu.
Esperanccedil;a que nasceu no coraccedil;atilde;o
quando a chuva de Deus
caiu, molhou o chatilde;o.
 
Eu natilde;o vou me desesperar
natilde;o vou murmurar no dia mau
eu natilde;o vou me deixar vencer
natilde;o vou, natilde;o vou!
Eu vou regar a minha terra
eu vou plantar minha semente
e vou acreditar que a chuva viraacute;, viraacute;!

Eu vou viver a esperanccedil;a que o Senhor
com seu infinito amor
cuida de mim
por mais que digam que o mundo natilde;o tem jeito
vou levar no meu peito
a alegria de viver.

Deus, quantas lutas eu passei
vidas secas carreguei dentro de mim
agora, conheci a esperanccedil;a
que Jesus Cristo por heranccedil;a veio me dar.

Choveu dentro do meu coraccedil;atilde;o
molhando a terra seca, o chatilde;o
Um mar de esperanccedil;a surgiu
quando a chuva de Deus caiu.

Esperanccedil;a que nasceu no coraccedil;atilde;o
Quando a chuva de Deus
Caiu, molhou o chatilde;o.

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		<itunes:author>joe.edman@gmail.com</itunes:author>
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		<title>A igreja que queremos SER II</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 16:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[O desafio da mudança
O desejo de sermos mais passa inevitavelmente pelo caminho desafiador da mudança.  Quem não muda corre o risco de ficar obsoleto, anacronizado, isto é, perdido/atrasado no tempo e na história. Afirmo que é possível mudar sem abrirmos mão dos princípios e valores que norteiam a nossa identidade cristã, protestante, batista. Um exemplo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O desafio da mudança</strong></p>
<p>O desejo de sermos mais passa inevitavelmente pelo caminho desafiador da mudança.  Quem não muda corre o risco de ficar obsoleto, anacronizado, isto é, perdido/atrasado no tempo e na história. Afirmo que é possível mudar sem abrirmos mão dos princípios e valores que norteiam a nossa identidade cristã, protestante, batista. Um exemplo para nos ajudar na elucidação desta afirmação: a EBD é um programa. O princípio bíblico é o ENSINO. Podemos mudar os nossos programas, o que não devemos fazer jamais é negligenciar o princípio. Todavia, é muito comum confundirmos uma coisa com a outra.</p>
<p>Pensando no desafio das mudanças, lembrei-me de uma estória intitulada “A fábula dos porcos assados”. Conta-se que, num belo dia, um bosque incendiou matando todos os porcos que havia ali. Após o incêndio as pessoas daquela região experimentaram a carne assada. Ficaram maravilhados! Eles estavam acostumados a comer carne crua. A partir de então todas as vezes que queriam comer carne assada incendiavam um bosque inteiro. Chegou um momento, porém, em que as coisas não estavam andando bem com esse sistema. Nem sempre a carne ficava assada a contento. Existiam especialistas para todas as áreas, da preparação dos bosques até técnicos em ventos. Até que um dia um dos incendiadores apresentou uma alternativa que resolveria todos os problemas. Bastava colocar a carne do animal numa chapa metálica sobre brasas até que o calor da chapa- e não as chamas- assasse a carne. O nome dele era João BOM SENSO. Quando o diretor geral soube das idéias de João, mandou chamá-lo ao seu gabinete. Segundo o diretor, a idéia de João colocava em risco todo o sistema. O que eles fariam com todos os técnicos, especialistas em bosques, em sementes, em ventos, com os incendiadores, com os engenheiros de porcopirotecnia?! João saiu de fininho e nunca mais ninguém o viu. Quando há reuniões para melhoramentos e reformas o que se diz é que falta o BOM SENSO.</p>
<p>Nossas igrejas, em nome de um sistema rígido e engessado, não se abrem para as mudanças que são necessárias. Falta-nos bom senso para percebemos que estamos em um novo momento histórico que requer de nós contextualização, discernimento e flexibilidade. Que sejamos sensíveis as mudanças que o Espírito Santo deseja realizar em nós!</p>
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		<title>A igreja que queremos SER</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 16:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema desta pastoral é o título da nossa nova revista da EBD. Os estudos sobre esperança no apocalipse de João ficarão para o último trimestre do ano. ‘A igreja que queremos ser’ será o nosso desafio de reflexão para este trimestre que se inicia. O desejo de sermos mais sempre acontece em rota de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema desta pastoral é o título da nossa nova revista da EBD. Os estudos sobre esperança no apocalipse de João ficarão para o último trimestre do ano. ‘A igreja que queremos ser’ será o nosso desafio de reflexão para este trimestre que se inicia. O desejo de sermos mais sempre acontece em rota de colisão com aquilo que somos. Entretanto, tal desejo aponta para uma legítima esperança, pois nos projeta para o futuro, para novas possibilidades de sermos, efetivamente, um sinal do Reino de Deus na história humana.</p>
<p>Revisitando alguns textos sobre esperança e correlacionando com o tema acima citado, reencontrei-me com um filósofo marxista &#8211; Ernst Bloch- que deu a esperança um lugar central no pensamento do homem. Segundo ele, a esperança faz parte da estrutura humana, pois o ‘homem’ é um ser fundamentalmente voltado para o futuro.</p>
<p>Um dos conceitos-chave da filosofia da esperança de Bloch é o <strong>‘ainda-não’</strong>. Do ‘ainda-não’ se desenvolve toda a realidade, cujos fatores principais são: o homem (fator subjetivo) e o mundo (fator objetivo). O ‘ainda-não’ é o terreno das possibilidades, que, para quem tem esperança, é tão real quanto a própria realidade.</p>
<p>Obviamente que ainda não somos a igreja que desejamos/podemos ser. Questiono-me: Será que desejamos ser mais ou já nos acostumamos com o que somos? Será que uma igreja de quase 73 anos está realmente disposta a redesenhar o seu jeito de ser? Talvez o primeiro passo para sermos o que desejamos, seja desaprendermos a ser quem somos. Como cantarola um pensador brasileiro <strong><em>“seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”. </em></strong></p>
<p>Ainda não somos uma igreja engajada socialmente na nossa comunidade. Ainda não somos uma igreja aberta ao diálogo com a nossa cultura. Ainda não somos uma igreja flexível às mudanças. Ainda não somos uma igreja atenta as mudanças que ocorrem no mundo. Ainda não somos uma igreja que discipula com alegria e eficiência. Ainda não somos uma igreja profética que denuncia as injustiças dos sistemas perversos e espoliadores. Ainda não somos uma igreja disposta a comprometer-se com a radicalidade da missão vivida por Jesus. Minha esperança, porém, “é que aquele que começou a boa obra irá completá-la em nós, até o dia de Jesus Cristo” <strong>(Filipenses 1:6). </strong></p>
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		<title>Ceia e Esperança</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/07/03/ceia-e-esperanca/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
No capítulo 11:17-34 da sua primeira carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo instrui a igreja em Corinto sobre a significação existencial e teológica da Ceia do Senhor. Entre os irmãos daquela igreja a ceia estava perdendo o sentido profundo da sua celebração por conta da falta de discernimento. A ausência de discernimento consistia em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>No capítulo 11:17-34 da sua primeira carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo instrui a igreja em Corinto sobre a significação existencial e teológica da Ceia do Senhor. Entre os irmãos daquela igreja a ceia estava perdendo o sentido profundo da sua celebração por conta da falta de discernimento. A ausência de discernimento consistia em divisões internas, embriaguez, individualismo, glutonarias, enfim. Após esta breve exposição da situação vivencial que circunscreve o texto, gostaria de destacar algumas expressões desta porção bíblica, a fim de elucidar algumas dúvidas e desconstruir alguns equívocos relacionados a Eucaristia (nome grego para ceia).</p>
<p><strong>“Todo aquele que come e bebe indignamente será culpado de pecar contra o corpo e sangue do Senhor”. </strong>À luz do contexto, comer indignamente significa não discernir o sentido da ceia. Sabemos que diante de Deus, só o Cordeiro (Jesus) é digno (Ap. 5:12). Foi a dignidade do cordeiro que nos dignificou! Sendo assim, o que se pede é que a nossa vida não seja uma negação do sacrifício que nos redimiu e salvou. Sua vida é uma afirmação ou negação da graça que lhe alcançou?</p>
<p><strong>“Examine-se cada um a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice”. </strong>O apóstolo apela à consciência dos irmãos. O Espírito Santo nos auxilia nesse auto-exame. Ele age em nossas consciências convencendo-nos do pecado, da justiça e do juízo. Não podemos examinar a vida dos outros, senão a nossa e isso com a ajuda do Espírito da Verdade. A ceia não deve ser um tribunal de culpas, mas uma festa de celebração do perdão divino! Infelizmente, a falta de discernimento tem produzido medo e constrangimento num momento em que deveria ser celebrado o amor de Deus que nos aceita incondicionalmente!</p>
<p><strong>“Em memória de mim”.</strong> Celebrando a ceia atualizamos o sentido da morte e ressurreição de Jesus. Ao celebrarmos a ceia estamos dizendo: Senhor, jamais nos esqueceremos do teu tão grande amor! Assim sendo, é nosso desafio manter viva a memória d’Aquele que transformou a cruz de violência do império romano em símbolo do amor divino!</p>
<p><strong>“Porque sempre que vocês comem deste pão e bebem deste cálice, anunciam a morte do Senhor até que Ele venha”.</strong> A ceia é também um momento de celebração da esperança última da igreja: a volta de Jesus. Na ceia alimentamos a esperança de que o Noivo em breve voltará. Enquanto esse dia não chega faz-se necessário alimentar o fogo da esperança com o azeite do amor! Deste modo, possuídos por esta bendita esperança não deixamos de clamar: “MARANATA, ORA VEM SENHOR JESUS!”<strong> </strong></p>
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		<title>Dia do Pastor</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 20:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Em João 10 temos a descrição dos limites e insuficiência da nossa prática pastoral. A meu ver esse texto apresenta duas verdades basilares: 1) Jesus é a referência absoluta de toda prática pastoral. 2) Toda prática que foge a essa referência torna-se inevitavelmente diabólica.
O discurso do capítulo 10 está situado numa festa menos tardia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em João 10 temos a descrição dos limites e insuficiência da nossa prática pastoral. A meu ver esse texto apresenta duas verdades basilares: 1) Jesus é a referência absoluta de toda prática pastoral. 2) Toda prática que foge a essa referência torna-se inevitavelmente diabólica.</p>
<p>O discurso do capítulo 10 está situado numa festa menos tardia do povo de Israel, ou seja, a festa das luzes que celebrava a dedicação do templo de Jerusalém. Nesta festividade, o capítulo 34 do profeta Ezequiel dos textos lidos era o mais importante. Ezequiel 34 narra a acusação de Deus aos pastores infiéis que dispersam, usurpam e oprimem as ovelhas. Portanto, Jesus utilizou o contexto da festa para apresentar-se como o bom e sumo pastor. Jesus apresentou um novo modelo de pastorado, radicalmente centrado no amor e no cuidado. Nas palavras de Alastair Campbell: <strong><em>&#8220;O cuidado pastoral é, em essência, surpreendentemente simples. Tem um propósito fundamental: ajudar as pessoas a conhecer o amor, tanto como algo a receber como algo a dar&#8221;. </em></strong></p>
<p>Declarada a limitação da nossa prática pastoral por aquele que é capaz de dar a vida por suas ovelhas, resta-nos a esperança de não sermos, a semelhança dos fariseus, pastores e pastoras que pesam a vida das ovelhas com mandamentos castradores e alienantes.</p>
<p><strong><em>&#8220;O ladrão veio para matar, roubar e destruir&#8230;&#8221; </em></strong>Situado neste contexto percebemos que esta afirmação está diretamente relacionada aos lideres religiosos do tempo de Jesus, especialmente os fariseus e escribas, e não ao diabo como geralmente interpretamos. O alerta do BOM PASTOR é que o nosso ministério, embora religioso, carrega em si a possibilidade de ser diabolicamente destrutivo e mortífero.</p>
<p><strong><em>&#8220;Mas Eu vim para que tenham vida em abundância&#8221;</em></strong>. Se nossa prática pastoral pode tornar-se o &#8220;ministério da morte&#8221;, ela também pode vir-a-ser expressão finita da vida infinitamente abundante do BOM PASTOR.</p>
<p>Que não tenhamos a petulância de nos considerarmos BONS PASTORES, mas, já será motivo de grande celebração e esperança, se não formos MERCENÁRIOS, como fora denunciado por Jesus.</p>
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		<title>“Em esperança creu contra a esperança”  Romanos 4:18-25</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O capítulo 4 de Romanos discorre sobre a justificação obtida pela fé. O oposto da fé é a auto-suficiência. Logo, todo aquele que não se considera contingente jamais poderá ser justificado pela fé. Conforme Romanos, a nossa justificação está apoiada no poder ressurreição de Jesus e não na fragilidade dos nossos méritos (Vv.24,25).
Com Abraão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong> </strong></p>
<p>O capítulo 4 de Romanos discorre sobre a justificação obtida pela fé. O oposto da fé é a auto-suficiência. Logo, todo aquele que não se considera contingente jamais poderá ser justificado pela fé. Conforme Romanos, a nossa justificação está apoiada no poder ressurreição de Jesus e não na fragilidade dos nossos méritos (Vv.24,25).</p>
<p>Com Abraão aprendemos que ter esperança é confiar no futuro de Deus e não no futuro da coisa que se espera. A Fé não pode estar na promessa, mas naquele que prometeu. Quando a esperança está na promessa a fé tende a desvanecer. Quando a história nega a esperança é necessário confiar esperancosamente no futuro d&#8217;Aquele que chama a existência as coisas que não existem (v.17). Assim nasce o caráter paradoxal da esperança: <strong><em>&#8220;ter esperança significa estar pronto para aquilo que ainda não nasceu, porém não se desesperar se não ocorrer nascimento nenhum durante nossa existência&#8221; </em></strong>Erich Fromm.</p>
<p>À guisa da história do pai da fé, crer em esperança contra a esperança significa: <strong>1) Trocar o conforto da minha segurança pela coragem de caminhar por fé</strong>. Abrão trocou Ur dos Caldeus pelo deserto da promessa. No deserto da promessa sofremos, mas também é nele que aprendemos amar a Deus.</p>
<p><strong>2) Crer que Deus pode fazer brotar riso de um útero estéril</strong>. Isaque significa &#8216;riso&#8217;. A gravidez de Sara era o riso das possibilidades de Deus ante as impossibilidades humanas. Neste prisma, esperança é a capacidade de engravidar-se de alegria na hora da dor.</p>
<p><strong>3) Levar o meu melhor para o altar como expressão de adoração e não como mecanismo de barganha. </strong>Diante do monte moriá, que significa &#8216;Deus avistou&#8217;, Abraão diz aos seus servos que estava indo adorar. Abraão discernia que o Isaque que estava indo para o altar do sacrifício, antes de ser dele era do próprio Deus. Contudo, adorando a Deus descubro que a misericórdia sempre triunfa sobre o juízo.</p>
<p><strong>4) Confiar que a providência divina sempre se antecipa ao cutelo da morte.</strong> Antes que o cutelo da morte viesse sobre Isaque, Deus providenciou um cordeiro. Antes que o cutelo da morte eterna fosse deflagrado contra nós, Deus enviou Jesus, o cordeiro divino que tira o pecado do mundo.</p>
<p><strong>5) Descansar na infalibilidade das promessas divinas.</strong> O kronos (tempo) não pode impedir a concretização das promessas de Deus (Vv. 19-21). Deus é fiel e poderoso para cumprir o que promete!  Hoje é tempo de viver teimosamente crendo em esperança contra toda a esperança!<strong> </strong></p>
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		<title>Gemidos e Esperança</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[O capítulo oito de romanos é a síntese da teologia desta carta. É o capítulo do amor de Deus, da esperança, da intercessão do Espírito Santo, mas é também dos gemidos. Consoante o &#8220;espírito&#8221; do referido texto, os nossos gemidos estão entremeados com a nossa esperança. Tal perspectiva nos livra das falácias do discurso teológico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O capítulo oito de romanos é a síntese da teologia desta carta. É o capítulo do amor de Deus, da esperança, da intercessão do Espírito Santo, mas é também dos gemidos. Consoante o &#8220;espírito&#8221; do referido texto, os nossos gemidos estão entremeados com a nossa esperança. Tal perspectiva nos livra das falácias do discurso teológico triunfalista que apregoa que os dramas da existência humana podem ser solucionados com palavras mágicas e fórmulas simplistas. Nosso coração deve descansar na certeza de que para cada gemido de dor existe um suspiro de esperança em Deus!</p>
<p>Pensando em suspiro lembro-me da panela de pressão. Na tampa desta panela existe uma peça chamada &#8216;pito&#8217;. O pito da panela é o seu suspiro. Uma das suas finalidades é impedir que a panela estoure no momento em que ela está sob o calor do fogo. Muitas vezes somos submetidos ao calor do fogo da provação, das lutas, das batalhas e pressões da vida. Deste modo, metaforicamente, se não fosse o pito da esperança a panela da nossa vida explodiria! É possível suportar os sofrimentos com coragem por causa da esperança da glória, como nos diz o irmão Paulo (v.18).</p>
<p>A palavra gemido é recorrente no texto em questão (Vv. 22,23). Paulo nos fala sobre alguns gemidos e sobre a nossa esperança para cada um deles.</p>
<p><strong> 1-Gemido Cósmico:</strong> a natureza geme como em dores de parto. Em nosso século esta imagem bíblica parece ganhar mais nitidez. Temos visto o nosso planeta morrer lentamente. A ressurreição de Jesus, porém, acende a luz da esperança de que toda criação será redimida!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> 2- Gemido Existencial: </strong>gememos pela culpa que o pecado gerou em nós. Aprovamos o bem e reprovamos o mal, mas o nosso coração caído inverte a ordem das coisas. Desejamos aquilo que veementemente rejeitamos. Na morte de Jesus, entretanto, recebemos a carta da liberdade, posto que n&#8217;Ele não há nenhuma condenação (v.1).</p>
<p><strong>3- Gemido Teológico: </strong>vivemos no mundo da espada, da peste, da perseguição, da nudez, do perigo, em suma: vivemos num mundo sem fé. Logo<strong>, </strong>sofremos nele pela fé que carregamos no coração e que assumimos na vida. Num mundo auto-suficiente, viver pela fé significa crer que somos amados por Deus. Que nenhuma força seja ela terrena ou espiritual pode nos desvincular dos laços eternos do amor divino. No amor de Deus todo gemido se transforma em sinfonia de esperança!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Informações do Retirão 2009</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/05/24/informacoes-do-retirao-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 00:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ASPECTOS GERAIS

CLÁUSULA 1.ª &#8211; VALOR POR PARTICIPANTE
Adulto 170,00
Criança até 3 anos FREE
Criança de 4 a 8 anos &#8211; $0,00
Criança de 9 a 11 anos &#8211; $ 0,00
CLÁUSULA 2.ª &#8211; DO PRAZO PARA PAGAMENTO
O prazo final para quitação é até o dia 15.10.2009, podendo o PARTICIPANTE quitar integral ou parcialmente seu valor devido. O PARTICIPANTE poderá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>ASPECTOS GERAIS</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>CLÁUSULA 1.ª &#8211; VALOR POR PARTICIPANTE</strong></p>
<p>Adulto 170,00</p>
<p>Criança até 3 anos FREE</p>
<p>Criança de 4 a 8 anos &#8211; $0,00</p>
<p>Criança de 9 a 11 anos &#8211; $ 0,00</p>
<p><strong>CLÁUSULA 2.ª &#8211; DO PRAZO PARA PAGAMENTO</strong></p>
<p>O prazo final para quitação é até o dia 15.10.2009, podendo o PARTICIPANTE quitar integral ou parcialmente seu valor devido. O PARTICIPANTE poderá parcelar o valor em até 6 parcelas a contar de 30. 05.2009 a 29.10.2009</p>
<p><strong>CLÁUSULA 3.ª &#8211; DO PRAZO PARA DESISTÊNCIA E DEVOLUÇÃO DE VALORES PAGOS</strong></p>
<p>Comunicar no prazo mínimo de 30 dias anterior a data da viagem que estou desistindo da minha participação do retiro, não havendo devolução dos valores pagos, sendo que, fica estabelecido a devolução de 50% do valor pago à comissão do retiro se a desistência for comunicada em até 60 dias da data do evento.</p>
<p><strong>CLÁUSULA 4.ª &#8211; DAS ACOMODAÇÕES</strong></p>
<p>Os quartos não serão individuais, podendo ser compartilhados com outra família.</p>
<p><strong>CLÁUSULA 5.ª &#8211; TRANSPORTE</strong></p>
<p>O transporte deverá ser de acordo com a opção assinalada abaixo.</p>
<p>Transporte Próprio</p>
<p>Ônibus do Retiro</p>
<p><strong>CLÁUSULA 6.ª &#8211; DAS DISPOSIÇÕES GERAIS</strong></p>
<ul class="unIndentedList">
<li> O retiro se realizará no período de 30/10/2009 a 02/11/2009</li>
<li> Saída da Sede da Igreja Batista de Jequizinho às 20h e retorno dia 02.11.2009 às 17h</li>
<li> Nos valores da Cláusula 1ª já estão incluídas 3 refeições sendo CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTAR;</li>
<li> O PARTICIPANTE deverá levar roupa de cama e de banho;</li>
</ul>
<p><strong>*O valor de 170,00 deverá ser reduzido, para todos os participantes, em razão das campanhas que serão realizadas pela equipe do Retirão 2009.</strong></p>
<p><strong>*Os valores relativos às crianças, descritos na cláusula 1ª, serão postados em breve.</strong></p>
<p><strong>Informações &#8211; (73) 3525-3089<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Esperança e Oração</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/05/21/esperanca-e-oracao/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 1) Incontestavelmente a oração é o &#8220;primeiro e essencial lugar de aprendizagem da esperança&#8221;. É no útero da oração que a esperança é gerada!São as lágrimas da oração que regam a flor da esperança! Posto que, &#8220;quando já ninguém me escuta Deus ainda me ouve. Se não há mais ninguém que possa me ajudar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--><strong>1) </strong>Incontestavelmente a oração é o &#8220;primeiro e essencial lugar de aprendizagem da esperança&#8221;. É no útero da oração que a esperança é gerada!São as lágrimas da oração que regam a flor da esperança! Posto que, &#8220;quando já ninguém me escuta Deus ainda me ouve. Se não há mais ninguém que possa me ajudar, por tratar-se de uma dificuldade que ultrapassa a capacidade humana, Ele pode ajudar-me. Se me encontro confinado numa extrema solidão, sei que jamais estarei totalmente só. Quando já não posso falar com ninguém, nem invocar mais ninguém, a Deus sempre posso falar&#8221;.</p>
<p><strong>2)</strong> Encontramos na mitologia grega a presença de uma ave (Fênix) que é símbolo da esperança e da continuidade da vida após a morte. Segundo a mitologia, quando a fênix morria ela entrava autocombustão e passado algum tempo renascia das cinzas. Sua expectativa de vida era de quinhentos anos. Alguns historiadores afirmam que o que trazia a fênix de volta a vida era a sua vontade de viver. Na oração aprendemos a renascer das cinzas. Na oração retomamos o desejo de viver a despeito das tragédias da existência. Excelente exercício para a alma é: ajoelhar-se em oração para levantar-se em esperança!</p>
<p><strong>3) </strong>Somos educados pelo espírito desta era a querer resultados simultâneos às nossas vontades. Na oração aprendemos a esperar, confiar, aguardar (Sl. 33:17-20). Precisamos desaprender a cultura do imediatismo e reaprender a esperar no Senhor!(Jr. 14:22) Quero concluir a pastoral deste domingo, com a poesia <strong>&#8220;ESPERA&#8221; </strong>de Iria Hauenstein.</p>
<p align="center"><strong><em> </em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Depois do inverno tudo será diferente:</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Roseiras vão brotar,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Lírios do campo vão florir,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Sementes germinar. </em></strong></p>
<p align="center"><strong><em> </em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Depois do inverno tudo será diferente:</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Campos a se cobrir de verde,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Pássaros a fazer seus ninhos,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Brotos, muitos brotos vão surgir,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Rosas a desabrochar,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Pessoas a sorrir.</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em> </em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Depois do inverno vem a primavera:</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Chega florida, amiga!</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Valeu a espera, </em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>Amiga que volta e leva</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>A solidão recolhida!</em></strong></p>
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		<title>Mundo de Deus: Um vilarejo e uma nova cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Nesta pastoral quero propor um exercício de reflexão teológica. Compare a música citada abaixo (Vilarejo) com o capítulo 21 do apocalipse de João (descrição da nova Jerusalém).  Observe as aproximações ideológicas e possibilidades de leitura entre a letra de vilarejo e o texto profético das Escrituras.
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --> <!--[endif]--></p>
<p>Nesta pastoral quero propor um exercício de reflexão teológica. Compare a música citada abaixo (Vilarejo) com o capítulo 21 do apocalipse de João (descrição da nova Jerusalém).  Observe as aproximações ideológicas e possibilidades de leitura entre a letra de vilarejo e o texto profético das Escrituras.</p>
<p align="center">Há um vilarejo ali<br />
Onde areja um vento bom<br />
Na varanda, quem descansa<br />
Vê o horizonte deitar no chão</p>
<p align="center">Pra acalmar o coração<br />
Lá o mundo tem razão<br />
Terra de heróis, lares de mãe<br />
Paraíso se mudou para lá</p>
<p style="text-align: center;">Por cima das casas, cal<br />
Frutas em qualquer quintal<br />
Peitos fartos, filhos fortes<br />
Sonho semeando o mundo real</p>
<p style="text-align: center;">Toda gente cabe lá<br />
Palestina, Shangri-lá<br />
Vem andar e voa (x2)</p>
<p style="text-align: center;">Lá o tempo espera<br />
Lá é primavera<br />
Portas e janelas ficam sempre abertas<br />
Pra sorte entrar</p>
<p style="text-align: center;">Em todas as mesas, pão<br />
Flores enfeitando<br />
Os caminhos, os vestidos, os destinos<br />
E essa canção<br />
Tem um verdadeiro amor<br />
Para quando você for</p>
<p>Essa canção nos faz perceber que a esperança de <strong><em>&#8220;novos céus e nova terra&#8221; </em></strong>também está presente nas manifestações artísticas e culturais do nosso povo. Nossa missão, portanto, enquanto comunidade da esperança é lutar para que os sinais da nova Jerusalém e/ou do Vilarejo sejam vistos antecipadamente no horizonte da nossa história.</p>
<p><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Parteiras de Esperança</title>
		<link>http://www.ibjequiezinho.com/site/2009/05/21/parteiras-de-esperanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O aborto da opressão versus o parto da esperança, quem triunfará? Em êxodo 1, temos a descrição desse conflito: De um lado a opressão mortífera dos egípcios, do outro a vida entre os oprimidos que esperancosamente insiste em nascer.
A esperança de libertação dos oprimidos tem como referência histórica duas matriarcas. Seus nomes: Sifrá e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-language:EN-US;} --> <!--[endif]--></p>
<p>O aborto da opressão versus o parto da esperança, quem triunfará? Em êxodo 1, temos a descrição desse conflito: De um lado a opressão mortífera dos egípcios, do outro a vida entre os oprimidos que esperancosamente insiste em nascer.</p>
<p>A esperança de libertação dos oprimidos tem como referência histórica duas matriarcas. Seus nomes: Sifrá e Puá.  Sifrá significa &#8220;beleza&#8221; e Puá &#8220;esplêndida&#8221;. A feiúra da violência dos opressores é contraposta pela resistência, beleza esplêndida dos oprimidos, configurada nessas mulheres.</p>
<p>Sifrá e Puá eram parteiras, informa-nos o texto. Donde se infere que para que a esperança nasça é necessário que alguém tenha a coragem de fazer o seu parto. No texto bíblico, acima mencionado, a esperança era parida em cada criança que nascia. Lembro-me de um aforismo de Nietzsche: &#8220;A criança é inocência e esquecimento, um novo começo, um jogo, uma roda que se movimenta a si mesma, um primeiro movimento, um &#8220;Sim&#8221; sagrado&#8230;&#8221;</p>
<p>A partir do primeiro capítulo do livro do êxodo, gostaria de sinalizar algumas possíveis direções de diálogo:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1- </strong><strong>Esperança e transgressão (v.17)</strong></p>
<p>A preservação da vida passa freqüentemente pela desobediência ao poder instituído. Diz o texto: &#8220;Todavia, as parteiras temeram a Deus e não obedeceram as ordens do rei do Egito; deixaram viver os meninos&#8221;. Com Sifrá e Puá aprendemos que obediência a Deus é necessariamente desobediência aos sistemas de morte.</p>
<p>Para Faraó matar os meninos hebreus significava a sobrevivência do seu sistema escravagista-opressor. Todos os impérios sobrevivem à custa da morte do povo! Matar crianças é aniquilar a possibilidade de uma nova história, de uma nova humanidade. É especialidade dos velhos sistemas opressores: assassinar qualquer possibilidade de uma nova arrumação histórica.</p>
<p><strong>2- </strong><strong>Esperança e resistência (Vv. 11,12)</strong></p>
<p>O crescimento numérico dos oprimidos começou a significar uma ameaça ao status quo do sistema egípcio. Na verdade o que começou a se fortalecer foi a possibilidade de uma tomada de consciência por parte dos hapirus*. (Costuma-se identificar o termo em destaque com o termo hebreu, de modo que os hebreus seriam parte de grupos insatisfeitos com o sistema cananeu e egípcio).</p>
<p>No versículo 12 temos a descrição de uma estranheza. A despeito da opressão o povo hebreu crescia. Esplendidamente estranha é a capacidade dos oprimidos em contrariar a opressão com vida resistente!</p>
<p><strong>3- </strong><strong>Esperança e vida (Vv. 19,20)</strong></p>
<p>Sifrá e Puá criaram meios para proteger a vida. Colocaram as suas vidas em risco de morte para que a esperança de uma nova história não parasse de nascer. Por conta do temor que elas tiveram a Deus, na perspectiva do texto- reverência pela vida- foi-lhes concedido que tivessem as suas próprias famílias. Posto que, Deus abençoa a todo aquele que teima em lutar com sua própria vida para que a vida não cesse de brotar no útero da história!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Igrejas que transformam cidades</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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<p>Quero aproveitar esse espaço para partilhar algumas idéias e possibilidades discutidas naquele encontro. Hoje, para nossa meditação, transcreverei uma poesia de George Macdonald <strong><em>&#8220;As ruas que eu temia ver&#8221;</em></strong>, citada por um dos oradores, mais especificamente, por Pr. Oswaldo Prado. Macdonald nos desafia em sua &#8220;ode&#8221; a olhar corajosamente para os espaços da cidade que tememos ver.</p>
<p align="center">Eu disse: Senhor deixe-me andar</p>
<p align="center">Pelos campos tranqüilos numa boa,</p>
<p align="center">Ele respondeu: não! Na cidade andarás</p>
<p align="center">Onde não há flores, mas sim uma coroa</p>
<p align="center">
<p align="center">Eu reclamei: &#8220;é barulhento</p>
<p align="center">e ninguém deseja ouvir o meu recado&#8221;</p>
<p align="center">Chorando ele me fez voltar dizendo,</p>
<p align="center">&#8220;Sim, mas há tanto pecado&#8230;&#8221;</p>
<p align="center">
<p align="center">Eu disse: &#8220;mas o ar é poluído</p>
<p align="center">O tempo fechado, está sempre chovendo&#8221;</p>
<p align="center">Ele disse: &#8220;e neste escuro</p>
<p align="center">Muitas almas estão se perdendo&#8221;</p>
<p align="center">
<p align="center">Eu pedi tempo,</p>
<p align="center">&#8220;no futuro irei pra cidade&#8221;</p>
<p align="center">&#8220;agora não temos tempo,</p>
<p align="center">Mas um dia terás a eternidade&#8221;</p>
<p align="center">
<p align="center">Com pesar eu olhei para os campos,</p>
<p align="center">E depois para a paisagem urbana.</p>
<p align="center">Resolvi que trocar flores por coroa,</p>
<p align="center">Era dever e não atitude insana.</p>
<p align="center">
<p align="center">Coloquei minha mão na mão Dele,</p>
<p align="center">Poder e graça encheram meu ser,</p>
<p align="center">Na luz desta força hoje trilho</p>
<p align="center">As ruas que eu temia ver</p>
<p><strong>Nossa oração:</strong> Senhor, queremos amar Jequié como tu amas! Converte o nosso olhar, para que nossa visão seja expressão finita da tua maneira infinita de ver a nossa cidade e o mundo!</p>
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		<title>Esperança: Enfrentando fome e falências</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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Olhando para a história da família de Noemi, registrada no livro de Rute, percebemos a presença de algumas crises: 1)Crise sócio-econômica- a falta de pão em Belém obrigara algumas famílias a se deslocarem de sua terra natal. 2) Crise teológica- para os antigos a falta de pão indicava a ausência de Deus. 3) Crise [...]]]></description>
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<p>Olhando para a história da família de Noemi, registrada no livro de Rute, percebemos a presença de algumas crises: 1)Crise sócio-econômica- a falta de pão em Belém obrigara algumas famílias a se deslocarem de sua terra natal. 2) Crise teológica- para os antigos a falta de pão indicava a ausência de Deus. 3) Crise familiar- Filhos e marido de Noemi morrem em terra estrangeira. 4) Crise existencial- Noemi que significa &#8220;agradável&#8221; pede que lhe chamem de Mara &#8220;amarga&#8221;.</p>
<p>1-<strong><em>Coragem para reinventar-se na crise.</em> </strong>O livro de Rute começa com a narração de uma crise devastadora: <em>&#8220;Na época dos juízes houve fome na terra&#8221;</em> (1:1). Por conta disso, a família de Noemi teve que se deslocar de Belém para uma terra estrangeira (Moabe). Na crise é necessário criar novos meios de sobrevivência. Talvez tenha sido essa a motivação que provocou o deslocamento daquela família. Entretanto, em Moabe a crise se agravou, pois morreram: Elimeleque, Malom e Quilion. A esperança coloca o nosso ser em movimento quando as crises agudas querem nos paralisar. A esperança é uma virtude ativa. Nas palavras de Rubem Alves: &#8220;não lutamos para ter esperança, temos esperança e por isso lutamos&#8221;.</p>
<p><strong><em> 2-Momentos desagradáveis fazem parte da caminhada.</em></strong> Noemi significa &#8220;agradável&#8221;, todavia, acontecimentos desagradáveis parecem lhe perseguir. O fardo da sua história de vida parece contrariar a leveza do seu nome. De volta a Belém, de mãos vazias, Noemi declara a todos que o Todo-Poderoso é o culpado por todas as suas tragédias. Pede que lhe chamem de Mara &#8220;amarga&#8221;. Noemi não soube viver aquele momento amargo no silêncio de uma fé amadurecida. Noemi ainda não discernia que nos momentos desagradáveis Deus sempre está costurando uma história nova.</p>
<p><strong><em>3-Presença companheira do outro.</em></strong><em> </em>Noemi também não discerniu que a presença companheira de Deus estava revelando-se no companheirismo de Rute. Rute significa &#8220;companheira, amiga&#8221;. Rute era a face estrangeiramente amiga de Deus! A palavra portuguesa companheiro deriva do latim &#8220;compañes- aquele que come do mesmo pão&#8221;. No caminho da vida Deus se revela nosso eterno amigo através dos finitos companheiros de esperança que tem a coragem de comer conosco o pão do sofrimento e da dor!</p>
<p><strong>4- Seja presença esperançosa na vida de alguém. </strong>Esta assertiva parece estar presente em todo o livro de Rute. Rute foi presença esperançosa na vida de Noemi. Boaz foi presença esperançosa na vida das duas, impedindo inclusive que a história da família de Elimeleque fosse apagada dos anais da história do povo de Israel<span style="text-decoration: underline;">.</span></p>
<p><strong>5- Confie no futuro de Deus.</strong> O livro de Rute começa com fome e falência, mas termina com esperança. O nascimento de Obed (servo) é o atestado de que Deus cumpre suas promessas. Obed foi o avô de Davi. Do útero de uma estrangeira, Deus fez brotar a continuidade da história do seu povo!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Alinhados por Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pr. Josias Novais</dc:creator>
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 No capítulo 7 do livro do boiadeiro e agricultor que fora chamado para ser profeta (Amós 7:14,15), temos o relato de uma visão deveras pitoresca. Na verdade, temos no capítulo em destaque o relato de três visões, mas quero chamar a atenção para a visão profética mais incisiva. Nas duas primeiras, gafanhoto e [...]]]></description>
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<p><strong> </strong>No capítulo 7 do livro do boiadeiro e agricultor que fora chamado para ser profeta <strong><em>(Amós 7:14,15)</em></strong>, temos o relato de uma visão deveras pitoresca. Na verdade, temos no capítulo em destaque o relato de três visões, mas quero chamar a atenção para a visão profética mais incisiva. Nas duas primeiras, gafanhoto e fogo, Amós suplica a Deus por misericórdia, pedindo a Javé que atentasse para a condição finita do seu povo<strong><em> (&#8220;ele é tão pequeno&#8221; 7:2,5)</em></strong>, e o Senhor desviou-se do seu furor <strong><em>(7:3,6)</em></strong>. Entretanto, na terceira visão, Javé aparece com um prumo na mão, ratificando que era mais que necessário alinhar o seu povo.</p>
<p>No texto em análise, Israel é comparado a um muro desalinhado, torto, que necessita ser realinhado pelo prumo de Javé. Israel não se manteve fiel ao projeto do Senhor, isto é, deixou de <strong><em>‘praticar a justiça, de amar a misericórdia e de andar humildemente com o seu Deus&#8217;</em></strong> <strong><em>(Mq.6:8)</em></strong>. O desalinho de Israel na perspectiva de Amós, a meu ver, manifestava-se em dois aspectos principais:<em><span style="text-decoration: underline;"> <strong>1) Desalinho ético (6:1-8) &#8211; </strong></span></em>A justiça estava sendo aviltada. A opulência da nação era alimentada pela opressão dos ricos sobre os mais pobres, pela opressão da cidade sobre o campo. O desalinho ético patrocinava inevitavelmente o desalinho social.</p>
<p><strong><em><span style="text-decoration: underline;">2) Desalinho Teológico (5:21-23)-</span></em></strong><strong> </strong>O culto prestado a Javé estava cheio de ritualismo, mas vazio de vida. Amós denuncia o culto não porque o povo tenha se desviado do ritual prescrito, mas porque colocava juntos incenso e injustiça, prece e opressão, rito e alienação humana. Contudo, Amós não advoga a construção de uma espiritualidade intimista. Para ele, a fé deve traduzir-se em justiça social que brota de uma perfeita relação com Deus <strong><em>(6:24)</em></strong>.</p>
<p>Após esta breve explanação da teologia de Amós, gostaria de assinalar uma perspectiva teológica para a nossa reflexão:<strong> <em><span style="text-decoration: underline;">1) Deus está interessado na situação espiritual do seu povo.</span></em></strong> Se o prumo estava nas mãos de Javé, é porque Ele desejava re-alinhar o seu povo.  Nas palavras do profeta Isaías: <strong><em>&#8220;Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos&#8221;</em></strong> <strong><em>(Is. 45:2a).</em></strong> A iniciativa para a restauração do povo de Israel sempre foi de Deus. Logo, o que nos mantém unidos a Deus é o seu amor por nós e não o nosso amor por Ele. Em apocalipse, capítulo 2:1-7, temos o diagnóstico da igreja de Éfeso, conhecida como a comunidade do discípulo amado. A comunidade do amor havia se desalinhado d&#8217;Ele (<strong><em>&#8220;deixaste o teu primeiro amor&#8221;</em></strong>). Ninguém é forte o suficiente que não possa trilhar pelo descaminho do desamor. O arrependimento (<strong><em>&#8220;lembra-te de onde caíste e arrepende-te&#8221;</em></strong>) é o caminho de regresso ao amor abandonado. Que seja nossa súplica: Senhor, conserva a minha vida alinhada a tua vontade pelo poder do teu amor! <strong> </strong></p>
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		<title>Vem aí o 2º Convida</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 14:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[convida]]></category>
		<category><![CDATA[promessa d]]></category>
		<category><![CDATA[tiago vianna]]></category>

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		<description><![CDATA[
O CONVIDA é um congresso teologicamente devocional e devocionalmente teológico. Este ano, segunda edição, desejamos refletir sobre: &#8220;Esperança em tempos de desencanto&#8221;.
 Assim sendo, este CONVIDA apresenta-nos o desafio de regar a flor da nossa esperança em meio aos desencantos da existência!

Ouça aqui o Hino Oficial do Convida 2009 -- Tempo de Esperança
http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/06/hino-tempo-de-esperanca.mp3
Clique aqui para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a><img class="size-full wp-image-219 alignnone" title="site-layout4" src="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2007/09/site-layout4.jpg" alt="site-layout4" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O <strong>CONVIDA</strong> é um congresso teologicamente devocional e devocionalmente teológico. Este ano, segunda edição, desejamos refletir sobre: <strong><em>&#8220;Esperança em tempos de desencanto&#8221;.<br />
</em></strong> Assim sendo, este CONVIDA apresenta-nos o desafio de regar a flor da nossa esperança em meio aos desencantos da existência!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça aqui o Hino Oficial do Convida 2009 -- Tempo de Esperança</strong></p>
<p style="text-align: center;"><!-- Dewplayer Begin--><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/plugins/dewplayer-flash-mp3-player/dewplayer.swf?mp3=http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/06/hino-tempo-de-esperanca.mp3&amp;bgcolor=FFFFFF" width="200" height="20"><param name="bgcolor" value="FFFFFF" /><param name="movie" value="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/plugins/dewplayer-flash-mp3-player/dewplayer.swf?mp3=http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/06/hino-tempo-de-esperanca.mp3&amp;bgcolor=FFFFFF" /></object><!-- Dewplayer End--><a href="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/06/hino-tempo-de-esperanca.mp3">http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/06/hino-tempo-de-esperanca.mp3</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/06/hino-tempo-de-esperanca.mp3">Clique aqui para fazer o Download</a> (<em>Para salvar, clique no link com o botão direito do mouse e depois em &#8220;Salvar Link/Destino como&#8230;&#8221;</em>).</p>
<p style="text-align: center;">Esta música foi produzida no <a href="http://yahvehstudio.com/">Yahveh Studio</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="site-02" src="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2007/09/site-02.jpg" alt="site-02" /></p>
<p style="text-align: center;"><a> </a></p>
<p style="text-align: center;">Neste ano, o <strong>CONVIDA</strong> traz para vocês o <a href="http://www.tiagovianna.com/">Tiago Vianna</a> de Sampa, que faz parte da nova geração de músicos brasileiros que buscam trazer em sua música a realidade comum a todos: a rotina, as lutas, coisas que esperamos acontecer, os absurdos e as surpresas boas e não tão boas… Compositor e intérprete, Vianna tem dois albuns gravados além de já ter participado em discos de outros artistas como <strong>Sérgio Pereira e Marivone Lobo (<a class="external" href="http://www.musicexpress.com.br/baixoevoz" target="_blank">Baixo &amp; Voz</a>)</strong>, <a class="external" href="http://www.gersonborges.com/" target="_blank"><strong>Gérson Borges</strong></a>, <a class="external" href="http://www.jorgecamargo.com.br/" target="_blank"><strong>Jorge Camargo</strong></a>, <a class="external" href="http://www.gladircabral.com.br/" target="_blank"><strong>Gladir Cabral</strong></a>, <strong>Arlindo Lima</strong>, <strong>Wesley Godoy</strong> entre outros. Assistam o vídeo abaixo para sentir o som do Tiago.</p>
<p style="text-align: center;"><script type="text/javascript" src="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/plugins/pb-embedflash/js/swfobject.js"></script><span class="embedflash" id="swfiddb10d787be30b9e9b7ad4c82fe702d64"><small>(Please open the article to see the flash file or player.)</small></span><script type="text/javascript">
				var flashvars = {}; var params = {}; var attributes = {};flashvars.file = "http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2009/05/tiago_vianna_muro_de_ceu_baixa.flv";flashvars.searchbar = "false";params.allowfullscreen = "true"; params.allowscriptaccess = "always";
				swfobject.embedSWF("http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/plugins/pb-embedflash/swf/mediaplayer.swf?width=500&amp;height=320","swfiddb10d787be30b9e9b7ad4c82fe702d64","500","320","9.0.0","http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/plugins/pb-embedflash/swf/expressInstall.swf",flashvars,params,attributes);
		</script></p>
<p style="text-align: center;">Também vai estar com a gente a banda pop jequieense <strong><a href="http://www.myspace.com/promessad">Promessa D</a></strong> que acaba de lançar um novo disco chamado <em><strong>&#8220;À Espera de Um Novo Recomeço&#8221;</strong></em>. Veja uma performance da banda neste vídeo abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><!-- Smart Youtube --><span class="youtube"><object width="500" height="418"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sI9y0-vArhs&amp;rel=1&amp;color1=e1600f&amp;color2=febd01&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/sI9y0-vArhs&amp;rel=1&amp;color1=e1600f&amp;color2=febd01&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="500" height="418" ></embed><param name="wmode" value="transparent" /></object></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="site-02" src="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2007/09/site-02.jpg" alt="site-02" /></p>
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		<title>Venha celebrar nosso 72º aniversário!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 04:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jocean Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Camargo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nesta semana estaremos comemorando 72 anos de existência. Estamos envelhecendo enquanto organização, entretanto, paradoxalmente, experimentamos um rejuvenecimento enquanto organismo vivo de Cristo. Aniversário é momento de alegria, mas também de re-avaliação da caminhada. Na tarefa de re-pensarmos a nossa caminhada e vocação temos descoberto que existimos para servir.
Servir com a toalha e a bacia lavando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2008/09/ibj72anos.jpg"><img class="size-full wp-image-165 aligncenter" title="ibj72anos" src="http://www.ibjequiezinho.com/site/wp-content/uploads/2008/09/ibj72anos.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta semana estaremos comemorando 72 anos de existência. Estamos envelhecendo enquanto organização, entretanto, paradoxalmente, experimentamos um rejuvenecimento enquanto organismo vivo de Cristo. Aniversário é momento de alegria, mas também de re-avaliação da caminhada. Na tarefa de re-pensarmos a nossa caminhada e vocação temos descoberto que existimos para servir.</p>
<p style="text-align: justify;">Servir com a toalha e a bacia lavando pés sujos (João 13:1-20) é a imagem de uma inversão completa no campo do poder. As mãos que criaram e sustentam o universo foram as mesmas que tocaram os pés sujos dos discípulos. A exemplo de Jesus somos desafiados e chamados a tocar os pés sujos de todos aqueles que encontrarmos nos caminhos da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas celebrações iniciarão dia 19 (sexta) e encerarão dia 21 (domingo a noite). Estarão conosco o cantor <strong><a href="http://www.jorgecamargo.com.br/">Jorge Camargo</a> (São Paulo)</strong> e o <strong>Pr. Jocean Pereira (Vitória da Conquista)</strong>.</p>
<p><!-- Smart Youtube --><span class="youtube"><object width="500" height="418"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/saIXUkm8Q6U&amp;rel=1&amp;color1=e1600f&amp;color2=febd01&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/saIXUkm8Q6U&amp;rel=1&amp;color1=e1600f&amp;color2=febd01&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="500" height="418" ></embed><param name="wmode" value="transparent" /></object></span></p>
<p style="text-align: justify;">Você é o nosso ilustre convidado!</p>
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